Metrô de Belo Horizonte
| Metrô de Belo Horizonte | |
|---|---|
| Informações | |
| Local | Belo Horizonte e Contagem |
| Tipo de transporte | Metroferroviário1 |
| Número de linhas | 1 em operação, 2 em projeto |
| Tráfego | 241.624 passageiros dia2 |
| Website | http://www.metrobh.gov.br http://www.metrominas.mg.gov.br |
| Funcionamento | |
| Início de funcionamento | 1 de agosto de 1986 |
| Operadora(s) | CBTU/Metrô BH |
| Headway | 4 a 10 minutos |
| Dados técnicos | |
| Extensão do sistema | 28,2 km |
| Bitola | 1600 mm |
| Velocidade média | 40 km/h |
| Velocidade máxima | 80 km/h |
O Metrô de Belo Horizonte é o sistema de metroferroviário operante na cidade de Belo Horizonte, operado pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos, através da Superintendência de Trens Urbanos de Belo Horizonte (STU/BH). Possui atualmente 28,2km de extensão, com perspectivas de expansão graças aos recursos garantidos pelo Ministério das Cidades. Além de Belo Horizonte, o sistema também atende o município de Contagem, tendo uma das dezenove estações do sistema em seus limites, a Estação Eldorado. Diariamente, cerca de 234 mil pessoas utilizam o Metrô de Belo Horizonte, sendo atualmente o quarto maior sistema operante no Brasil. O maior recorde de usuários transportados por dia foi em 8 de Maio de 2013, com 241.625 passageiros, quase cinco mil a mais que o recorde anterior (237.011), alcançado oito dias antes.3
O sistema começou a operar comercialmente em Agosto de 1986, com base em um projeto que previa a implantação de uma rede de transporte sobre trilhos de 37km, dividos em dois ramais, Eldorado-São Gabriel e Barreiro-Calafate. Inicialmente, apenas o trecho Eldorado-Lagoinha foi implantado. Mais tarde, mais trechos foram entregues, porém fora do cronograma previsto. Somente em 2002, as atuais 19 estações do sistema foram entregues e apenas em 2005 que o Metrô de Belo Horizonte passou a operar em atividade plena. O ramal Barreiro-Calafate (atualmente Barreiro-Nova Suíssa) chegou a ser iniciado em 1998, mas a obra foi paralisada em 2003, e nunca foi concluída.4
Em 2011, a presidenta Dilma Rousseff anunciou a liberação de 3,16 bilhões de reais em recursos para a modernização e ampliação do sistema em Belo Horizonte. Tais recursos são provenientes do PAC Transportes, sendo 1 bilhão vindos do governo federal, outros 1,1 bilhão da iniciativa privada e o restante vindos de financiamentos5 . Os investimentos foram destinados à modernização e ampliação do ramal existente (Eldorado-Vilarinho), a retomada do ramal Barreiro-Calafate e a implantação do ramal subterrâneo Savassi-Lagoinha. As obras estão em processo de licitação e devem ser iniciadas ainda em 2014, com previsão de inauguração em 2016 para as linhas 1 e 2 e em 2017 para a Linha 36 . Após essa modernização, o Metrô de Belo Horizonte deve transportar cerca de 980 mil passageiros por dia, com 44 quilômetros de extenção, trinta e uma estações e 40 composições de 6 vagões cada7 .
Índice |
História[editar]
1981-2001: Projeto e Implantação[editar]
No final dos anos 70, o GEIPOT, órgão de planejamento do Ministério dos Transportes, foi incumbido de desenvolver um projeto para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) que equacionasse o estrangulamento da capacidade de transporte de cargas ferroviárias que ocorria na região, eliminasse as “passagens de nível” no meio urbano, cortado pela via férrea, e melhorasse o transporte ferroviário de passageiros.
Na RMBH, encontra-se o entroncamento ferroviário mais importante do País, interligando, sem alternativa, o norte ao sul e o leste ao oeste do Brasil. Por ter que compartilhar numa linha singela os transportes ferroviários de carga e passageiros, as vias deste entroncamento apresentavam uma capacidade limitada de transporte, inferior às demandas existentes. Em face de tais problemas, o GEIPOT desenvolveu um projeto que buscava uma solução conjunta para carga e passageiros, duplicando e segregando as linhas e descartando a idéia anterior, que era a construção de um anel ferroviário contornando a RMBH, de custo de implantação inviável.
O sistema de transporte urbano de passageiros sobre trilhos foi projetado na mesma diretriz do leito ferroviário já existente, reduzindo-se assim, o custo de implantação e equacionando o problema da travessia ferroviária da RMBH. A carga foi mantida em seu leito original, mas com linha exclusiva e retificação de alguns trechos.
O projeto foi desenvolvido com os seguintes objetivos básicos:
- Implantar um sistema de transporte urbano sobre trilhos com características metroviárias que atendesse à população da área de influência direta e indireta das linhas já existentes da RFFSA.
- Melhorar as condições operacionais das linhas de carga que cortam a Região Metropolitana, eliminando as passagens de nível e ampliando a capacidade de transporte de 5 milhões de t/ano para 30 milhões na primeira fase e para 60 milhões de t/ano com a duplicação da linha.
- Racionalizar e modernizar o sistema de transporte urbano da RMBH, proporcionando maior fluidez ao tráfego rodoviário, a reconstituição da malha viária seccionada em nível pelas vias férreas, economia de combustíveis e redução dos índices de poluição sonora e atmosférica.
O projeto original previa, inicialmente, uma ligação entre Betim, a oeste, e o bairro São Gabriel, ao norte de Belo Horizonte, com um ramal para o Barreiro, a sudoeste, totalizando 60km de plataforma ferroviária em faixa totalmente vedada, transposições inferiores e superiores para veículos e pedestres.
Foram previstas 22 estações, 25 Trens unidades elétricas, oficinas, pátios, terminais de integração intermodal, instalações de apoio, além dos sistemas de energia, supervisão, controle e telecomunicações.
As obras foram iniciadas em 1981, com um cronograma para a conclusão em 1986, do trecho definido como prioritário de 37km, compreendendo os percursos Eldorado/São Gabriel com 26,5 km de linha dupla, incluindo as linhas do pátio de manutenção do bairro São Gabriel e o ramal Calafate/Barreiro com 10,5km.
Os recursos para implantação do Metrô deveriam vir do PME (Programa de Mobilização Energética) e financiamento do Governo Francês para aquisições de equipamentos para os sistemas de sinalização, telecomunicação, energia e parte do material rodante, com uma contrapartida do Governo Federal, para execução de obras civis, infra-estrutura, superestrutura, desapropriações e montagem dos trens.
A parcela dos recursos franceses foi recebida dentro do cronograma previsto, mas, em face do encerramento do PME e da falta de definição de novas fontes de investimentos, os recursos do Governo Federal cessaram e os cronogramas de obras foram sucessivamente rolados até 1987, quando as frentes de serviço foram praticamente desmobilizadas, tendo sido possível a operação parcial do trecho Eldorado/Central, com 12,5 km de extensão, sete estações e uma frota de apenas cinco trens. Diversas obras complementares de tratamento dos entornos das estações ficaram por fazer, dificultando o acesso de pedestres ao sistema e a integração com o sistema ônibus.
Somente a partir de 1991, mediante um apoio suprapartidário no Congresso Nacional, foi possível alocar recursos no Orçamento da União, retomar as obras de implantação do Metrô de Belo Horizonte e a montagem dos 20 trens restantes, cujos trabalhos haviam sido paralisados em 1986.
Com a demora na implantação e o crescimento da RMBH, foram modificados os objetivos e projetos inicialmente previstos, adequando-os uma nova realidade:
- Foi postergada a implantação do trecho Eldorado-Betim e ramal do Barreiro.
- Foi priorizada a extensão do Metrô para o vetor norte, em direção à região de Venda Nova, em função do crescimento e das características de deslocamento de sua população.
Foram previstas mais quatro estações no trecho Eldorado/São Gabriel, sendo a de Vila Oeste e Rodoviária no trecho Eldorado-Central e a de José Candido e Minas Shopping, no trecho Horto-São Gabriel. A inclusão destas novas estações se deve à concepção de um projeto mais voltado para o transporte urbano, visando atender melhor as comunidades na área de influência do Metrô.
A partir de Santa Inês, as estações já não seguem mais o padrão arquitetônico definido pelo GEIPOT. As novas estações são mais leves, de menor custo e, sempre que possível, os elevadores estão sendo substituídos por rampas.
Foi acatada a sugestão dos órgãos gestores de transporte da RMBH e da comunidade para alterar o nome de algumas das novas estações, para proporcionar melhor orientação ao usuário. Estas alterações foram: de Estação Entroncamento para Rodoviária; de São Paulo para São Gabriel; de Dona Clara para 1º de Maio e de Heliópolis para Waldomiro Lobo.
Foi detectada a necessidade de se dar um tratamento especial aos acessos de pedestres e integração com o sistema ônibus, sem os quais fica inviabilizada a plena utilização do Metrô.
As novas passarelas de pedestres possuem laterais com grades, eliminando o padrão GEIPOT com o guarda-corpo estrutural todo fechado, são mais leves, com rampas mais suaves e proporcionam maior conforto e segurança aos usuários.
A operação comercial do Metrô de Belo Horizonte teve início em 1º agosto de 1986. Nesta época, entraram em operação seis estações, ligando Eldorado e Lagoinha, com 10,8 km de linha e apenas três trens. Em 1987, foram incorporados ao trecho a estação Central e mais dois trens. A partir de 1994 mais onze trens foram colocados em operação, sendo: um em 1994, cinco em 1995, quatro em 1996 e um em 2000. A frota de 25 trens foi completada em dezembro de 2001.
2001-2007: Plano Diretor de Transporte Sobre Trilhos[editar]
durante o período entre 2001 e 2004, a CBTU contratou o "Plano Diretor de Transporte Sobre Trilhos", com o objetivo de iniciar novas diretrizes de organização e modernização do transporte sobre trilhos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O projeto foi desenvolvido em parceria com o Banco Mundial e estabeleceu novos rumos e projetos ao sistema de trens urbanos de Belo Horizonte num cenário de 20 anos. O sistema analisou os principais corredores e urbanos e as principais demandas de transporte público em Belo Horizonte e estabeleceu a implantação de dois novos ramais para o Metrô. A Linha 2 aproveitaria o ramal Barreiro-Calafate, cujas obras já haviam sido iniciadas, se estendendo por um ramal subterrâneo na diretriz das Avenidas Amazonas, Afonso Pena e a região hospitalar do bairro Santa Efigênia, seguindo em superfície até o bairro Santa Tereza, totalizando um ramal de 19km de extensão. A Linha 3 faria a ligação das regiões da Pampulha e Savassi, sendo totalmente subterrânea e seguindo a diretriz das avenidas Antônio Carlos e Afonso Pena, totalizando 12,5km de extensão. Esses dois novos ramais, somados a modernização do ramal já existente e sua ampliação até o município de Betim, fariam a reestruturação de todo o sistema de transporte coletivo de Belo Horizonte e região metropolitana, além de desafogar e redistribuir todo o trânsito dos principais corredores de trânsito da cidade. A demanda o sistema passaria de 160 mil para 1,2 milhão de passageiros por dia, sendo o segundo maior sistema em operação no Brasil, a frente do Rio de Janeiro.
Com base nesse plano, o governo federal chegou a reiniciar as obras do Metrô de Belo Horizonte em 2004, elaborando os projetos executivos das linhas 2 e 3 e retomando as obras do ramal Barreiro-Calafate.8 Entretanto, as obras foram suspensas por falta de recursos e irregularidades constatatas pelo ministério público.
2007-2010: Novos rumos e projetos[editar]
Em maio de 2009, Belo Horizonte foi selecionada para uma das sedes da Copa do Mundo de Futebol de 2014. Um dos compromissos firmados em sua candidatura foi a construção da Linha 3 (Savassi-Pampulha). No entanto, não houve liberação de toda a verba para o início das obras e a ligação do Centro até o Mineirão passou a ser estudada pelo Bus Rapid Transit, que foi o modal de transporte escolhido para fazer a ligação até a Copa de 20149 .
2011 e presente: O PAC e a MetroMinas[editar]
Em 17 de Setembro de 2011 a presidente da república, Dilma Rousseff, anunciou a liberação de verbas no valor de R$3,16 bilhões para a ampliação, reforma e modernização do sistema.10 As intervenções consistem na ampliação da Linha 1 até o bairro Novo Eldorado em Contagem, além da reforma e modernização de todo o ramal.11 Duas novas estações serão construídas: a Novo Eldorado e a Calafate II (ou Nova Suíça), sendo esta última de integração com a Linha 2.12 Também estão previstas a implantação dos ramais Calafate-Barreiro da Linha 2 e Savassi-Lagoinha da Linha 3.10
Em 21 de setembro de 2012, a PBH anunciou a possível construção da linha 4 expressa, sendo uma extensão operacional da linha 3, da região da Savassi até o Belvedere, na região do 6 pistas. Inicialmente, esse trecho seria totalmente coberto pela linha 3, mas uma mudança no projeto apresentou essa modificação. Ainda não há identificação de cor da linha, apenas um prazo que é o inauguração, que é 2020 (na previsão mais otimista, segundo a prefeitura).
Atualmente, o sistema é administrado pela CBTU, e as novas linhas serão administradas pela CBTU + MetroMinas. A previsão é que após a conclusão das novas linhas e modernização dos sistemas, a administração total das linhas passe para a Metrominas13
Características do sistema[editar]
O metrô é formado atualmente pela Linha 1, que corta a cidade de oeste a norte, tangenciando a parte central Belo Horizonte. O sistema possui velocidade comercial dos trens (velocidade média, contando o tempo com os trens parados) de 38 km/h e a velocidade máxima é de 80 km/h. A bitola é de 1600 mm e a alimentação dos trens é feita por catenária, a uma tensão de 3000 VDC. O intervalo nos horários de pico é de 4 minutos, com 24 trens em operação. Aos sábados, o intervalo mínimo é de 8 minutos. O intervalo máximo é de 10 minutos em dias úteis, 12 minutos aos sábados e 14 minutos aos domingos e feriados.14
Tabela do sistema[editar]
| Linha | Terminais | Inauguração | Bitola | Comprimento (km) | Estações | Duração das viagens (min) | Funcionamento |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 Azul |
Novo Eldorado - Vilarinho | 1 de agosto de 1986 | 1600mm | 28,2* (30) | 19** (21) | 44 | Diariamente, das 05h15 às 23h00 (Trecho Eldorado-Novo Eldorado e estação Nova Suíça, transbordo ou entroncamento com a futura Linha 2, em projeto. Estação Novo Eldorado ainda em projeto, sem funcionamento.). |
| 2 Lilás |
Barreiro - Santa Tereza15 | 2016*** (Previsto). | 1600mm | 17,5 | 11 | --- | Em construção - Interrompida em 2003 e previsão de retomada em 2013.***2 |
| 3 Verde |
Pampulha - Savassi15 | 2016**** (Previsto). | 1600mm | 12,5 | 11 | --- | Em projeto.***** |
| 4 N/A |
Savassi - Belvedere15 | A partir de 2020***** (Previsto). | --- | Em estudo.***** |
(*) Trecho em operação (**) Estações em funcionamento (***) Trecho Barreiro-Nova Suíça (****) Trecho Savassi-Lagoinha (*****) Trecho em estudo. Data suposta para inicio do projeto e construção.
Linhas do sistema[editar]
Estimativa para a primeira etapa[editar]
Tarifas[editar]
- Bilhete Unitário16 : R$ 1,80
- Bilhete Ida e Volta: R$ 3,60
- Bilhete Múltiplo de 10 viagens: R$ 16,20
- Todas as Tarifas abaixo são feitas pelo Cartão BHBUS ou Cartão Ótimo
- Integração Metrô/ônibus Tarifa A (BHTRANS): R$ 2,80
- Integração Metrô/ônibus Tarifa B (TRANSCON e DER-MG): R$ 3,45
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa C: R$ 3,95
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa D: R$ 4,25
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa E: R$ 4,35
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa F: R$ 3,20
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa G: R$ 3,90
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa H: R$ 2,90
- Integração Metrô/ônibus (DER-MG) Tarifa I: R$ 3,60
Frota[editar]
Ver Frota do Metrô de Belo Horizonte
Galeria[editar]
| Interior do trem | Centro de controle operacional | Praça da estação, tendo a estação Central ao fundo | Estação Gameleira |
Referências
- ↑ Notação utilizada pela própria CBTU
- ↑ a b IMPRENSA CBTU BELO HORIZONTE (10 de Maio de 2013). Metrô de Belo Horizonte tem novo recorde de passageiros.
- ↑ http://www.hojeemdia.com.br/minas/apos-uma-semana-cbtu-registra-novo-recorde-de-passageiros-no-metro-de-bh-1.121644
- ↑ http://www.metrominas.mg.gov.br/docs/Edital%20003/Termo%20de%20Referencia/Edital%20003_Metrominas_TR.pdf , página 27
- ↑ Hoje em Dia (16 de Setembro de 2011). Presidente Dilma anuncia R$ 3,16 bilhões de reais para obras do Metrô e transporte público de BH.
- ↑ http://www.otempo.com.br/capa/pol%C3%ADtica/prefeitura-confirma-programa-de-metas-audacioso-para-bh-1.655043
- ↑ http://www.metrominas.mg.gov.br/expansao.html
- ↑ http://www.enerconsult.com.br/pt/servicos/ProjectPage.asp?s=0000%0233%CURM_BOX&p=/pt/servicos/ProjectPage.asp&i=118&tsc=21&ith=0%7C6
- ↑ Jornal O Tempo. Metrô de BH: 25 anos de promessas e desperdícios. Página visitada em 15 de agosto de 2011.
- ↑ a b Jornal Estado de Minas. Dilma garante que metrô de BH vai chegar ao Barreiro e à Savassi. Página visitada em 19 de setembro de 2011.
- ↑ G1. Dilma anuncia recursos federais para obras no metrô de Belo Horizonte. Página visitada em 16 de setembro de 2011.
- ↑ Super Esportes. Copa: Dilma anuncia R$ 3,16 bilhões para o metrô de Belo Horizonte. Página visitada em 16 de setembro de 2011.
- ↑ Estatuto do Trem Metropolitano de Belo Horizonte, pág. 2, Art. 8°
- ↑ G1. Trem do metrô de BH com centenas de passageiros para entre 2 estações. Página visitada em 07 de setembro de 2011.
- ↑ a b c Mesmo com o Plano Diretor de Transporte sobre Trilhos(PDTT) estar dizendo esses dados, temos que ter em mente que é um estudo de 2004, portanto muitas coisas podem mudar, como nova bitola, alimentação por terceiro trilho e outras coisas mais.
- ↑ http://www.metrobh.gov.br/cbtu/final/noticias/2013/20130104_tarifasintegradas.html
Ligações externas[editar]
- Página oficial do Metrô BH
- Página oficial da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU)
- Indicadores MetrôBH
- História do MetrôBH
- Chegada de R$ 1,7 bilhão para o metrô depende de "canetada"
- Metrô da Savassi ao Belvedere é nova aposta para eixo Sul
- [1]
- [2]
- [3]
- [4]
- [5]
- Estatuto do Trem Metropolitano de Belo Horizonte, pág. 2, Art. 8°