Michel Henry

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Michel Henry (Haiphong, 10 de janeiro de 1922 - Albi 3 de julho de 2002) foi um filósofo e novelista francês.[1] [2]

História[editar | editar código-fonte]

Em 1945 concluiu seus estudos filosóficos em Paris com o trabalho intitulado Le Bonheur de Spinoza (A felicidade de Espinosa). Doutorou‐se na Université Lille Nord de France. Entre 1960 e 1987 foi professor titular da Cadeira de Filosofia da Universidade de Paul Valéry em Montpellier, bem como, professor convidado da École Normale Supérieure e da Sorbonne em Paris, da Universidade Católica de Louvain, da Universidade de Washington e da Universidade de Tóquio. Foi criador de um pensamento filosófico original, denominado Fenomenologia da Vida.

Atualmente seus arquivos filosóficos e literários estão disponíveis no Fonds d’archives Michel Henry, dirigido pelo Prof. Dr. Jean Leclercq, da Universidade Católica de Louvain.[3] Em língua portuguesa a obra henryana tem sido estudada no projecto de investigação O que pode um corpo?, a decorrer no CEFi Universidade Católica Portuguesa, em Portugal, sob a orientação da Profª. Drª. Florinda Martins, e no Grupo de Pesquisa em Fenomenologia da Vida, das Faculdades EST, no Brasil, sob a orientação da Profª. Drª Karin Hellen Kepler Wondracek.

Obras[editar | editar código-fonte]

Obras sobre Filosofia[editar | editar código-fonte]

  • L’Essence de la manifestation, PUF, collection "Epiméthée", 1963, et réédition 1990
  • Philosophie et Phénoménologie du corps, PUF, collection "Epiméthée", 1965, et réédition 1987
  • Marx :
    • I. Une philosophie de la réalité, Gallimard, 1976, et collection "Tel", 1991
    • II. Une philosophie de l’économie, Gallimard, 1976, et collection "Tel", 1991
  • Généalogie de la psychanalyse. Le commencement perdu, PUF, collection "Epiméthée", 1985 - [Genealogia da Psicanálise: o começo perdido,2009]
  • La Barbarie, Grasset, 1987, et collection "Biblio Essais", 1988, PUF, collection "Quadridge", 2001
  • Voir l’invisible, sur Kandinsky, Bourin-Julliard, 1988, PUF, collection "Quadridge", 2005
  • Phénoménologie matérielle, PUF, collection "Epiméthée", 1990
  • Du communisme au capitalisme. Théorie d'une catastrophe, Odile Jacob, 1990, et Éditions l'Age d'Homme, 2008
  • C'est moi la Vérité. Pour une philosophie du christianisme, Éditions du Seuil, 1996
  • Incarnation. Une philosophie de la chair, Éditions du Seuil, 2000 - [Encarnação: uma filosofia da carne, 2002]
  • Paroles du Christ, Éditions du Seuil, 2002

Obras póstumas[editar | editar código-fonte]

  • Auto-donation. Entretiens et conférences, Éditions Prétentaine, 2002, réédition Beauchesne, 2004
  • Le bonheur de Spinoza, PUF, collection "Epiméthée", 2003
  • Phénoménologie de la vie :
    • Tome I. De la phénoménologie, PUF, collection "Epiméthée", 2003
    • Tome II. De la subjectivité, PUF, collection "Epiméthée", 2003
    • Tome III. De l’art et du politique, PUF, collection "Epiméthée", 2003
    • Tome IV. Sur l’éthique et la religion, PUF, collection "Epiméthée", 2004
  • Entretiens, Éditions Sulliver, 2005
  • Le socialisme selon Marx, Éditions Sulliver, 2008

Literatura[editar | editar código-fonte]

  • Le Jeune Officier, Gallimard, 1954
  • L'Amour les yeux fermés, Prix Renaudot, Gallimard, 1976, et collection "Folio", 1982 - [O amor de olhos fechados, 2001]
  • Le Fils du roi, Gallimard, 1981
  • Le Cadavre indiscret, Albin Michel, 1996

Referências

  1. Michel Henry Skoob, Revista Época. Visitado em 12 de julho de 2013.
  2. Brève biographie de Michel Henry (em francês) Université catholique de Louvain. Visitado em 12 de julho de 2013.
  3. Fonds Michel Henry (em francês) Université catholique de Louvain. Visitado em 12 de julho de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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