Mathieu Amalric

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Mathieu Amalric

Mathieu Amalric (Neuilly-sur-Seine, 25 de outubro de 1965) é um ator e cineasta francês. Recebeu o troféu César de melhor ator coadjuvante em 1997 pelo filme Comment je me suis disputé...(ma vie sexuelle), de Arnaud Desplechin, e depois duas vezes o de melhor ator: em 2005, por Rois et Reine, também de Arnaud Desplechin, e em 2008 por O Escafandro e a Borboleta, de Julian Schnabel.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Mathieu Amalric é filho de Jacques Amalric, correspondente internacional do jornal Le Monde e editorialista no Libération, e de Nicole Zand, crítica literária no jornal Le Monde. Tem dois filhos com Jeanne Balibar, da qual se separou no início dos anos 2000.

Depois de fazer aulas preparatórias literárias, ele começou no cinema como contra-regra. Em 1996, estreou em Diário de um Sedutor, de Danielle Dubroux. No ano seguinte, recebeu o papel de Paul Dedalus em Comment je me suis disputé...(ma vie sexuelle), com o qual despontaria em sua carreira. No fim dos anos 1990, Amalric se impôs como uma das maiores revelações aos atores do cinema francês, interpretando geralmente tipos intelectuais fantásticos, exuberantes ou depressivos.

Como diretor de cinema, Mathieu Amalric fez o filme autobiográfico Tome sua sopa em 1997. Em 2003, apresentou La Chose publique na Quinzena de Realizadores do Festival de Cannes.

Em 2008, Mathieu Amalric obteve seu segundo César no papel do jornalista Jean-Dominique Bauby, vítima da síndrome locked-in, no filme O Escafandro e a Borboleta. Sua ausência na Cerimônia do César foi explicada pelo fato de estar gravando no Panamá um papel de vilão em um filme de James Bond.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Ator[editar | editar código-fonte]

Curtas-metragens :

Diretor[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]