Mark Chapman

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Mark David Chapman
Nome Mark David Chapman
Nascimento 10 de Maio de 1955 (59 anos)
Fort Worth, Estados Unidos
Nacionalidade Povo dos Estados Unidos norte-americano
Crime(s) Assassinato de John Lennon
Pena prisão perpétua (com possibilidade bienal de liberdade condicional após 20 anos de pena)
Situação Cumpre a pena

Mark David Chapman (Fort Worth, 10 de maio de 1955) é um criminoso americano que cumpre pena de 20 anos a prisão perpétua pelo assassinato, em 8 de dezembro de 1980, do cantor, compositor, músico e ex-Beatle John Lennon, em Nova York, com cinco disparos por arma de fogo.

Cumpre pena na prisão de Attica, no estado de Nova York, e teve diversos pedidos de liberdade condicional negados atraves dos anos.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Chapman alegou que cometeu o crime. Sabe-se que "ouvir vozes" (o termo técnico é alucinação auditiva) é um fenômeno concernente a diversos transtornos mentais, podendo ocorrer também com pessoas normais, não sendo este o caso e não ficando provado que era verdade, foi efetivamente condenado.

Chapman matou John Lennon na noite de 8 de dezembro de 1980, numa segunda-feira, pouco antes das 22 horas, em frente ao edifício Dakota, onde o ex-Beatle vivia. Horas antes, Lennon autografara para Chapman uma cópia de seu recém-lançado álbum Double Fantasy.

Entrada do Edifício Dakota, local exato onde John Lennon foi executado.

Mark visitava várias vezes o prédio de John para perguntar dele, dizia-se "um grande fã".

Chapman, então com 25 anos, citou o romance O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger, como inspiração para o crime. O livro trata da história de um adolescente revoltado. Chapman dizia identificar-se com o protagonista do livro, que odiava a falsidade, e desferiu cinco tiros acertando quatro nas costas de Lennon. Mas seu motivo principal foi o facto de Lennon ter dito várias coisas consideradas por Chapman como blasfêmia contra Deus, como se declarar mais popular que Jesus[1] .

Chapman já declarou várias vezes que matou o ex-Beatle porque este era um alvo mais fácil do que outros em quem tinha pensado, como o apresentador de televisão Johnny Carson ou a atriz Elizabeth Taylor.

Numa audiência em 2010, Chapman confessou que o que pretendeu com a morte de Lennon foi ganhar notoriedade. “Senti que matando John Lennon me tornaria alguém e em vez disso tornei-me um assassino, e os assassinos não são alguém”, disse, reconhecendo que foi “uma decisão horrível acabar com a vida de alguém por motivos egoístas.[2]

Prisão[editar | editar código-fonte]

Condenado à prisão perpétua desde seu julgamento em 1981, sua liberdade condicional, com possibilidade bienal permitida a partir do ano 2000 (após vinte anos no cumprimento de sua pena), foi negada sete vezes[3] . Seu mais recente pedido de 23 de Agosto de 2012 foi rejeitado pela sétima vez [4] após uma audiência feita por videoconferência no dia 22 de Agosto de 2012, onde as autoridades informaram em um comunicado que "Sua libertação neste momento afetaria de maneira importante o respeito pela lei e tenderia a banalizar a trágica perda humana que você causou como resultado de seu crime atroz, não provocado, violento, frio e calculado"[5] . A próxima audiência está marcada para Agosto de 2014[6] .

2014 - Nova York - As autoridades penitenciárias do estado de Nova York negaram pela oitava vez o pedido de liberdade de Mark David Chapman, assassino de John Lennon.

"O pedido foi rejeitado. Após uma análise (...) o painel determinou que, se for liberado, há uma probabilidade razoável de que não viva em liberdade sem violar a lei, e sua libertação seria incompatível com o bem-estar da sociedade (...)", explicou a comissão que revisou sua pena.

Mark David Chapman, de 59 anos, foi interrogado por videoconferência na quarta-feira (20/8) de sua cela na prisão de segurança máxima de Wende, em Alden, no estado de Nova York. A próxima audiência está marcada para agosto de 2016.

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Referências

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