Maria Isabel Barreno

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Maria Isabel Barreno
Nascimento 10 de Julho de 1939 (74 anos)
Lisboa
Nacionalidade Portugal Portuguesa
Ocupação Escritora

Maria Isabel Barreno de Faria Martins GOIH (Lisboa, 10 de Julho de 1939) é uma escritora portuguesa.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Histórico-Filosóficas.

Dedicou-se à causa do feminismo tendo feito parte do Movimento Feminista de Portugal juntamente com as escritoras Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, as Três Marias.

A 8 de Março de 2004 foi feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.[1]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Adaptação do Trabalhador de Origem Rural ao Meio Industrial Urbano (1966)
  • A Condição da Mulher Portuguesa (1968) (colaboração)
  • De Noite as Árvores São Negras (1968)
  • Os Outros Legítimos Superiores (1970)
  • Novas Cartas Portuguesas (1971) (Co-autora juntamente com Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa
  • A Morte da Mãe (1972))
  • A Imagem da Mulher na Imprensa (1976)
  • Inventário de Ana (1982)
  • Contos Analógicos (1983)
  • Sinos do Universo (1984)
  • Contos (1985)
  • Célia e Celina (1985)
  • O Outro Desbotado (1986)
  • O Falso Neutro (1989)
  • O Direito ao Presente (1990)
  • Crónica do Tempo (1991) - Prémio Fernando Namora
  • O enviado (1991)
  • O Chão Salgado (1992)
  • Os Sensos Incomuns (1993) - Prémio P.E.N. Clube Português de Ficção, Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco[2]
  • O Senhor das Ilhas (1994)
  • As Vésperas Esquecidas (1999)

Referências


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