Meningioma

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Meningioma é um tumor.Na maioria das casuísticas de neoplasias do canal espinhal, medula espinhal e leptomeninges, os meningiomas compreendem 25%. A incidência de meningiomas múltiplos é pequena quando comparada com sua freqüência isolada. Na maioria dos casos, a ocorrência múltipla é intracraniana e espinhal. Meningiomas múltiplos localizados exclusivamente no canal raqueano são extremamente raros. Relatamos o caso de homem de 33 anos com 23 tumores, localizados na região torácica espinhal. (AU) O termo meningioma é o nome para tumor nas meninges (tecido que reveste a superfície exterior do cérebro), que geralmente são benignos. Eles podem variar muito no tamanho, de poucos milímetros a muitos centímetros. Os sintomas são causados pela compressão do cérebro ou canal vertebral. Os meningiomas constituem 10 % dos tumores intracranianos. São mais comuns entre os quarenta e sessenta anos de vida e em mulheres.

Causas[editar | editar código-fonte]

A causa do meningioma é desconhecida. Alguns fatores podem influenciar na formação do tumor, como radiação, principalmente em crianças; após uma fratura; pacientes com a Síndrome Von Recklinghausen também tendem a desenvolver vários meningiomas; além de fatores hormonais.

Diagnóstico[editar | editar código-fonte]

Os meningiomas podem ser detectados através de radiografia de crânio. A TC mostra o tumor como uma massa homogênea densa e bem delimitada. A RMN com contraste demonstra a relação entre o meningioma com as estruturas vascular e neural. E finalmente, a angiografia, demonstra se há a vascularização do tumor.

Tratamento[editar | editar código-fonte]

As opções de tratamento incluem observação, cirurgia e radiação. Tumores pequenos, em pessoas idosas sem sintomas, podem ser observados por RMs anuais. Como esses tumores são benignos e de crescimento lento, eles podem não causar nenhum problema para o paciente. Entretanto, em pacientes jovens, quando causam sintomas (inclusive convulsões) e estão em lugares críticos, a cirurgia é a melhor opção. Se os tumores estão em regiões de difícil acesso ou pacientes com riscos cirúrgicos, a radioterapia é indicada. Terapia hormonal com antiestrogênio é uma possibilidade alternativa, porém ainda não há resultados comprovados sobre este tratamento. Se houve ressecção completa do tumor, haverá resolução dos déficits neurológicos e recuperação permanente. Porém a recidiva do tumor é comum.


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