Max Amann

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Max Amann
Nome completo Max Amann
Nascimento 24 de novembro de 1891
Munique
Morte 30 de março de 1957 (65 anos)
Munique
Nacionalidade Alemanha alemão
Ocupação editor

Max Amann (24 de novembro de 189130 de março de 1957) foi um político, jornalista e oficial nazista, com o título honorário de SS-Obergruppenführer.

História[editar | editar código-fonte]

Amann nasceu em Munique; durante a I Guerra Mundial, foi sargento de Adolf Hitler; tornou-se presidente do Partido Nazista alemão em 1922, e presidente da Reichspressekammer ("Câmara de Cultura do Reich") em 1933. Também chefiou a editora Franz-Eher-Verlag, a qual, entre outras coisas, publicou a revista dos SS, Das Schwarze Korps. Talvez a maior contribuição de Amann para a História tenha sido convencer Hitler a mudar o título do seu primeiro livro, de Quatro Anos e Meio (de Luta) contra Mentiras, Estupidez e Covardia para Mein Kampf ("Minha Luta"), o qual ele também publicou e que tornou-se uma grande fonte de renda da Eher-Verlag.

Durante o Terceiro Reich, ele converteu-se (através de expropriações forçadas) no maior editor de jornais da Alemanha e lucrou imensamente com o nazismo. Nesta função, estabeleceu o controle nazista sobre a indústria gráfica e gradualmente fechou os jornais que não apoiavam integralmente o regime de Adolf Hitler.

Todavia, como autoridade do partido, Amann carecia de talento, sendo um orador e debatedor limitado. Além disso, sua grafia era praticamente ilegível, de forma que seu assistente, Rolf Rienhardt, realizava estas tarefas para ele.[1]

Preso pelas tropas aliadas no fim da guerra, Amann foi considerado culpado de ser um Hauptschuldiger (Figura Proeminente do Partido) e condenado a dez anos de prisão num campo de trabalhos forçados em 8 de setembro de 1948, mas foi libertado em 1953. Perdeu todas as suas propriedades e direito a pensão, e morreu na miséria em Munique.

Referências

  1. Hale, Oron. J. The Captive Press in the Third Reich. Princeton, 1964, p. 28

Ligações externas[editar | editar código-fonte]