Metropolitano de São Paulo

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Metrô de São Paulo

Alstom Metropolis, o trem da Linha 5-Lilás.
Informação
Local São Paulo, Brasil Brasil
Tipo de transporte Metropolitano
Slogan Cada vez mais perto de você
Número de linhas 5* (*Linha 4 em construção)
Operação
Inauguração 24 de abril de 1968 (41 anos)
Empresa(s) Companhia do Metropolitano de São Paulo
Parte Técnica
Extensão do Sistema 61,3 km
Site Oficial
www.metro.sp.gov.br
Mapa da Rede
.


O Metrô de São Paulo é o sistema metroviário da cidade de São Paulo, operado pela empresa de capital misto do Estado de São Paulo Companhia do Metropolitano de São Paulo. Fundada no dia 24 de abril de 1968,[1] a empresa é responsável pelo planejamento, projeto, construção e operação do sistema de transporte metroviário na Região Metropolitana de São Paulo. Tendo a maior parte de seu controle acionário associado ao governo do estado, é subordinada à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo. Integra também a Rede Metropolitana de Transporte de São Paulo.

A malha metroviária de São Paulo possui 61,3 km e 55 estações, complementados por 261,7 km e 93 estações da CPTM, ainda muito pequena para uma metrópole de quase 20 milhões de habitantes. A construção da rede de metrô paulistana começou tardiamente, se comparada a redes como de Nova Iorque, Tóquio e Londres, além de ser menor que as redes de outras cidades com o mesmo nível de desenvolvimento, como a Cidade do México e Santiago.

Índice

[editar] História

[editar] O primeiro projeto

O primeiro projeto para um sistema de metrô em São Paulo data de 1927, o engenheiro Norman Wilson da empresa São Paulo Tramway, Light and Power Company apresenta ao então prefeito da cidade José Pires do Rio um plano de transportes para reorganizar o sistema de bondes e um projeto para a implantação de um sistema de metrô. A ideia foi rejeitada pela prefeitura, tendo a empresa se desinteressado pela gestão dos sistema de transporte da cidade e abandonado o sistema de bondes alguns anos depois[2] [3].

[editar] Década de 1940

Na década de 1940 surgem alguns projetos:

  • O projeto do prefeito da cidade Prestes Maia (primeiro projeto elaborado pelo governo), idealizou uma rede semelhante ao anel viário proposto por Mario Lopes Leão, utilizando-se dos viadutos do Dona Paulina (inaugurado em 1948) e Jacareí. O projeto foi abandonado. [4].
  • O projeto do engenheiro Mário Lopes Leão, que apresentou ao Instituto de Engenharia de São Paulo uma monografia intitulada O Metropolitano Em São Paulo 1945 que propunha um sistema de metropolitano de cerca de 24 km de extensão composto por linhas radiais partindo do centro, ligadas entre si por um anel metroviário na região central de São Paulo. Apesar de ter sido encomendado pela prefeitura, o projeto foi rejeitado novamente.[5].
Estação Sé, a principal e mais movimentada do sistema.
Catracas do metrô de São Paulo
Caminhão de manutenção do metrô de São Paulo.

Em 1948 mais dois projetos são rejeitados (um encomendado à Companhia Geral de Engenharia e outro do Compagnie du Chemin de Fer Métropolitain de Paris[7]

[editar] Década de 1950

O engenheiro estadunidense Robert Moses, propõe uma rede de metrô sobre as avenidas recém construídas na administração Prestes Maia, mas seu projeto não é levado a sério.

Nos mandatos dos prefeitos Armando de Arruda Pereira e Vladimir Toledo Piza, houve avanços na concepção do metrô, com a criação da Comissão do Metropolitano coordenada pelo ex prefeito Prestes Maia. Essa comissão propôs um projeto de uma rede radial de 100 quilômetros de extensão composto inicialmente por seis linhas ,mais tarde reduzidas para três:

  • Santana-Santo Amaro
  • Penha-Lapa

e uma terceira ligando a Avenida do Estado à estrada de Itapecerica

Esse projeto tornou-se base para os projetos seguintes da rede de metrô. Na gestão de Toledo Piza ocorre a primeira concorrência internacional do Anteprojeto de um sistema de Transporte Rápido Metropolitano, vencida pela construtora alemã Alweg.

Em 1957 é eleito Ademar de Barros. Por não conseguir financiamento do BNDES para a linha Penha-Lapa, Ademar cancela a concorrência de seu antecessor e substitui o projeto da comissão por um novo de uma linha de cerca de 500 metros entre a Praças João Mendes e da República. Após a abertura de nova concorrência o projeto se tornou motivo de piada da imprensa, o projeto foi apelidada de centimetrô e milimetrô (após uma revisão no projeto em 1959 que diminuiu o projeto para cerca de 140 metros de extensão). Após essa polêmica, a concorrência é cancelada.[8].

[editar] Década de 1960

No início dos anos 1960, Prestes Maia volta a prefeitura e Ademar de Barros ao governo do Estado, e criam em 13 de fevereiro de 1963, as comissões estadual e municipal para os estudos de criação do Metrô. Ademar destina então 4 milhões de cruzeiros para o Metrô. [9]Com a instauração do regime militar em 1964, o projeto do metrô de São Paulo tem de esperar o ano seguinte para ser retomado.

O Brigadeiro Faria Lima assume a prefeitura de São Paulo em 1965 e torna o projeto do metrô a meta de sua gestão. Em 31 de agosto de 1966 o Grupo Executivo do Metropolitano (GEM) que tinha como objetivo organizar nova concorrência internacional para um estudo de viabilidade econômico financeiro. Ao mesmo tempo a câmara municipal aprova a lei nº 6988 em 26 de dezembro de 1966, autorizando a criação da Companhia do Metropolitano de São Paulo.

A concorrência internacional é vencida pelo consórcio HMD (formado pelas empresas alemãs Hochtief e DeConsult e pela brasileira Montreal) em 1967, que inicia estudos geológicos e sociais, projetando uma rede básica de 70 km dividida em 4 linhas:

  • Norte–Sul (Santana-Jabaquara)
  • Nordeste-Noroeste (Casa Verde – Vila Maria)
  • Sudeste-Sudoeste (Jóquei Club – Via Anchieta)
  • linha Paulista (Paraíso-Consolação)

além dos ramais:

  • Paraíso-Moema (na linha Norte- Sul) e
  • Vila Bertioga (linha Sudoeste-Sudeste).

Essa rede tinha a previsão de estar pronta em 1978.

No ano de 1968 enquanto o projeto do metrô avançava, o sistema de bondes de São Paulo após anos de decadência era desativado no dia 27 de março [10]. Em 24 de abril é criada pela prefeitura a Companhia do Metropolitano de São Paulo, que inicia as obras da linha Norte –Sul (Jabaquara-Santana) em 14 de dezembro desse mesmo ano.[11].

Porém, por seu alto custo, logo a Companhia do Metro foi assumida pelo governo estadual, embora a prefeitura de São Paulo ainda possua ações do Metro.

[editar] Décadas de 1970 e 1980

Em 1972, a primeira viagem de trem foi realizada entre as estações Jabaquara e Saúde. Em 14 de setembro de 1974, o trecho Jabaquara–Vila Mariana começou a operar comercialmente e em 1975 o projeto da Linha Norte Sul é concluído, ligando o Jabaquara a Santana. Depois, em 1979, começou a operar o primeiro trecho (Sé–Brás) da Linha Leste Oeste — hoje denominada Linha 3-Vermelha, concluída em 1988.

[editar] Década de 1990

Em 1991 foi concluído o primeiro trecho da linha 2: Paraíso ↔ Consolação. Em 1998, após algumas extensões, a linha operava entre Ana Rosa e Vila Madalena, a maior extensão no Oeste da linha até o momento. Também em 1998 foi concluída a extensão da Linha 1 no norte até Tucuruvi o que completa a linha, segundo os planos atuais.

[editar] Após o ano 2000

Em 2002 foi inaugurado o trecho inicial da Linhas 5-Lilás, predominantemente elevado, operando no trecho Largo Treze ↔ Capão Redondo. Nessa década a linha 2 tem sido expandida gradualmente para leste, tendo chegado ao Alto do Ipiranga em 2007.

Até o fim de 2010 estão previsas a inauguração de mais 3 estações na linha 2 na direção leste, o início da operação da linha Linha 4-Amarela, embora ainda incompleta, e as primeiras inaugurações de estações da expensão da linha 5 na direção nordeste.

Os planos do metrô foram discutidos nas eleições municipais de São Paulo de 2008, quando a candidata Marta Suplicy propôs um plano de desenvolvimento para a rede do metrô diferente dos planos atuais da estatal que não foram adiante pois ela foi derrotada nas eleições. Os planos atuais são do prefeito eleito em 2008, Gilberto Kassab, e do governador José Serra.[carece de fontes?]

[editar] Dados operacionais atuais

CCO — Centro de Controle Operacional, entre às estações Paraíso (PSO) e Vergueiro (VGO) da Linha 1-Azul

A sua extensão atual não cobre todas as áreas da cidade, porém, a rede do metrô, com quatro linhas e mais uma em obras, é complementada por uma rede metropolitana de trens de 261,7 km, divididos em seis linhas operadas pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), que atendem à Capital e a outras cidades da Grande São Paulo, estendendo-se até Jundiaí.

"Sala Negra", no CCO. Neste local é feito o monitoramento das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha

O Metrô de São Paulo possui hoje 61,3 km de extensão em cinco linhas e 55 estações, sendo o metrô mais extenso do Brasil, e ocupando a 41ª posição no ranking dos mais extensos do mundo. O sistema está integrado à CPTM nas estações Brás, Palmeiras-Barra Funda, Tatuapé, Corinthians-Itaquera, Luz e Santo Amaro. Integra-se ainda com Terminais Rodoviários nas estações Jabaquara, Portuguesa-Tietê e Palmeiras-Barra Funda

Diariamente, o Metrô transporta cerca de três milhões de passageiros em média, sendo dois milhões de entrada no sistema e o restante de integrações gratuitas com a CPTM e paga com o sistema de ônibus municipal.

Considerado um dos mais modernos e limpos do mundo, o Metrô de São Paulo ocupa a 12ª posição em número de passageiros transportados por ano, 845,6 milhões. Seu recorde foi de 3.080.585 passageiros em um único dia, em 8 de dezembro de 2006. O intervalo entre trens (headway) do Metrô, atualmente de 99 segundos, é o terceiro menor do mundo.

[editar] Integrações

Mapa da rede metro-ferroviária de São Paulo (inclui linhas ainda não construídas ou em construção)

A rede do Metrô está totalmente integrada às linhas da CPTM. São oferecidas transferências gratuitas nas estações Brás, Luz, Barra Funda e Santo Amaro. São 323 quilômetros de malha ferroviária com uma única tarifa.

Há também integração com os ônibus municipais de São Paulo (por bilhetagem eletrônica), sob responsabilidade da SPTrans, através do Bilhete Único. Com a integração é possível realizar viagem de ônibus e trem com uma tarifa de R$ 3,75.

Foi assinado um protocolo de intenções, para se integrar também via bilhetagem eletrônica, a CPTM e a EMTU-SP, com o Cartão BOM.

Juntos, o Metrô, a CPTM, a SPTrans a EMTU-SP, constituem o Sistema de Transportes da Grande São Paulo e possuem um papel fundamental na mobilidade urbana dos cidadãos da região metropolitana mais populosa do Brasil.

[editar] Conversão de linhas metropolitanas para Metrô de superfície

Mapa futuro da rede metro-ferroviária de São Paulo.

Este projeto de conversão de linhas para metrô de superfície surgiu com a grande demanda de passageiros que utilizam as linhas metropolitanas da CPTM e a necessidade de recuperar as estações antigas. Atualmente, o intervalo entre os trens é de 6 minutos nos horários de pico nas linhas 9, 11 e 12, e 7 minutos nas linhas 7 e 10 e de 10 a 12 minutos nos finais de semana. Nas extensões operacionais das linhas 7 e 8 o intervalo varia de 22 a até 30 minutos, além de ainda existirem estações construídas no século XIX que nunca foram modernizadas. Com a extrema necessidade de recuperar estações, é que surgiu o plano de conversão, que nada mais é a modernização das estações, compra de trens novos e redução do headway (intervalos dos trens) para menos de três minutos, conforme normas internacionais.

Uma das estações do metrô de São Paulo.

Entre o final da década de 1990, início da década de 2000, com este projeto de recapacitação das linhas da CPTM, herdadas da Rede Ferroviária Federal e da Fepasa, iniciou-se a conversão de algumas linhas metropolitanas para Metrô de Superfície. Esta experiência começou na Linha 11, em seu trecho conhecido como "Expresso-Leste", que serve à Zona Leste e corre paralelamente à Linha 3 - Vermelha. O Trecho concluído (dentro da Capital, até a Estação Guaianases) hoje conta com trens e estações novas e modernas,além de um novo traçado. O trecho entre a Estação Guaianases, na Capital, e Estudantes, em Mogi das Cruzes, que abrange também as cidades de Ferraz de Vasconcelos, Suzano e Poá, tinha previsão de retomada das obras em 2007, porém foi novamente adiada, agora para 2008.

Atualmente, a Linha 9 - Esmeralda é a única linha da CPTM a ser convertida em metrô de superfície, e é administrada de maneira conjunta entre a CPTM e o Metrô.

Com o objetivo de facilitar a localização de paradas ao longo das linhas, o Metrô de São Paulo e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) adotaram números para identificar as linhas. Esta mudança foi implantada no começo de 2008.

[editar] Tabela do sistema

O sistema de transporte ferroviário de São Paulo é moderno, seguro, limpo e eficiente, com certificado pelo ISO 9001 da NBR. Tem quatro linhas gerenciadas pela Companhia do Metropolitano de São Paulo (o Metrô), mais uma em obras e uma em projeto, e seis linhas em operação administradas pela CPTM.

São administradas pelo metrô as seguintes linhas:

Linha Terminais Inauguração Comprimento (km) Estações Duração das viagens (min) Funcionamento (*)
1
Azul
JabaquaraTucuruvi 14 de setembro de 1974 20,2 23 44 Diariamente, das 4h40 às 0h321; Sábados até a 1h00 de domingo
2
Verde
Vila MadalenaAlto do Ipiranga 25 de janeiro de 1991 14,6:
10,7 + 3,9(**)
14:
11 + 3(**)
18 Diariamente, das 4h40 às 0h201; Sábados até a 1h00 de domingo
3
Vermelha
Palmeiras-Barra FundaCorinthians-Itaquera 10 de março de 1979 22 18 36 Diariamente, das 4h40 às 0h351; Sábados até a 1h00 de domingo
4
Amarela
Vila SôniaLuz Inauguração comercial prevista para fevereiro de 2010[12] 12,8 11 --- Em construção
5
Lilás
Capão RedondoLargo Treze 20 de outubro de 2002 19,8:
8,4 + 11,4(***)
17:
6 + 11(***)
13 Diariamente
das 4h40 às 0h00

(*) Aos finais de semana, de sábado para domingo, as linhas 1, 2 e 3 fecham 01:00 h.

  1. As estações das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha fecham em horários diferenciados, de acordo com a passagem do último trem. Ou seja, enquanto, por exemplo, a estação Jabaquara fecha às 0h06, a estação São Bento fecha às 0h32.
  2. Os números entre parênteses demonstram valores após a expansão prevista nas linhas 2-Verde, 4-Amarela e 5-Lilás

(**) em construção
(***) em projeto

[editar] Linhas em estudo

Este artigo ou secção contém informações sobre uma construção futura
É provável que contenha informações de natureza especulativa, e seu conteúdo pode mudar drasticamente.
Linha Terminais Comprimento (km) Estações
6
Laranja
São JoaquimBrasilândia, ramal para Cachoeirinha[13][14] 18,9 19
VLT
Congonhas
Aeroporto de Congonhas 3,6 2
Corifeu ↔ Bresser - Mooca[15] 19,9 18
Vila Maria ↔ São Judas[16] 16 15

A construção da Linha 6 (Brasilândia/Cachoeirinha ↔ São Joaquim) foi anunciada pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab em março de 2008. Com isso a prefeitura já investiu R$ 75 milhões somente para os projetos e estudos da obra, que deverá ter início até 2010[1] [17]

[editar] Tarifas: (bilhetes) e recargas (cartão)

Obs.: o trecho seguinte está "compactado" de modo a despoluir visualmente o contexto da página toda.

  • Tarifa do Madrugador: R$ 2,35
  • Bilhete Unitário: R$ 2,55
  • Bilhete Unitário - Linha 5 - Lilás: R$ 2,45
  • Cartão Fidelidade: Vide abaixo² + R$ 2,00 caso não tenha o cartão
  • Cartão Bilhete Lazer (BLA): R$ 21,50³
  • Integração SPTrans via Bilhete Único: R$ 3,75
  • Bilhete Integração Metrõ => EMTU: R$ 4,80
1) Tarifa válida entre 4:40h às 6h.
2) Cartão recarregável, aos moldes do Bilhete Único. São possíveis apenas recargas em lotes de 8, 20 ou 50 viagens, no valor de R$ 2,35 cada na recarga de 8 passagens / R$ 2,25 na recarga de 20 passagens / R$ 2,15 na recarga de 50 passagens. Cada cartão pode armazenar, no máximo, R$ 200,00.
3) O BLA somente pode ser recarregado em lotes de 10 passagens, a R$ 21,50 cada. Este bilhete é válido entre às 18 horas do sábado até o final da operação comercial no domingo. O bilhete também pode ser utilizado nos feriados nacionais e estaduais paulistas.
Tarifas vigentes desde o dia 9 de fevereiro de 2009.

[editar] Descrição das linhas

  • Linha 1 - Azul: (Jabaquara ↔ Tucuruvi) A primeira linha de Metrô construída no Brasil, conecta a zona sul à zona norte da cidade. As conexões estão disponíveis para as linhas 2, 3, 4, 7, 10 e 11. Os terminais de ônibus do Tietê e Jabaquara também estão conectados à linha azul.
  • Linha 3 - Vermelha: (Palmeiras - Barra Funda ↔ Corinthians - Itaquera) Uma das linhas mais movimentadas de São Paulo, conecta a zona leste ao centro expandido. Existem conexões com as linhas 1, 4, 7, 8, 10, 11 e 12. O terminal de ônibus da Barra Funda é interligado a essa linha.
  • Linha 4 - Amarela: (em construção): (Luz ↔ Vila Sônia) Programada para ter o primeiro trecho entregue em 2010, a linha amarela conectará a zona oeste à estação da Luz, no centro, em uma rota construída imediatamente abaixo das avenidas Consolação e Rebouças. Essa linha terá conexões com as linhas 1, 2, 3, 7, 9. 10 e 11.
  • Linha 5 – Lilás: (Capão Redondo ↔ Largo Treze) Construída para os usuários que precisam alcançar lugares específicos da zona sudoeste de São Paulo. Somente um pequeno trajeto da linha está disponível (seis estações completas), conectando à Linha 9 na estação de Santo Amaro. Há ainda um trecho entre Santo Amaro e o Campo Belo cujas desapropriações já foram iniciadas, e tem previsão de entrega para 2010. O restante está ainda em projeto e prevê a extensão até a Chácara Klabin, fazendo conexão com a Linha 2, e passando por regiões como Itaim Bibi, Moema, Ibirapuera e Vila Clementino, além da integração com linhas de Ônibus da EMTU com destino ao extremo da Zona Sul, e aos municípios de Embu das Artes, Itapecerica da Serra e Taboão da Serra.
  • Linha 6 - Laranja: (em projeto): (Cachoeirinha/Brasilândia ↔ São Joaquim) Anunciada em março de 2008 pelo governador José Serra e pelo prefeito Gilberto Kassab, está ainda em fase de projeto, com previsão de início das obras em 2010 e conclusão em 2014. Originalmente, previa a ligação do bairro de Freguesia do Ó até a estação São Joaquim da Linha 1, no distrito da Liberdade, estando quase inteiramente dentro do centro expandido, passando por distritos como Perdizes, Consolação e Bela Vista. Terá conexões com as linhas 1, 4 e 7. Foram acrescidos também ao projeto os trechos até Vila Nova Cachoeirinha e Brasilândia, a partir de duas "vertentes" que se encontrariam na estação da Freguesia do Ó, o que dará a linha a forma de "Y" - os trens partirão alternadamente para uma ou outra estação.

Referências

[editar] Bibliográficas

  • LEÃO, Mário Lopes;O Metropolitano Em São Paulo, São Paulo: Prefeitura do Município de São Paulo,1945.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

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