Medeiros e Albuquerque

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Medeiros e Albuquerque Academia Brasileira de Letras
Nome completo José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque
Nascimento 4 de setembro de 1867
Recife
Morte 9 de junho de 1934 (66 anos)
Rio de Janeiro
Nacionalidade  Brasileiro
Ocupação Funcionário público, jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista

José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (Recife, 4 de setembro de 1867Rio de Janeiro, 9 de junho de 1934) foi um funcionário público, jornalista, professor, político, contista, poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista brasileiro.

Filho de José Joaquim de Campos de Medeiros e Albuquerque.

É o autor da letra do Hino da Proclamação da República. Na imprensa, escreveu também sob os pseudônimos Armando Quevedo, Atásius Noll, J. dos Santos, Max, Rifiúfio Singapura. Membro da Academia das Ciências de Lisboa.

Obras publicadas[editar]

  • Pecados (1889)
  • Canções da decadência (1889)
  • Um homem prático (1898)
  • Mãe Tapuia (1900)
  • Poesias 1893-1901 (1904)
  • Contos escolhidos (1907)
  • Em voz alta (1909)
  • O escândalo (1910)
  • O silêncio é de ouro (1912)
  • Pontos de vista (1913)
  • O regime presidencial no Brasil (1914)
  • Marta (1920)
  • Páginas de crítica (1920)
  • Mistério, (co-autor) (1921)
  • O Hipnotismo (1921)
  • Fim (1922)
  • Graves e fúteis (1922)
  • Teatro meu... e dos outros (1923)
  • Poemas sem versos (1924)
  • O assassinato do general (1926)
  • Por alheias terras... (1931)
  • O umbigo de Adão (1932)
  • Se eu fosse Sherlock Holmes (1932)
  • Parlamentarismo e presidencialismo (1932)
  • Quando eu falava de amor (1933)
  • Minha vida: da infância à mocidade 1867-1934 (2 vols.) (1933/1934)
  • Laura (1933)
  • Surpresas (1934)
  • Segredo conjugal, (co-autor) (1934)
  • Homens e coisas da Academia (1934)
  • Quando eu era vivo... 1867 a 1934 (edição póstuma) (1942).

Lorbeerkranz.png Academia Brasileira de Letras[editar]

Em 1896 e 1897, compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira de Letras. É o fundador da cadeira 22, que tem como patrono José Bonifácio, o Moço.

Ligações externas[editar]

Precedido por
José Bonifácio, o Moço
(patrono)
Lorbeerkranz.png ABL - fundador da cadeira 22
18971934
Sucedido por
Miguel Osório de Almeida
Precedido por
Afrânio Peixoto
Presidente da Academia Brasileira de Letras
1923
Sucedido por
Afrânio Peixoto