Mario Terán

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Mario Terán foi o sargento do Exército boliviano escolhido para realizar a execução do revolucionário marxista Che Guevara em 9 de outubro de 1967.

Segundo uma confissão escrita que fez aos seus superiores, o militar conta ter se sentido intimidado e tonto com a presença do guerrilheiro. "Quando cheguei, Che estava sentado. Ao me ver, disse: você veio para me matar? Eu me senti envergonhado e abaixei a cabeça sem responder. Não me atrevi a disparar. Nesse momento, vi o Che grande, muito grande. Quando me olhou senti tontura. Eu pensei que, com um movimento rápido, ele poderia tomar a minha arma”.

Segundo o militar, Che teria dito para que ele se acalmasse. Logo depois, veio o primeiro disparo:

“Por favor, acalme-se, você vai matar um homem”, relembra Terán na confissão, citando as palavras de Che. “Então, dei um passo para trás, até a soleira da porta, fechei os olhos e disparei a primeira rajada. Che caiu no chão com as pernas destroçadas, se contorceu e começou a jorrar muito sangue. Recobrei o ânimo e disparei a segunda rajada, que o atingiu seu braço, ombro e coração”.[1]

Mario Terán é casado e tem cinco filhos, e vive secretamente no Paraguai sob o pseudônimo de "Pedro Salazar". Alguns especulam que ele tem um acordo com a CIA dos EUA, que o estaria concedendo proteção, outros acreditam que ele tem medo de uma unidade de Cuba em busca de vingança.

  1. "Jornal espanhol entrevista homem que teria matado Che Guevara". O Globo.