Marcha para o Oeste
A Marcha para o Oeste foi criada pelo governo de Getúlio Vargas para incentivar o progresso e a ocupação do Centro-Oeste, que organizou um plano para que as pessoas migrassem para o centro do Brasil,1 onde havia muitas terras desocupadas. Esse movimento ficou conhecido como Marcha para o Oeste.2
A política do governo Vargas com o intuito de promover a ocupação dos vazios demográficos por meio de absorção dos excedentes populacionais que faziam pressão no Centro-Sul do país, encaminhando-os para áreas que produziam matérias-primas e gêneros alimentícios a baixo custo para subsidiar a implantação da industrialização no sudeste.1
O objetivo fundamental do programa era, sem dúvida alguma, quebrar os desequilíbrios regionais pela implantação de uma política demográfica que incentivasse a migração, na tentativa de diminuir os desequilíbrios existentes entre as diversas regiões do país.
Para que a política de Getúlio desse certo, era necessário a criação de uma base de apoio nos estados periféricos, como Goiás, Mato Grosso e Paraná, que ficariam encarregados pela produção de alimentos e de matérias-primas capazes de abastecer o novo pólo industrial do sudeste.
A ocupação do centro-oeste visava também a ser uma etapa preliminar à ocupação da Amazônia.1
Em Goiás foi instalada a primeira colônia agrícola, em 1941, na cidade de Ceres, a Colônia Agrícola Nacional de Goiás (CANG).
Referências
- ↑ a b c Emerson Santiago (25 de abril de 2010). Marcha para o Oeste (em português). InfoEscla. Página visitada em 23 de agosto de 2012.
- ↑ A Marcha para o Oeste - A maior aventura do século 20 (28/11/2004). Página visitada em 06 de agosto de 2008.
Ligações externas [editar]
- A conquista do Oeste acessado em 6 de agosto de 2008