Marco Lívio Druso, o Censor

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Marco Lívio Druso, o Censor (? — 108 a.C.), em latim M. Livius C.f. M.Aemiliani n. Drusus, ou Marco Lívio, filho de Caio, neto de Marco Emiliano, Druso,[1] foi um político romano do século II a.C.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 123 a.C., o tribuno Caio Graco estava em Cartago, organizando uma colônia, em aplicação da sua lei agrária reformista. Druso foi eleito para servir os interesses da oligarquia, focados em boicotear as reformas e em privar Graco do seu apoio popular.

O tribunado[editar | editar código-fonte]

De acordo com os planos dos seus patronos, Druso propôs criar doze colônias, com 3 000 colonos cada uma, para as classes mais baixas, e reduzir a renda das propriedades distribuídas a partir de 133 a.C. Ainda propôs que os aliados latinos não deveriam ser maltratados pelos generais romanos, em lugar da oferta de cidadania oferecida por Caio Graco. Estas propostas nunca chegaram a ser promulgadas, porque eram uma cortina de fumaça, mas o plano funcionou, porque conseguiu suficiente apoio para vetar a proposta de Caio, que não foi reelegido para um segundo tribunado. No seu lugar foi eleito Druso em 122 a.C. Os interesses de classe impuseram-se nesta ocasião aos do Estado.

Outros cargos políticos[editar | editar código-fonte]

Em 112 a.C., Druso resultou eleito cônsul e lutou na província da Macedônia derrotando os escordiscos, e obrigando-os a cruzar o Danúbio. Em 110 a.C., como procônsul, celebrou triunfo sobre os escordiscos e os macedônios.[2] Em 109 a.C., o censor Marco Emílio Escauro foi forçado a renunciar e, em seu lugar, Druso foi eleito censor, mas morreu enquanto ocupava o cargo.[1]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Referências

Precedido por:
Cneu Papirio Carbão e Caio Cecílio Metelo Caprário
Cônsul da República Romana com Lúcio Calpúrnio Pisão Cesonino
112 a.C.
Sucedido por:

Públio Cornélio Cipião Nasica Serapião e Lúcio Calpúrnio Béstia