Massacre de Halabja

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Buchenwald-bei-Weimar-am-24-April-1945.jpg

Corpos de prisioneiros do campo de concentração de
Buchenwald após o fim da Segunda Guerra Mundial

Principais genocídios
 •De armênios no Império Otomano (1915)
Estimativa de mortos: 1,5 milhão
 •De assírios no Império Otomano (1915)
Estimativa de mortos: 500 a 750 mil
 •De ucranianos na Ucrânia (1932-1933)
Estimativa de mortos: 2,6 a 10 milhões
 •De judeus na Europa (1939-1945)
Estimativa de mortos: 6 milhões
 •De minorias no Camboja (1975-1979)
Estimativa de mortos: 2 milhões
(25% da população à época)
 •De minorias em Kosovo (1997-1999)
Estimativa de mortos: 300 mil
 •De tutsis em Ruanda (1994)
Estimativa de mortos: 800 mil
 •De minorias em Dahfur (2003-atual)
Estimativa de mortos: 400 mil

Crianças mortas no ataque a Halabja.

O ataque com gás venenoso em Halabja (em curdo: Kîmyabarana Helebce), também conhecido como massacre de Halabja ou sexta-feira sangrenta,[1] foi um incidente que ocorreu em 16 de março de 1988, durante o encerramento da Guerra Irã-Iraque, quando foram utilizadas armas químicas pelas forças do governo iraquiano na cidade curda de Halabja, no Curdistão iraquiano.

O ataque matou entre 3.200 e 5.000 pessoas e feriu cerca de 7.000 e mais 10.000, a maioria civis;. [1] [2] , milhares morreram de complicações e doenças congênitas nos anos depois do ataque. O incidente, que foi oficialmente definido como um ato de genocídio contra o povo curdo no Iraque, [3] foi e ainda continua sendo o maior ataque de armas químicas contra uma área com população civil na história .[4]

O ataque em Halabja foi reconhecido como um evento separado do Genocídio Anfal, que também foi levado a cabo contra o povo curdo pelo regime iraquiano de Saddam Hussein.[5] O Alto Tribunal Penal iraquiano reconheceu o massacre de Halabja, como ato de genocídio em 1 de março de 2010, uma decisão bem acolhida pelo Governo Regional do Curdistão.[6] O ataque também foi condenado como um crime contra a humanidade pelo Parlamento do Canadá.[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências