Marcello Dantas

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Marcello Dantas (Rio de Janeiro, 1967), é um diretor artístico, ator e curador brasileiro.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Estudou direito em Brasilia, história da Arte em Florença e graduou-se em Filme e Televisão na New York University com pós graduação em telecomunicação interativa pela mesma instituição. Atuou como produtor, designer e curador em diversos projetos.

Como curador no Brasil, foi responsável pelos shows de Bill Viola, Gary Hill, Jenny Holzer, Shirin Neshat, Tunga, Laura Vinci, Angelo Venosa e Arthur Omar.

Como produtor, elaborou exposições de como 50 Years of TV and More, Anos Luz (Light Years – 100 years of Cinema), Me, Getulio; CineCaverna (A Travel through Brazilian Pre-History), Resonâncias de Brasil entre outros, dirigiu óperas como Peter Greenaway and La Fura dels Baus.

Seu currículo apresenta documentários expostos na Bienalle Internationale du Film Sur L'Art - Centre Georges Pompidou em Paris, FestRio, e International Film & TV Festival de Nova Iorque, SEGD (Society for Environmental Graphic Design), Clube de diretores de artes de Nova Iorque (Art Director’s Club of New York) e IDEA award.[1]

No Brasil criou a companhia Magnetoscópio,[2] uma produtora de filmes e eventos culturais, especializado em convergências artística de historia e tecnologia.[3] Em seus 15 anos de carreira, acumulou mais de 35 exposições e 12 documentários[4]

Atuou como diretor artístico do Museu da Língua Portuguesa entre 2001 e 2006. Em 2006 inaugurou a estação Pelé em Berlin.

Em 2007, inaugurou pela CCBB no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, uma exposição sobre comunicação, e em Porto Alegre pelo grupo Grupo RBS.

Em 2008 Dantas criou uma exposição na OCA sobre bossa-nova chamada Bossa na Oca com patrocínio do Banco Itaú.

Referências