Meu Bem, Meu Mal

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Meu Bem, Meu Mal
logotipo da novela.
Informação geral
Formato Telenovela
Duração Aprox. 60 minutos
Criador(es) Cassiano Gabus Mendes
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Produtor(es) Paulo Ubiratan
Elenco Lima Duarte
Sílvia Pfeifer
José Mayer
Adriana Esteves
Cássio Gabus Mendes
Lídia Brondi
Guilherme Karan
Vera Zimmermann
Zilda Cardoso
Fábio Assunção
Tema de abertura "Meu Bem, Meu Mal", Marcos André
Tema de
encerramento
"Amor e Ódio", Rosa Maria
Transmissão original 29 de outubro de 199017 de maio de 1991
N.º de episódios 173
Cronologia
Último
Último
Rainha da Sucata
O Dono do Mundo
Próximo
Próximo

Meu Bem, Meu Mal é uma telenovela brasilera produzida e exibida pela Rede Globo entre 29 de outubro de 1990 a 18 de maio de 1991, em 173 capítulos, substituindo Rainha da Sucata e sendo substituída por O Dono do Mundo,

Foi escrita por Cassiano Gabus Mendes, com colaboração de Maria Adelaide Amaral, Dejair Cardoso e Luís Carlos Fusco, e dirigida por Paulo Ubiratan, Reynaldo Boury e Ricardo Waddington.

Foi reapresentada pelo Vale a Pena ver de Novo entre 12 de agosto a 22 de novembro de 1996, substituindo Despedida de Solteiro e sendo substituída por Mulheres de Areia, tendo 75 capítulos.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Dom Lázaro Venturini, sócio majoritário da Venturini Designers, é obrigado a conviver com Ricardo Miranda, que detém 30% das ações da empresa e representa o adultério de sua falecida mulher, Maria Helena. Ricardo mantém um caso secreto com Isadora Venturini(também acionista da empresa), a viúva de Cláudio, filho de Dom Lázaro, e odiada pelo patriarca. Mas tanto Ricardo quanto Isadora são vítimas do ódio de outras pessoas.

Ricardo foi o responsável pela ruína de Felipe. A filha deste, Patrícia, planeja vingança se envolvendo com Ricardo, mesmo sendo bem mais jovem que ele e amiga de sua problemática filha, Jéssica. Mas Patrícia não contava que fosse se apaixonar de verdade por Ricardo Miranda.

Contra Isadora se juntam a socialite Mimi Toledo e sua manicure, Berenice. Mimi Toledo fora apaixonada pelo falecido marido de Isadora, e preterida. E Berenice quer vingar a filha, Fernanda, da humilhação imposta por Isadora, que não aceitou a jovem como namorada do filho, Marco Antônio. Essa vingança põe Doca em cena. Trata-se de um rapaz pobre que, industriado por Mimi Toledo, se infiltra na alta sociedade como Eduardo Costabrava, para enlouquecer de amor a filha de Isadora, Victória.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Fábio Assunção interpretou Marco Antônio.
Sílvia Pfeifer interpretou Isadora.
Ator Personagem
José Mayer Ricardo Miranda
Sílvia Pfeifer Isadora Venturini
Lima Duarte Dom Lázaro Venturini
Cássio Gabus Mendes Doca (Eduardo Costabrava)
Lídia Brondi Fernanda Castro
Yoná Magalhães Valentina Venturini
Fábio Assunção Marco Antônio Venturini
Adriana Esteves Patrícia
Armando Bogus Felipe
Nívea Maria Berenice Castro
Luciana Braga Dirce
Marcos Paulo André
Thales Pan Chacon Henrique
Ísis de Oliveira Mimi Toledo
Françoise Forton Marcela
Mila Moreira Bianca
Jorge Dória Emílio
Zilda Cardoso Elza
Lizandra Souto Victória Venturini
Luma de Oliveira Ana Maria
Ariclê Perez Rosa Maria/Maria Helena Venturini
Mylla Christie Jéssica Miranda
Sônia Clara Angelina
Edson Fieschi João Manuel
Marcelo Galdino Jorge
Guilherme Karan Porfírio
Vera Zimmermann Divina Magda Venturini
Monique Alves Luciana

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

  • O convite para que Maria Adelaide Amaral fosse uma das colaboradoras da novela partiu do autor Cassiano Gabus Mendes. Maria Adelaide precisava ir à Inglaterra para fazer pesquisas e escrever um monólogo sobre Shakespeare. Cassiano disse que ela podia ir e que, quando voltasse, assumiria a função. Quando ela voltou, a novela já estava no ar. Os autores revezavam o trabalho: ele escrevia os capítulos de segunda, quarta e sexta; e ela os de terça, quinta e sábado. Havia reuniões semanais ou quinzenais, quando se estabelecia o caminho da novela. Os autores não trabalhavam com escaleta, uma espécie de resumo ordenado, em escala rigorosa, das cenas de uma novela, que serve de guia para o texto final.
  • Quando a novela já estava no ar, Marcos Paulo, que interpretava André, acumulou a função de diretor na trama, em substituição ao diretor Paulo Ubiratan.
  • Meu Bem, Meu Mal marcou a estreia da já veterana comediante Zilda Cardoso em telenovelas. Ela começou a carreira na TV Paulista, em 1961, no programa Praça da Alegria, com a inesquecível personagem desbocada Catifunda. Meu Bem, Meu Mal também foi a primeira novela de Fábio Assunção, Vera Zimmermann e Sílvia Pfeifer na TV Globo.
  • Stênio Garcia entrou na novela, já com a trama em andamento, para viver um ex-presidiário. O personagem morreu nos capítulos finais da história, vítima de um assalto, para que o ator pudesse se dedicar a um novo trabalho, em O Dono do Mundo (1991).
  • Meu Bem, Meu Mal foi a última novela da atriz Lídia Brondi, que decidiu se afastar da carreira artística.
  • Vera Zimmerman fez da sua personagem, Divina Magda, um grande sucesso. Tanto que estampou a capa da Playboy, de maio de 1991
  • A música "Unchained Melody" de Righteous Brothers foi o grande destaque da trilha internacional. Essa mesma música que estava nas mais tocadas da rádio fez mais sucessos pelo fato de também ter sido trilha do filme Ghost que era campeão em bilheteria naquele ano.[1]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora nacional[editar | editar código-fonte]

Capa: Luma de Oliveira

  1. "Meu Bem, Meu Mal" - Marcos André
  2. "Setembro" - Ivan Lins
  3. "Esse Tal de Repi En Roll" - Roupa Nova (part. esp. The Commodores)
  4. "Amor Vira Lata" - Wando
  5. "Moreno Moreno" - Lúcia Helena
  6. "Tanto Querer" - Beth Carvalho
  7. "Valentina" - Roger Henri
  8. "Separação" - Milton Guedes
  9. "Ilegal, Imoral Ou Engorda" - Léo Jaime
  10. "Você Pra Mim" - Fernanda Abreu
  11. "Amor Clandestino" - João Mineiro & Marciano
  12. "Amor e Ódio" - Rosa Marya Colin
  13. "Dreaming" - Roger Henri
  14. "Metrópole" - Nova Era

Trilha sonora internacional[editar | editar código-fonte]

Capa: Milla Christie

  1. "Being Boring" - Pet Shop Boys
  2. "Tom's Diner" - DNA featuring Suzanne Vega
  3. "I'm Not In Love" - Will To Power
  4. "Blue Savannah" - Erasure
  5. "We" - Malcolm Forest
  6. "Where Are You, Baby?" - Betty Boo
  7. "Unchained Melody" - Righteous Brothers
  8. "Pianonegro" - Pianonegro
  9. "Have You Seen Her?" - MC Hammer
  10. "Loco Mia" - Locomia
  11. "By My Side" - INXS
  12. "Such a Lovely Night (I'm Crazy To Leave You)" - William Pitt
  13. "Bastardo Amore" - Fred Bongusto
  14. "Strangers" - Rick Melch

Referências

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