Milica de Montenegro

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Milica de Montenegro
Grã-Duquesa da Rússia; Princesa de Montenegro
Milica Nikolajevna.jpg
Grã-duquesa Milica de Montenegro
Governo
Consorte Pedro Nikolaevich da Rússia
Casa Real Romanov
Vida
Nascimento 14 de Julho de 1866
Cetinje, Flag of Montenegro.svg Montenegro
Morte 5 de setembro de 1951 (85 anos)
Alexandria, Flag of Egypt.svg Egipto
Filhos
Pai Nicolau I de Montenegro (1841-1921)
Mãe Milena Vukotić (1847-1923)

Sua Alteza, a Princesa Melica Petrović-Njegoš, também conhecida por Grã-duquesa Militza, (14 de Julho de 1866 - 5 de Setembro de 1951) foi uma princesa de Montenegro. Era a terceira filha do rei Nicolau I de Montenegro e da sua consorte, a rainha Milena Vukotić.

Milica era a esposa do Grão-duque Pedro Nikolaevich da Rússia, irmão mais novo do Grão-duque Nicolau Nikolaevich que, mais tarde, se casou com a sua irmã, a Princesa Anastásia de Montenegro.

Milica e Anastásia[editar | editar código-fonte]

Tanto Milica como a sua irmã Anastásia eram figuras sociais muito influentes na corte russa da qual receberam a alcunha de "o perfil negro" e eram muito interessadas em Ocultismo. Há quem diga que foram elas que introduziram o charlatão francês Padre Filipe (que dizia conseguir dar um herdeiro à Imperatriz Alexandra Feodorovna) e, mais tarde, após a sua morte, o monge Gregório Rasputine, na corte russa.

Casamento e Descendência[editar | editar código-fonte]

Milita com os seus três filhos mais velhos: Marina (em pé), Romano (sentado) e Nádia (ao colo)

No dia 26 de Julho de 1889, casou-se com o Grão-duque Pedro Nikolaevich da Rússia neto do czar Nicolau I da Rússia. O casal teve quatro filhos:

Exílio[editar | editar código-fonte]

Após a Revolução Russa de 1917, Milita, juntamente com a sua família, irmã e cunhado, refugiaram-se, tal como outros membros da família Romanov, na Crimeia. Escapariam da Rússia a bordo do navio de guerra enviado pelo rei Jorge V do Reino Unido para retirar membros da família do país.

Ela e o marido passaram grande parte do seu exílio no sul de França. O seu marido morreu em 1931 e ela viria a segui-lo no dia 5 de Setembro de 1951, enquanto estava em Alexandria, no Egipto.

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