Mario Puzo
| Mário Puzo | |
|---|---|
| Nome completo | Mário Gianluigi Puzo |
| Pseudônimo(s) | Mario Cleri |
| Nascimento | 15 de outubro de 1920 Manhattan, Nova Iorque |
| Morte | 2 de julho de 1999 (78 anos) Bay Shore, Nova Iorque |
| Nacionalidade | |
| Cônjuge | Lina Broske |
| Filho(s) | Anthony Puzo, Joseph Puzo, Dorothy Antoinette Puzo, Virginia Erika Puzzo, Eugene Puzo |
| Ocupação | escritor, roteirista |
| Gênero literário | Romance policial |
| Página oficial | www.mariopuzo.com |
Mario Puzo (15 de outubro de 1920 – 2 de julho de 1999) foi um escritor estadunidense conhecido pelo seus livros de ficção acerca da máfia.
Mario Puzo nasceu numa família de imigrantes sicilianos que moravam em Hell´s Kitchen, um bairro de Nova Iorque.Criado num bairro pobre e violento de Manhattan, e atraído desde cedo pelo jogo, paixão que nunca abandonou, desenvolveu também o gosto pela literatura. Quando anunciou para sua família o projeto de se tornar escritor, a declaração foi tomada como uma demonstração de insanidade.Muitos de seus livros descrevem a herança siciliana. Ele entrou na força aérea dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e foi mandado para a Ásia e Alemanha.
Foi na revista "American Vanguard" que Puzo publicou seu primeiro conto, "O último natal" ("The last Christimas"), em 1950. Cinco anos mais tarde, buscando avidamente o sucesso, lançou "A Guerra Suja" ("The Dark Arena") um vigoroso romance sobre um veterano de guerra, desambientado num país em paz. Mas suas pretensões permaneceram frustradas: muito bem recebido pela crítica, o livro passou despercebido pelo grande público.
Em 1965, escreveu "The Fortunate Pilgrim" (br: "O Imigrante Feliz" ou "Mamma Lucia"), com idêntico resultado. Até que surgiu uma oferta irrecusável: um adiantamento de cinco mil dólares para escrever um livro sobre a Máfia. A ideia veio depois que Puzo ouviu sobre a máfia enquanto trabalhava como jornalista. O resultado foi "The Godfather" (br: "O Poderoso Chefão", pt: "O Padrinho", 1969) e uma nova vida para Mario Puzo. Narrando a emocionante e violenta história de Don Vito Corleone, um dos chefes da Máfia, o romance transformou o autor numa celebridade literária.
Sobre seu credo literário, Puzo declarou:
"Tenho duas razões para continuar a escrever as histórias que tenho para contar: primeiro, porque me divirto; e segundo, porque cheguei à conclusão de que ler é muito melhor que comer, beber, jogar e ter mulher. Enfim, tudo o que já conheci na vida."[1]
O Padrinho foi depois adaptado para o cinema pelo diretor Francis Ford Coppola, numa série de três filmes, lançados em 1972, 1974 e 1990, que fizeram imenso sucesso, ganhando diversos Oscar. Os dois primeiros filmes são considerados por muitos críticos de cinema como os maiores de todos os tempos. Puzo ajudou a escrever o roteiro destes filmes, e também se envolveu com outros filmes, como Earthquake, Superman: The Movie, Superman II e Christopher Columbus: The Discovery
Puzo morreu de ataque cardíaco em 2 de julho de 1999, em sua casa em Bay Shore, Long Island, New York. Sua família vive hoje em East Islip, New York.
Índice |
[editar] Lista completa de livros
[editar] Ficção
- The Dark Arena ("A Guerra Suja" no Brasil, 1955)
- The Fortunate Pilgrim ("O Imigrante Feliz" ou "Mamma Lucia" no Brasil, 1965)
- The Runaway Summer of Davie Shaw (livro infantil, 1966)
- Six Graves to Munich (1967), como Mario Cleri
- The Godfather ("O Poderoso Chefão" no Brasil; "O Padrinho" em Portugal)
- Os Tolos Morrem Antes (1978)
- O Siciliano(1984)
- O Quarto K (1991)
- The Last Don (1996) ("O Último Chefão" no Brasil; "O Último Padrinho" em Portugal)
- Omertà (2000)
- Os Bórgias
[editar] Não-ficção
[editar] Ligações externas
- Entrevista em áudio (em inglês)
- Mario Puzo Perfil no Internet Movie Database (em inglês)
- Biografia de Mario Puzo (em inglês)
- Livraria Oficial de Mario Puzo
[editar] Referências
- ↑ Guerra Suja, A - pg. 278, ed. Círculo do Livro