Mississippi em Chamas

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Mississippi Burning
Mississipi em Chamas (PT/BR)
 Estados Unidos
1988 • cor • 128 min 
Direção Alan Parker
Produção Robert F. Colesberry
Frederick Zollo
Roteiro Chris Gerolmo
Frederick Zollo
Elenco Gene Hackman
Willem Dafoe
Brad Dourif
Frances McDormand
Género drama
Idioma inglês
Música Trevor Jones
Cinematografia Peter Biziou
Edição Gerry Hambling
Distribuição Orion Pictures
Lançamento 9 de Dezembro de 1988
Orçamento US$ 15 000 000
Receita US$ 34 603 943 (EUA)
Página no IMDb (em inglês)
O tribunal do condado de Chambers, em La Fayette, foi utilizado como cenário no filme

Mississippi em Chamas (Mississippi Burning, no original em inglês) é um filme norte-americano de 1988, do gênero drama, dirigido por Alan Parker e com roteiro de Chris Gerolmo.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O filme conta, de maneira fictícia, a investigação que dois agentes da Agência Federal de Investigação fizeram no estado do Mississippi em 1964 sobre o assassinato brutal de três ativistas dos direitos civis.

Elenco[editar | editar código-fonte]

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Críticas[editar | editar código-fonte]

O filme foi criticado por muitos, incluindo o historiador Howard Zinn, pela sua "ficcionalização" da história real. Enquanto os agentes da Agência Federal de Investigação são apresentados no filme como heróis, na realidade a Agência Federal de Investigação e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos mal protegeram os civis ameaçados da pequena cidade e, supostamente, teriam observado pessoas sendo espancadas sem intervir.

Documentários baseados nos fatos narrados no filme[editar | editar código-fonte]

"Mississippi em chamas" foi precedido em 1975 por um documentário televisivo intitulado Attack on Terror: The FBI vs. the Ku Klux Klan ("Ataque ao terror: o FBI versus Ku Klux Klan"), que narrou os mesmos eventos do filme. Em 1990, foi realizado outro especial para a televisão, chamado "Assassinato no Mississippi, aleluia", baseado na mesma história em que o filme "Mississipi em chamas" foi baseado.

Desdobramento dos fatos narrados no filme[editar | editar código-fonte]

Em 21 de junho de 2005, 41 anos após os assassinatos, Edgar Ray Killen (na ocasião, com 80 anos) foi condenado a sessenta anos de prisão pelo assassinato dos três civis cujas histórias são contadas no filme.

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Oscar 1989 (EUA)


BAFTA 1990 (Reino Unido)

  • Venceu nas categorias de melhor fotografia, melhor edição e melhor som.
  • Indicado nas categorias de melhor diretor e melhor trilha sonora.


Festival de Berlim 1989 (Alemanha)


Globo de Ouro 1989 (EUA)

  • Indicado nas categorias de melhor diretor - cinema, melhor filme - drama, melhor atuação de um ator em cinema - drama (Gene Hackman) e melhor roteiro - cinema.


Political Film Society 1990 (EUA)

  • Venceu na categoria Direitos Humanos.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]