Memória da água

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Em homeopatia, a memória da água refere-se a capacidade desta de reter propriedades de substâncias que estiveram diluídas nela, mas não encontram-se mais ali. A teoria foi colocada pelo imunologista Jacques Benveniste na revista Nature em 1988.1 Este efeito é conseguido através da dinamização, onde as substâncias diluídas em água são agitadas vigorosamente (sucussão), através de técnica descrita em Farmacopeias e assim passam sua energia para a água.2

Funcionamento [editar]

Diluir e fazer sucussão formam um análogo a hidratos de clatrato que podem multiplicar-se.3 Portanto formam-se estruturas chamadas de nano-cristaloides a partir de minerais, vegetais e animais diluidos na água ou álcool.3 Estes nano-cristaloides emitem sinais eletromagnéticos, que podem integir com as células de um organismo.3 Uma pequena molécula da tintura original fica retida dentro de uma estutura chamada de nano-bolha, formada pelas ligações de hidrogênio das moléculas da água.3 Os movimentos da sucussão fazem estas estruturas colidirem o que forma uma espécie de hiper-próton ou buraco branco onde não existe matéria, mas a capacidade de emitir radiação sim (Trítio tipo β).3

Referências [editar]

  1. NOGUEIRA, Salvador (10 de março de 2005). Memória" da água é curta, afirma estudo. Folha Online. Página visitada em 07/01/2012.
  2. Farmacopeia Brasileira Terceira edição
  3. a b c d e Associação Portuguesa de Homeopatia. A ciência na homeopatia. Acesso em 17 de janeiro de 2012

Ligações externas [editar]