Medicina ortomolecular

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A Medicina ortomolecular (pronuncia-se ôrto ou órto) é uma prática de Medicina Alternativa que afirma que as doenças são resultado de desequilíbrios químicos. Tal prática é proibida pelo Conselho Federal de Medicina brasileiro[1] por ser considerada sem bases científicas.

Essa prática tem suas raízes quando, nos anos de 1950, uma série de psiquiatras criaram a terapia megavitamínica, que consistia na aplicação de dosagens massivas de vitamina B3 em pacientes psiquiátricos[2] . Com o tempo, a terapia foi ampliada e passou a usar outras vitaminas, minerais, hormônios e dietas, combinados com medicamentos e com eletroconvulsoterapia (eletrochoque).

No início da década de 1980, uma força tarefa da Associação Psiquiátrica Americana analisou a literatura produzida pelos defensores dessa terapia e concluiu que suas alegações não tem credibilidade, classificando a vasta campanha de publicidade utilizada por eles como deplorável[2] .

Referências

Ícone de esboço Este artigo sobre Medicina é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.