Mesquita Hassan II

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Mesquita Hassan II
Fachada e o único minarete da Mesquita Hassan II.
Coordenadas 33° 36′ N 7° 37′ W
Local Casablanca,  Marrocos
Construção 1986 - 1993
Fundação 30 de agosto de 1993
Tradição Islão
Liderança Rei Mohammed VI
Arquiteto Michel Pinseau
Estilo dominante Ibérico Al-Andalus
Mouro
Capacidade 105 000
Altura 210 m

A Mesquita Hassan II (árabe: مسجد الحسن الثاني) é uma grande mesquita da cidade de Casablanca (Marrocos) no Boulevard Sidi Mohammed Ben Abdallah (direcção Aïn Diab) e é o mais alto templo do mundo (os lasers emitidos do minarete de 200 m de altura podem ser vistos de vários quilómetros), e o segundo maior (depois da mesquita de Meca. Conta com as últimas tecnologias como resistência sísmica, tecto que se abre automaticamente, soalho aquecido e portas eléctricas. É das poucas mesquitas do mundo muçulmano que permite a visita a turistas não muçulmanos.

Construção[editar | editar código-fonte]

Foi desenhada pelo arquitecto francês Michel Pinseau e os trabalhos de construção começaram em 12 de Julho de 1985. Foi inaugurada em 30 de Agosto de 1993. Nos trabalhos de construção estiveram envolvidas cerca de 2500 pessoas e 10000 artesãos marroquinos, que trabalharam com mármore, granito, madeira, mosaicos, estuque e outros materiais para elaborar os tectos, pavimentos, colunas, etc. O custo aproximado da mesquita foi de 5494 milhões de dirham (cerca de 504,85 milhões de euros). A sua localização (junto ao mar) deve-se a Hassan II se ter inspirado no seguinte versículo do Corão: "O trono de Deus encontrava-se sobre a água".

Usos[editar | editar código-fonte]

Além de servir como mesquita sobretudo às sextas-feiras, quando é capaz de albergar até 100 000 fiéis: 80 000 no pátio e 25 000 na sala de orações), o edifício tem outras funções: una madrassa (escola corânica), salas de conferências, hammams (banhos), bibliotecas especializadas e um estacionamento subterrâneo.

Críticas[editar | editar código-fonte]

A construção foi muito criticada por certos sectores da sociedade marroquina, pelo enorme custo, e pela demolição das casas que se encontravam no lugar, embora fosse um bairro de barracas.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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