Maria Gadú (álbum)

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Maria Gadú
Álbum de estúdio de Maria Gadú
Lançamento 25 de Agosto de 2009
Gravação 11111010001
Gênero(s) MPB
Formato(s) CD, LP[1] e Download digital[2]
Gravadora(s) Som Livre/Polysom
Opiniões da crítica

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Cronologia de Maria Gadú
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Singles de Maria Gadú
  1. "Shimbalaiê (oficial)"
  2. "Linda Rosa (oficial)"
  3. "Ne me quitte pas (promo)"
  4. "A História de Lilly Braun (promo)"
  5. "Dona Cila (oficial)"

Maria Gadú é o primeiro álbum de estúdio da cantora Maria Gadú, lançado em Agosto de 2009 pela Som Livre.[3] No repertório, o hit do álbum "Shimbalaiê", "Dona Cila" (que a cantora fez para a avó) e "Tudo Diferente" (pop de André Carvalho, filho de Dadi). Entre as releituras estão as assinaturas pessoais, recriações de Maria, em "A História de Lilly Braun" (Chico Buarque e Edu Lobo) e uma levada blues de "Baba" (música famosa de Kelly Key).[4]

Faixas[editar | editar código-fonte]

  1. "Bela Flor" - 3:04
  2. "Altar Particular" - 3:07
  3. "Dona Cila" - 3:31
  4. "Shimbalaiê" - 3:17
  5. "Escudos" - 3:23
  6. "Ne me quitte pas" - 4:02
  7. "Tudo Diferente" - 3:07
  8. "Laranja" - 3:04
  9. "Lounge" - 5:00
  10. "Linda Rosa" - 2:40
  11. "Encontro" - 3:26
  12. "A História de Lilly Braun" - 4:15
  13. "Baba" - 3:09

Recepção[editar | editar código-fonte]

O álbum recebeu 3 de 5 estrelas do critico Eduardo Guimarães do Canal Pop. Ele disse que "Apesar das regravações que não agregam nada de bom ao álbum, é nas músicas próprias que Gadú mostra seu potencial e a beleza de seu trabalho". Bom disco com boas composições".[5]

Luiz Felipe Carneiro do site "Esquina da Música" recebeu positivamente o álbum dando 4 de 5 estrelas, o classificando de muito bom. Ele disse: "Maria Gadú", o álbum, de fato, apresenta uma cantora com uma ótima voz, muita personalidade e excelentes canções. Nele, Maria Gadú se mostra absolutamente "pronta", apesar de seus (apenas) 22 anos de idade. O nível de algumas composições chega a impressionar. Como dito, Maria Gadú, em seu álbum de estreia, mostrou uma ótima voz, boas canções e, principalmente, muita personalidade, principalmente pelo fato de ter arriscado um repertório essencialmente autoral. E isso não é pouca coisa".[6]

Sobre as canções, segundo os criticos[editar | editar código-fonte]

  • O samba “Altar Particular” é um triste mas belo sambinha que parece ter sido composto há décadas. Nele Maria Gadú discorre sobre as incertezas após uma decepção amorosa.
  • “Dona Cila”, composição dedicada à avó da cantora, é emotiva sem ser piegas.
  • "Shimbalaiê", com o seu acento afro, é uma das faixas mais deliciosas do disco.
  • "Laranja", conta com a participação especial de Leandro Léo, é a mais pop do álbum, e, talvez por isso, uma das mais fracas do repertório.
  • A singela "Tudo Diferente", composição de André Carvalho, é uma das melhores do álbum.
  • A versão de "Ne me quitte pas", de Jacques Brel, ficou bem diferente daquela que Maysa tornou imortal - pelo menos para nós, brasileiros. Agora, o clássico francês pegou um avião até Buenos Aires, e se encharcou no tango. Apesar de o arranjo um pouco previsível demais, Maria Gadú não imitou Maysa. Mostrou personalidade.
  • "A História de Lily Braun", composição de Chico Buarque e Edu Lobo, tem no arranjo jazz, blues, ou seja lá o que for, ficou semelhante ao original.

Referências

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