Missa negra

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A Missa Negra é um ritual cerimonial de Satanismo que visa uma inversão, não da liturgia nova, do Papa Paulo VI (1969), mas da liturgia Tridentina, uma codificação dos diversos ritos da Igreja que foram evoluindo desde os tempos apostólicos pelo Papa São Pio V no Concílio de Trento da Igreja Católica [1] , usado como rito ordinário da Igreja do Ocidente até a fabricação do Novus Ordo Missae.

Os praticantes da Missa Negra acreditam que ela não é simplesmente uma inversão do simbolismo e das palavras de Jesus e que a missa tradicional quando celebrada (como acontece diariamente, muitas vezes, ao redor do mundo) gera certas energias ou vibrações o que pode ser, sob a interpretação deles, um ritual de "magia branca". O que uma Missa Negra supostamente faz é introduzir essas energias e então os alterá-las de modo sinistro. Isto supostamente acontece durante a consagração da Missa Negra.

O simbolismo pagão é misturado com as orações católicas com diferenciações marcantes como a utilização de um crucifixo colocado de cabeça para baixo sobre o altar. Tradicionalmente, participam de uma Missa Negra: um altar humano, uma sacerdotisa ou sacerdote, um Mestre ou Senhora do templo e a congregação. Normalmente o templo é um recinto fechado. Quando ao ar livre, florestas ou bosques podem ser locais satisfatórios mas as cavernas são ideais pois a impressão de recinto é importante para o ritual.

A Igreja de Satã, criada por Anton Szandor LaVey, é uma referência importante nesse contexto.

Há muita controvérsia com relação à origem dos textos ou cânticos usados nas missas negras, muitos deles, usando latim. Lavey publicou obras com detalhes sobre estes textos. Há dois sites brasileiros que possuem material a respeito. São eles: Spectrumgothic e Morte Súbita. Na literatura Brasileira, a obra de Amauri Casagrande, Maelna & A Presença de Lúcifer, explana dois tipos de missas negras mais comentadas nos satanismo pós-Crowley.

Referências

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