Melânia, a Velha

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Melânia, a Velha
Afresco de Melânia, a Velha
Nascimento 342
Morte 410 em Jerusalém
Veneração por Igreja Ortodoxa
Festa litúrgica 8 de junho
Gloriole.svg Portal dos Santos

Melânia, a Velha (342 - 410) foi uma mulher rica e nobre filha de um cônsul e esposa de um prefeito pretoriano (casou-se aos 14 anos quando mudou-se para Roma); nasceu na Hispânia. Após a morte de seu marido Valério Máximo e dois de seus três filhos consecutivamente, Melânia (agora com 22 anos) converteu-se ao cristianismo[1] e peregrinou ao Egito e a Terra Santa; colocou seu filho (de 10 anos) sob cuidados de um tutor e distribuiu parte de suas posses. No Egito além de tornar-se padroeira de Rufino, apoiou um grupo de clérigos que haviam sido perseguidos pelo imperador Valente.[2]

Com a expulsão dos clérigos ortodoxos do Egito, Melânia foi para Jerusalém onde, no Monte das Oliveiras, criou um mosteiro que abrigou cerca de 50 freiras;[1] posteriormente fundou outros mosteiros. Melânia criou amizade com Paula e Jerônimo até o último entrar em rixa com Rufino. Em uma visita à Roma para ver seu filho encontrou-se com sua neta Melânia que, por intermédio de sua avó, converteu-se ao cristianismo e seguiu vocação religiosa sendo conhecida como Melânia, a Jovem. Ambas Melânias seguiram para o oriente via África onde Melânia, a Velha entrega a Agostinho uma carta de Paulino de Nola. Melânia, a Velha morre tempos depois em Jerusalém (c. 410).[2]

Referências

  1. a b St. Melania the Elder (em inglês). Página visitada em 04-10-2012.
  2. a b Melania the Elder (em inglês). Página visitada em 02-10-2012.