Maracaju

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Município de Maracaju
Por-do-sol na região de Maracaju

Por-do-sol na região de Maracaju
Bandeira de Maracaju
Brasão desconhecido
Bandeira Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 11 de junho
Fundação 11 de junho de 1924 (90 anos)
Emancipação 7 de setembro de 1928 (86 anos)
Gentílico maracajuense[1]
Padroeiro(a) Nossa Senhora Aparecida (Rel. MS)
Prefeito(a) Maurilio Azambuja (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Maracaju
Localização de Maracaju no Mato Grosso do Sul
Maracaju está localizado em: Brasil
Maracaju
Localização de Maracaju no Brasil
21° 36' 50" S 55° 10' 04" O21° 36' 50" S 55° 10' 04" O
Unidade federativa  Mato Grosso do Sul
Mesorregião Sudoeste de Mato Grosso do Sul IBGE/2008 [2]
Microrregião Dourados IBGE/2008 [2]
Municípios limítrofes Norte: Nioaque, Anastácio, Dois Irmãos do Buriti
Sul: Dourados, Itaporã, Ponta Porã
Oeste: Guia Lopes da Laguna
Leste: Sidrolândia, Nova Alvorada do Sul
Distância até a capital federal: 1 183 km
estadual: 160
km[3]
Características geográficas
Área 5 298,840 km² (BR: 285º MS: 18º)[4]
Área urbana 5,519 km² (MS: 14º) – est. Embrapa[5]
Distritos Maracaju (sede) e Vista Alegre
População 41,099 hab. (MS: 11º) –  est. IBGE/2013[6]
Densidade 7,756 hab/km²[6]
Altitude 384 m [7]
Clima tropical Aw
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH-M 0,781 (MS: 8º) – alto PNUD/2000 [8]
Gini 0,440 (MS: 43º) – est. IBGE 2003[9]
PIB R$ 1 111 081,219 mil (MS: 6º) – IBGE/2011[10]
PIB per capita R$ 29 037,25 IBGE/2011[10]
Página oficial
Prefeitura www.maracaju.ms.gov.br (em português)
Câmara www.camarademaracaju.ms.gov.br (em português)

Maracaju é um município do estado de Mato Grosso do Sul, na Região Centro-Oeste do Brasil. Graças à agropecuária, Maracaju acabou se desenvolvendo muito ao longo dos anos. Também foi importante ponto de passagem para a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil], que vinha de São Paulo via Campo Grande. A cidade é conhecida pela sua tradicional Festa da Linguiça[11] .

Com produto interno bruto de 1.111.081.219,00 reais, é o sexto município mais rico e o 11º município mais populoso do estado, com mais de 40 000 habitantes.

Topônimo[editar | editar código-fonte]

"Maracaju" é um termo oriundo da língua tupi. Significa "água de maracá", através da junção de mbara'ká ("maracá")[12] e 'y ("água, rio")[13] . É uma referência à Serra de Maracaju.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localização[editar | editar código-fonte]

O município de está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no sudoeste de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Dourados). Localiza-se na latitude de 21º36’52” Sul e longitude de 55°10’06” Oeste. Distâncias:

Geografia Física[editar | editar código-fonte]

Solo

A predominância, no município de Maracaju, é de latossolo de textura argilosa, com a fertilidade natural variável. Aparecem, ainda, os neossolos e o latossolo vermelho-escuro.

Relevo e Altitude

Está a uma altitude de 384 m. Composto por dissecados tabulares, extremo norte, cuestas e dissecados colinosos assim como a sul do município. Acompanhando estes dissecados, encontram-se algumas áreas escarpadas. Encontra-se na Região dos Planaltos Arenítico-Basálticos Interiores com a unidade Planalto de Dourados e a Região dos Planaltos da Borda Ocidental da Bacia do Paraná com a Unidade Planalto de Maracaju. Apresenta relevo plano, geralmente elaborado por várias fases de retomada erosiva, com relevos elaborados pela ação fluvial.

Clima, Temperatura e Pluviosidade

Está sob influência do clima tropical (AW). O clima predominante do município é úmido a sub-úmido. A precipitação pluviométrica anual varia de 1 500 a 1 750 milímetros, excedente hídrico anual de oitocentos a 1 200 milímetros, durante cinco a seis meses e deficiência hídrica de 350 a quinhentos milímetros durante quatro meses.

Hidrografia

Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Principais rios:

  • Rio Brilhante – rio formador, com o Rio Dourados, do Rio Ivinhema; limite entre os municípios de Maracaju e Sidrolândia, Maracaju e Rio Brilhante.
  • Rio Santa Maria – afluente, pela margem direita, do Rio Brilhante, no município de Maracaju; nasce na Serra de Maracaju, faz divisa entre o município de Maracaju e os de Ponta Porã, Dourados e Itaporã.
Vegetação

Se localiza na região de influência do cerrado e campos de vacaria. Predomina no município a pastagem plantada, seguida da lavoura. Remanescente das fisionomias do bioma Cerrado: Campo Cerrado e Campo Sujo; e Floresta Estacional. Apesar de pouco expressivos, integram a cobertura vegetal do município.

Geografia Política[editar | editar código-fonte]

Fuso horário

Está a -1 hora com relação a Brasília e -4 com relação ao Meridiano de Greenwich.

Área

Ocupa uma superfície de 5 298,840 km² (1,4837 por cento do estado, 0,3311 por cento da Região Centro-oeste e 0,0624 por cento do território brasileiro).

Subdivisões

Maracaju e Vista Alegre

Arredores

Norte: Nioaque, Anastácio, Dois Irmãos do Buriti

Sul: Dourados, Itaporã, Rio Brilhante

Oeste: Guia Lopes da Laguna

Leste: Sidrolândia, Nova Alvorada do Sul

História[editar | editar código-fonte]

Depois do afastamento dos jesuítas espanhóis, que tiveram as suas reduções desmanteladas por ação dos bandeirantes paulistas, a principiar por Antônio Raposo Tavares, nos arbores do século XVI, a região de vacaria, no planalto da Serra de Maracaju, onde se localiza o município, somente voltou a ser povoado quando, no primeiro lustro do século XX, Gabriel Francisco Lopes e seus irmãos Joaquim e José redescobriram aqueles campos, procedendo da então província de Minas Gerais, atravessando a região de Paranaíba. Gabriel Lopes trouxe, logo depois, o seu sogro Antônio Gonçalves Barbosa, que veio acompanhado pelo irmão Ignácio Gonçalves Barbosa e suas famílias, se estabelecendo nos campos que rapidamente se tornaram famosos, atraindo novas levas de mineiros que, em 1860, se instalaram na região sudoeste do planalto, fundando os núcleos que receberam a denominação de Água Fria e Santa Gertrudes.

A invasão do Paraguai por ocasião da Guerra do Paraguai, em 1864-1870, determinou o abandono das terras já cultivadas e dos extensos campos de pastagens, onde se iniciava a formação regular de rebanhos, tendo os colonos retornado a Minas Gerais e ao sudoeste de Mato Grosso, até a cessão das hostilidades e consequente retirada dos invasores. João Pedro Fernandes, radicado no lugar denominado São Bento, no atual município de Sidrolândia, em 1922 transferiu-se com o seu comércio-farmácia Santa Rosa ao povoado pertencente ao Município de Nioaque, na margem direita do Rio Brilhante. Algum tempo depois, em consequência de um surto de malária, resolveu estabelecer-se na zona que hoje compreende a cidade de Maracaju, ali instalando a sua farmácia, atendendo assim apelo dos habitantes da redondeza. Data de 1923 a fundação do núcleo que hoje é a cidade de Maracaju. Espírito esclarecedor e empreendedor, João Pedro Fernandes compreendeu a necessidade de instalar uma escola que preenchesse a lacuna então existente. Contando com o apoio dos moradores da região, organizou ele a "Sociedade Incentivadora da Instrução de Maracaju" instalada em 25 de dezembro de 1923. Nestor Pires Barbosa entregou, por doação à sociedade, 204 hectares de terras, para o fim especial de, nelas, serem construídas casas para abrigo das crianças que frequentassem a escola. Mais tarde, foram adquiridos mais duzentas hectares, situadas às margens do Córrego Montavão, sendo, então, edificado um confortável prédio para o funcionamento da escola. A nova povoação que assim surgiu recebeu o nome de Maracaju, topônimo do planalto e da serra em que se localizava.

Os primeiros moradores da região de Maracaju foram: João Pedro Fernandes, Franscisco Bernardes Ferreira, dona Fé Fernandes, Marcos dos Santos, José Pereira da Rosa, Gilberto Teixeira Alves, José Adrião Juquita, Antônio José Fereira, Melanio Garcia Barbosa, José Pereira da Rosa Filho, Antonio Ferreira Ribeiro, Vitor Constantino Evanof, Antônio Aracaju, Saraiva Pereira da Rosa, Firmo Garcia de Limo, Olimpio Camargo, Bartolomeu Bueno da Costa, Abadio Romualdo, João Batista Pereira da Rosa, João Galberto Ferreira, Manoel Retamoso, Carlos Ferreira Tito, Arakaki Tokiti e Delfino Pereira Antonio. A Resolução 912 criou o Município de Nioaque, o distrito de Paz de Maracaju em 8 de Julho de 1 924. O crescente desenvolvimento da localidade em poucos anos de vida, determinou a sua elevação a categoria de Município com território desmembrado do de Nioaque, pela Lei 987, de 7 de julho de 1928, sendo instalada precisamente dois meses depois, isto é, 7 de setembro de 1928. A mesma Lei 987 transferiu para Maracaju a sede da comarca de Nioaque, ficando o município que dava nome reduzido a termo da mesma comarca. O primeiro prefeito municipal que assumiu na data de sua instalação foi João Pedro Fernendes, um dos principais fundadores da cidade, a qual naquele mesma data, recebia a iluminação elétrica em funcionamento inaugural. A Lei 1 031, de 1 de Outubro de 1929 eleva o então povoado à categoria de cidade e dá denominação de Maracajú à comarca de Níoaque com séde em Maracajú. O Decreto nº 115 de 31 de Dezembro de 1937, por medida econômica, reduziu a comarca de Maracajú a termo de Campo Grande. Na divisão jurídica e administrativa do estado vigorante a 31 de Dezembro de 1937, aparece só o Município de Maracaju, com dois distritos: o homônimo, como sede e o de Vista Alegre, criado este pela Resolução 892, de 13 de Julho de 1923. Em 1941, foi instalada, na cidade, a agência do Banco do Brasil e, em 25 de Abril de 1944, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil inaugurou a estação ferroviária de Maracaju, localizada a três quilômetros da cidade, realizações que muito contribuíram para o maior desenvolvimento da mesma (mas o primeiro trem de passageiros teria chegado apenas em 1946), sendo que a linha ficou ativa até 1 de junho de 1996[14] [15] .

Por força do Decreto-Lei Federal 5 839, de 21 de Setembro de 1943, passou a constituir, juntamente com outros municípios, o Território Federal de Ponta Porã, voltando a ser reincorporado ao Estado de Mato Grosso em 1946, por determinação das disposições Constitucionais Transitórias, que extinguira o mencionado Território. Como território federal, a cidade de Maracaju foi designada como capital, determinação essa que foi transferida, posteriormente, para a cidade de Ponta Porã. Na divisão Territorial do estado para vigorar no quinquênio 1949-1953, estabelecida pelo Decreto 583, de 24 de Dezembro de 1948, o Município de Maracaju, com sede da comarca de igual topônimo, era constituído de dois distritos: o da sede e de Ervânia, antiga Vista Alegre. Além dos primeiros moradores de Maracaju, ainda contribuíram, para seu progresso e desenvolvimento, os seguintes cidadãos: Nestor Pires Barbosa, Soriano Corrêa da Silva, Ataliba Pereira da Rosa, João Marcondes de Oliveira, Totó e Chico Marcondes, Francisco Alves Terra, João Vicente Muzzi, Américo Carlos da Costa, Antonio de Moraes Ribeiro, Adolpho Alves Ferreira, Adalberto Garcia de Souza, Arthur Ferreira Ribeiro, josé Ferreira de Lima, Franklin Ferreira Ribeiro, Hypolito Alves Ferreeira, Manoel Olegário da Silva, João da Matra Corrêa da Silva, José Ferreira Azambuja, Balbino Corrêa de Lima, Joaquim Ferreira Lucio, Horacio Halves Ferreira, Antonio Baptista de Souza, Gumercindo Garcia Barbosa, Marcos Roberto Ferreira, Jovino Faustino Silvério e muitos outros.

A partir de 1972 começam a chegar os imigrantes holandeses e o município passa a ser o berço da imigração holandesa no estado. Em 1977, o município passou a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

Política[editar | editar código-fonte]

Na sua história política-administrativa, figuram, como administradores municipais, sucedendo-se cronologicamente, João Pedro Fernandes, Basílio Braum, Jovino Faustino Silvério, Major J. Carlos de Araujo e Silva, João Pedro Fernandes, Manoel Ferreira de Lima, Francisco Bernardes, Sebastião Alves Corrêa, substituído em 1955 por Domingos Marcondes Terra e, posteriormente, Aristides Martins Barbosa, Sebastião Corrêa Bueno, Francisco Bernardes Ferreira, Lourival Duarte de Alvarenga, Luiz Gonzaga Prata Braga, Jair do Couto e, em 15 de novembro de 1988, foi eleito prefeito municipal Luiz Gonzaga Prata Braga, que assumiu o poder executivo municipal em 1 de janeiro de 1989. Rogério Lopes Posser foi eleito em 3 de Outubro de 1992 e empossado em 1 de Janeiro de 1993.

De 1997 a 2004 fica no cargo por dois mandatos consecutivos Reinaldo Azambuja do PSDB. O atual prefeito é Maurilio Azambuja do PMDB

Economia[editar | editar código-fonte]

Com economia baseada na agropecuária, Maracaju passou de 12ª para 6ª maior economia do Estado e teve seu PIB um crescimento recorde, superior a 516%.

Comércio[editar | editar código-fonte]

Maracaju tem um comércio razoavelmente desenvolvido.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Com população de 41 099 habitantes em 2013, o município é o 11º mais populoso do estado[6] e sua densidade é de 7,756 hab/km²[6]

Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]

Religião[editar | editar código-fonte]

Conforme o Censo de 2010 do IBGE, a população de Maracaju (o município) é formada por grupos religiosos como cristãos 88,74%, sendo católicos (61,40%), evangélicos de missão (4,99%), evangélicos de origem pentecostal (13,64%), restauracionistas (0,86%) e outros cristãos (7,68%). Há ainda os reencarnacionistas (1,03%), orientais (0,30%), tradições esotéricas (0,12%), indeterminados (1,98%) e não religiosos (8,01%).[16] [17]

Cristãos[editar | editar código-fonte]

É de longe o maior grupo religioso presente no município, totalizando 88,74% dos seus habitantes.[16] [17]

Católicos[editar | editar código-fonte]

Imagem de Nossa Senhora Aparecida
Imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeiro de Maracaju

Maracaju está localizada no país mais católico do mundo em números absolutos. A Igreja Católica teve seu estatuto jurídico reconhecido pelo governo federal em outubro de 2009,[18] ainda que o Brasil seja atualmente um estado oficialmente laico.[19] .

A Igreja Católica reconhece como padroeiros da cidade Nossa Senhora Aparecida. O município faz parte da Circunscrições eclesiásticas da Regional Oeste I (que atende Mato Grosso do Sul) e de acordo com a divisão resolvida pela Igreja Católica, o município de Maracaju pertence à Província Eclesiática de Campo Grande, mais precisamente à Diocese de Dourados, sendo sede de 1 paróquia. Seu atual bispo é, desde 2001, Dom Redovino Rizzardo. Maracaju possui 61,40% dos seus habitantes, sendo a Católica Apostólica Romana com 60,55%, Católica Apostólica Brasileira com 0,81% e a Católica Ortodoxa com 0,04%.[16] [17]

Templos
  • Igreja de Nossa Senhora Aparecida

Protestantes[editar | editar código-fonte]

Embora seu desenvolvimento tenha sido sobre uma matriz social eminentemente católica, tanto devido à colonização quanto à imigração, é possível encontrar atualmente na cidade dezenas de denominações protestantes diferentes. De acordo com dados do censo de 2010 realizado pelo IBGE, a população local era composta 25,93% de protestantes.[16] [17]

Evangélicos de missão[editar | editar código-fonte]

Os evangélicos de missão totalizam 4,99% da população. Destes, 0,81% são luteranos, 0,93% são presbiterianos, 2,79% são batistas, 0,17% são evangélicos congregacionais e 0,29% são adventistas.[16] [17]

Evangélicos neopentecostais[editar | editar código-fonte]

Os evangélicos neopentecostais totalizam 13,64% da população. Desse total é composto a Igreja Assembléia de Deus (3,39%), Igreja Congregação Cristã do Brasil (1,15%), Igreja Evangelho Quadrangular (0,95%), Igreja Universal do Reino de Deus (1,60%), Igreja Deus é Amor (0,86%), Igreja Comunidade Evangélica (0,44%) e outras (5,25%).[16] [17]

Restauracionista[editar | editar código-fonte]

Representado por 0,86% dos locais. Abrange a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, com 0,50% da população, e as Testemunhas de Jeová, com 0,36%.[16] [17]

Outros cristãos[editar | editar código-fonte]

Em Maracaju existem também cristãos de outras denominações, representado por 7,68% dos habitantes. Destes 7,31% são de outras igrejas evangélicas e 0,37% são de outras religiosidades cristãs.[16] [17]

Outras denominações[editar | editar código-fonte]

O município é representada por variados outros credos, existindo também religiões de várias outras denominações. São elas:

Reencarnacionistas[editar | editar código-fonte]

Possui 1,03% do total, sendo 0,94% espíritas e 0,09% espiritualistas.[16] [17]

Afro-brasileiras[editar | editar código-fonte]

Possui 0,06% do total, sendo 0,04% umbanda e 0,02% outras religiosidades.[16] [17]

Orientais ou asiáticas[editar | editar código-fonte]

Com 0,30% do total, se divide entre o Judaísmo (0,02%), Hinduísmo (0,02%), Budismo (0,16%), Igreja Messiânica Mundial (0,05%) e outras religiões orientais (0,05%).[16] [17]

Tradições esotéricas[editar | editar código-fonte]

Possui 0,12% do total.[16] [17]

Indeterminados[editar | editar código-fonte]

Opções indeterminados respondem por 1,98% da população, sendo os mal-definidos com 1,71% e os que não sabem 0,27%.[16] [17]

Não religiosos[editar | editar código-fonte]

O Grupo das pessoas não religiosas respondem por 8,01% dos locais, sendo os sem religião convictos 7,57%, ateus 0,25% e agnósticos 0,19%.[16] [17]

Urbanização[editar | editar código-fonte]

Domicílios de Maracaju[20]
Total de domicílios 11 072 domicílios
Domicílios particulares 11 047 (99,77%)
Domicílios coletivos 25 (0,23%)
Domicílios por rendimento per capta[21]
Mais de 5 salários
3,33%
De 2 a 5 salários
12,39%
De 1 a 2 salários
26,52%
De 0,5 a 1 salário
33,35%
De 0,25 a 0,5 salários
17,14%
Até 0 25 salários ou sem rendimento
7,28%
Distribuição de classes sociais[21]
Classe A
3,33%
Classe B
12,39%
Classe C
59,87%
Classe D
17,14%
Classe E
7,28%
Classe alta (A - B)
15,72%
Classe média (C - D)
64,6%
Classe consumidora (A - B - C - D)
77,01%
Classe periférica (E)
7,28%

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

BR-267
Placa da entrada da cidade, na BR-267

A cidade ficou conhecida também por ser a única cidade de Mato Grosso do Sul a ter 100% das suas ruas asfaltadas. É a única cidade no estado com seu perímetro urbano totalmente asfaltado, oitava em qualidade de vida no Mato Grosso do Sul, uma cidade com toda estrutura para receber investimentos e empreendimentos.

Turismo e Cultura[editar | editar código-fonte]

É conhecida como a Capital da linguiça. Todo ano, é realizada a Festa da Linguiça de Maracaju. Com receita especial, o embutido ficou famoso ao entrar no Guinness World Records como a maior linguiça contínua do mundo. No ano de 2005, foram produzidas vinte toneladas desta iguaria. Comemora-se, no dia 11 de junho, o aniversário do município.

Na cidade, acontece, ainda, a Festa de São Sebastião.

Cinema[editar | editar código-fonte]

O filme Caingangue, a pontaria do diabo foi produzido na cidade em 1973. O papel principal (Caigangue) foi estrelado por David Cardoso (também maracajuense).[22]

Referências

  1. Gentílico dos municípios de Mato Grosso do Sul - IHGMS (PDF).
  2. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  3. Mapas e rotas Guia 4 Rodas. Visitado em 3 de novembro de 2011.
  4. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 de dezembro de 2010.
  5. Urbanização das cidades brasileiras Embrapa Monitoramento por Satélite. Visitado em 30 de Julho de 2008.
  6. a b c d Estimativa populacional 2013 IBGE Estimativa populacional 2013 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2013). Visitado em 1 de setembro de 2013.
  7. Mato Grosso do Sul Embrapa. Visitado em 19 de julho de 2011.
  8. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  9. Indice GINI Cidade Sat Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2000). Visitado em 6 de agosto de 2011.
  10. a b Produto Interno Bruto dos municípios 2007-2011 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 17 de dezembro de 2013.
  11. Título não preenchido, favor adicionar.
  12. FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 087
  13. Título não preenchido, favor adicionar.
  14. Uma ferrovia entre dois mundos, P. R. Cimó Queiroz, p. 67, UFMS/EDUSC, 2004
  15. Estações Ferroviárias de Mato Grosso do Sul - ramal Ponta Porã.
  16. a b c d e f g h i j k l m n Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2000). População residente por religião. Visitado em 06 de abril de 2012.
  17. a b c d e f g h i j k l m n Censo 2010 - Lista municípios e religiões, Exibir Registro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010). Visitado em 14 de maio de 2013.
  18. Cristiane Agostine (8 de outubro de 2009). Senado aprova acordo com o Vaticano O Globo. Visitado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  19. Fernando Fonseca de Queiroz (outubro de 2005). Brasil: Estado laico e a inconstitucionalidade da existência de símbolos religiosos em prédios públicos Jus Navigandi. Visitado em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  20. População do Brasil Domicílios particulares permanentes Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). Visitado em 5 de agosto de 2011.
  21. a b Classes sociais do Brasil Domicílios particulares permanentes, por classes de rendimento nominal mensal domiciliar per capita - Resultados Preliminares do Universo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2010). Visitado em 3 de agosto de 2011.
  22. Caingangue, a pontaria do diabo (estranhoencontro.blogspot.com/2006/05/caingangue-pontaria-do-diabo.html)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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