Massacre de Halabja

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Rwandan Genocide Murambi skulls.jpg
Genocídios
De armênios no Império Otomano
Quando: 1915
Estimativa de mortos: 1,5 milhão
De assírios no Império Otomano
Quando: 1915
Estimativa de mortos: 500 a 750 mil
De ucranianos na Ucrânia
Quando: 1932-1933
Estimativa de mortos: Entre 2,6 milhões e 10 milhões
De judeus na Europa
Quando: 1941-1945
Estimativa de mortos: 6 milhões
De dissidentes políticos e minorias no Camboja
Quando: 1975-1979
Estimativa de mortos: 2 milhões
(25% da população à época)
De minorias em Kosovo
Quando: 1997-1999
Estimativa de mortos: 300 mil
De tutsis em Ruanda
Quando: 1994
Estimativa de mortos: 800 mil
Em grupos não-muçulmanos em Dahfur
Quando: 2003 - até hoje
Estimativa de mortos: 400 mil

O ataque com gás venenoso em Halabja (em curdo: Kîmyabarana Helebce), também conhecido como massacre de Halabja ou sexta-feira sangrenta,1 foi um incidente que ocorreu em 16 de março de 1988, durante o encerramento da Guerra Irã-Iraque, quando foram utilizadas armas químicas pelas forças do governo iraquiano na cidade curda de Halabja, no Curdistão iraquiano.

O ataque matou entre 3.200 e 5.000 pessoas e feriu cerca de 7.000 e mais 10.000, a maioria civis;. 1 2 , milhares morreram de complicações e doenças congênitas nos anos depois do ataque. O incidente, que foi oficialmente definido como um ato de genocídio contra o povo curdo no Iraque, 3 foi e ainda continua sendo o maior ataque de armas químicas contra uma área com população civil na história .4

O ataque em Halabja foi reconhecido como um evento separado do Genocídio Anfal, que também foi levado a cabo contra o povo curdo pelo regime iraquiano de Saddam Hussein.5 O Alto Tribunal Penal iraquiano reconheceu o massacre de Halabja, como ato de genocídio em 1 de março de 2010, uma decisão bem acolhida pelo Governo Regional do Curdistão.6 O ataque também foi condenado como um crime contra a humanidade pelo Parlamento do Canadá.7

Uma rua de Halabja após o ataque

Ver também [editar]

Referências