Marquês de Angeja

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Marquês de Angeja é um título nobiliárquico de juro e herdade com Honras de Parente criado por D. João V de Portugal, por carta de 21 de Janeiro de 1714, a favor de D. Pedro António de Menezes Noronha de Albuquerque, 2º conde e 13º Senhor de Vila Verde. Era filho de D. António de Noronha, 1.º conde e 12.º Senhor de Vila Verde.

Marqueses de Angeja[editar | editar código-fonte]

  1. D. Pedro António de Menezes Noronha de Albuquerque (1661-1731), 2º conde e 13º Senhor de Vila Verde, tendo sido vice-rei da Índia e do Brasil;
  2. D. António de Noronha de Albuquerque (1680-1735), 3º conde e 14º Senhor de Vila Verde ;
  3. D. Pedro José de Noronha Camões de Albuquerque Moniz e Sousa (1716-1788), 4.º conde e 15º Senhor de Vila Verde;
  4. D. José Xavier de Noronha Camões de Albuquerque de Sousa Moniz (1741-1811), 6.º conde e 16º Senhor de Vila Verde;
  5. D. Pedro José de Noronha (1771-1804), 7.º conde e 17º Senhor de Vila Verde;
  6. D. João de Noronha Camões de Albuquerque Sousa Moniz (1788-1827), 9.º conde e 18.º Senhor de Vila Verde; irmão do predecessor em virtude deste não ter deixado descendência;
  7. D. Maria do Carmo de Noronha Camões e Albuquerque (1813-1833), 10.ª condessa de Vila Verde;
  8. D. Caetano Gaspar de Almeida Noronha Portugal Camões Albuquerque Moniz e Sousa (1820-1881), 3.º conde de Peniche e 19.º Senhor de Vila Verde; primo da predecessora em virtude desta não ter deixado descendência; em outubro de 1872, é julgado pela Câmara dos Pares, presidida pelo duque de Ávila e Bolama, devido à participação no levantamento conhecido como A Pavorosa, em julho do mesmo ano;
  9. D. Manuel Gaspar de Almeida Noronha Portugal Camões de Albuquerque Moniz e Sousa (1845-1901).

Após a proclamação da República e o fim do sistema nobiliárquico, foi pretendente ao título D. Manuel de Almeida e Noronha de Azevedo Coutinho (1953-2004), bisneto do predecessor