Marcelo Yuka

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Marcelo Yuka
Informação geral
Nome completo Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana
Nascimento 31 de dezembro de 1965
Rio de Janeiro
País  Brasil
Ocupação(ões) Baterista, compositor e político
Instrumento(s) Bateria
Afiliação(ões) KMD-5
O Rappa
F.UR.T.O

Marcelo Yuka, nome artístico de Marcelo Fontes do Nascimento Viana de Santa Ana (Rio de Janeiro, 31 de dezembro de 1965), é um músico, pensador e político brasileiro, um dos fundadores da banda O Rappa e, posteriormente, do grupo F.UR.T.O. Anteriormente a O Rappa, ele tocava na banda KMD-5. Era baterista até ser baleado em um assalto na noite do dia 9 de novembro de 2000[1] , fato que o deixou paraplégico e o impossibilitou de tocar bateria.

Notabilizou-se como um dos principais compositores dos anos 90, sendo o autor da maioria das canções do Rappa, falando em suas canções da sociedade e da política, criticando a vida sem justiça que as pessoas levam. Nos dias atuais é líder de uma ONG, de nome homônimo a sua atual banda, F.UR.T.O e luta por maior realização de pesquisas com células tronco, para que estas possibilitem que ele e outros deficientes voltem a andar.

Do Rappa ao F.UR.T.O[editar | editar código-fonte]

Marcelo Yuka foi um dos fundadores do O Rappa. Seguiu na banda até o ano de 2001. O rumo que a banda seguia era dirigido por ele. Com suas letras bem elaboradas e socio-políticas, como Pescador de Ilusões, A Feira, Minha Alma (A paz que eu não quero), O que sobrou do céu, entre outras canções.

Após ficar paraplégico, por causa do tiro levado de um assaltante, e as divergências que se criaram entre ele e o resto dos integrantes, acabou saindo da banda. Depois disso, criou o F.UR.T.O, que faz parte de um projeto social homônimo, que, segundo Yuka, era algo maior do que O Rappa lhe possibilitava.

É dito até hoje que O Rappa segue uma linha ideológica, a qual fora criada por Marcelo Yuka, e não por Falcão, vocalista da banda. A história sempre segue o fio condutor desde seu início

Novos Caminhos[editar | editar código-fonte]

Agora, ele passa por uma nova fase: o discurso, sempre politizado, vem carregado de esperança. Yuka atualmente trabalha em um álbum com o produtor Apollo 9, Canções para depois do ódio, que ressalta sua depressão, tratada com ioga e meditação após um período com consumo excessivo de remédios antidepressivos. A banda A Entidade faz a parte instrumental, e as cantoras Céu e Cibelle estão entre as participações especiais. Paralelamente, Yuka também produz Mestiço, um projeto de "Eletro-indígena-hardcore, com guitarras distorcidas e base eletrônica. As letras são todas sobre a questão indígena". Fora da música, prepara um talk show na PlayTV, Hoje eu desafio o mundo sem sair da minha casa.[2]

Política[editar | editar código-fonte]

Filiado ao PSOL desde 2010, foi convidado por Marcelo Freixo, candidato do partido para o cargo de prefeito nas eleições municipais do Rio de Janeiro, para integrar a chapa como candidato a vice-prefeito[3] .

Referências


Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Marcelo Yuka
Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.