Mercado consumidor

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Mercado consumidor: é um termo utilizado quando se refere aos consumidores segmento ou à própria população economicamente ativa de um país que compre ou utilize os produtos de empresas específicas. Ou seja, todas as pessoas que tenham um poder de compra.

Alguém vende algo, outro alguém precisa deste algo, no momento que ambos se encontram, temos o mercado. Se dissermos que mercado é o ponto de encontro entre oferta e procura, não estamos errados, como também seremos precisos se dissermos que mercado é a relação entre a oferta e a procura.

O consumidor como pessoa física, se preocupa com a aplicação de sua renda ou salário, é individualista. O empreendedor tem o enfoque diferente em relação ao mercado: percebe as necessidades de seus clientes e procura supri-las objetivando a plena satisfação deles. No geral essa interação com o mercado é mais empolgante do que o resultado favorável do empreendimento.

Ele, o mercado, não é estático, aliás, é muito dinâmico e há de se estar atento a ele para ir se adaptando na medida em que os primeiros sinais de mudanças surgem. Todo aquele que não se adequou ao mercado, fechou, já que ele é instável e muda de direção tal qual um bando de aves. E também tem muito a ver com a antiga burguesia européia.


Atualmente, o mercado consumidor está muito exigente. A globalização afeta diretamente a competitividade entre as empresas. Essa competitividade tem exigido das empresas a busca contínua em aprimorar a qualidade em todos os processos e atividades que executam, a fim de alcançar a aceitação dos seus produtos e/ou serviços, a permanência no mercado que atuam, e também seus objetivos almejados. Alguns dos aspectos que influenciam fortemente a obtenção desses objetivos são aqueles que dizem respeito à análise dos custos e suas influências nas decisões que impactam a formação do preço de venda. O preço de venda, no passado foi muitas vezes definido e analisado de forma empírica, com base em informações e dados subjetivos. Este tipo de análise e decisão não mais atende as necessidades que a competitividade trouxe, principalmente em períodos recessivos e de crise, quando a demanda cai de forma relevante, surgindo uma verdadeira “briga de preços”, fato que permite, por exemplo, a existência de duas empresas com a mesma estrutura física e de recursos financeiros, praticando preços muito diferentes. Percebe-se então que o preço de venda não pode mais ser objeto de decisões empíricas, mas, sobretudo, objeto de estudo, o que torna necessário conhecer todos os elementos que o compõem, sejam internos ou externos. E como muitas vezes o mercado exige e até define o preço de venda, é imprescindível o conhecimento de todos os custos e despesas da empresa, e mais do que isto é fundamental a correta mensuração e rateio destes custos aos produtos e/ou serviços vendidos. Somente com estas informações teremos um cenário real de nosso negócio, e não trabalharemos no “escuro”. www.consistencyrh.com.br Por isso a necessidade de conhecer não somente a metodologia de formação de preços de venda, mas também definir qual sistema de rateio de custos mais se adequa à sua realidade. Não existe fórmula ideal para mensuração de custos e formação de preço de venda. É imprescindível conhecer as metodologias para estas análises e usufruirmos os benefícios proporcionados pelo seu uso e assim garantirmos uma maior competitividade no mercado. Autor: ANDRÉ LUIS GAEDKE Pós-graduando em Gestão do Capital Humano – FAPA.

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