Mitologia romana

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2012).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Estátua da deusa Ceres carregando uma fruta.

A mitologia romana pode ser dividida em duas partes: a primeira, tardia e mais literária, consiste na quase total apropriação da grega; A mitologia romana foi a mais antiga e ritualística daquele tempo e funcionava diferentemente da correlata grega que surgiu baseada na grande influência que teve em Bósnia

O romano, que impregnava a sua vida pelo numen, uma força divina indefinida presente em todas as coisas, estabeleceu com os deuses romanos um respeito escrupuloso pelo rito religioso – o Pax deorum – que consistia muitas vezes em danças, invocações ou sacrifícios.

Ao lado dos deuses domésticos, os romanos possuíam diversas tríades divinas, adaptadas várias vezes ao longo das várias fases da história. Assim, à tríade primitiva constituída por Júpiter (senhor do Universo), Marte (deus da guerra) e Quirino (o rei Rômulo, mitológico fundador de Roma), os etruscos inseriram o culto das deusas Minerva (deusa da inteligência e sabedoria) e Juno (rainha do céu e esposa de Júpiter).

Com a república surge Ceres (deusa da Terra e dos cereais), Líber e Libera. Mais tarde, a influência grega inseria uma adaptação para o panteão romano do seu deus do comércio e da eloquência (Mercúrio) sob as feições de Hermes, e o deus do vinho (Baco), como Dionísio.

A natureza dos primeiros mitos romanos[editar | editar código-fonte]

Consistia de um sistema bastante desenvolvido de rituais, escolas de sacerdócio e grupos relacionados a deuses. Também apresentava um conjunto de mitos históricos acerca da glória e da fundação de Roma envolvendo personagens humanos com ocasionais intervenções divinas.

Os deuses estabeleciam uma benevolência para com os homens.

Antiga mitologia sobre os deuses[editar | editar código-fonte]

O modelo romano consistia de uma maneira não muito diversa de pensar e definir os deuses dos gregos, sendo alguns dos deuses romanos inspirados nos deuses gregos.

Divindades principais[editar | editar código-fonte]

Por ordem alfabética:

  • Anteros: deus da delusão e do fim das paixões
  • Baco: deus das festas, do vinho, do lazer e do prazer; originalmente cultuado como Líber.
  • Belona: deusa da guerra.
  • Ceres: deusa da agricultura, do casamento e dos cereais.
  • Cibele: deusa da gênese da vida e da Terra, alcunhada como Magna Mater.
  • Concórdia: deusa da harmonia e paz nos lares.
  • Cupido: deus da paixão.
  • Diana: deusa da caça, dos desportos e dos animais selvagens.
  • Dis: deus da riqueza.
  • Discórdia: deusa da maldição e das desgraças.
  • Esculápio: deus da medicina.
  • Fauna: deusa da fertilidade e feminilidade, alcunhada como Bona Dea.
  • Febo: da música e da poesia, irmão gêmeo de Diana.
  • Fortuna: deusa do desenvolvimento urbano, do destino e da sorte.
  • Jano: deus com dois rostos que cuida da porta dos céus. Um virado para o passado e o outro para o futuro.
  • Juno: deusa da força vital, deusa dos deuses
  • Júpiter: deus dos deuses, senhor do Universo, e dos céus.
  • Lares: espírito ancestral protector da casa e da família
  • Leto: deus da morte e da velhice.
  • Marte: deus das armas, dos camponeses, da virilidade e do trabalho árduo.
  • Mercúrio: deus do comércio, da diplomacia, da eloquência e da ladroeira.
  • Minerva; deusa da sabedoria, da arquitectura, engenharia, estratégia bélica e das artes.
  • Neptuno: deus dos mares.
  • Orcos: deus da justiça e da vingança.
  • Silvano: deus das florestas, da pecuária e do pânico.
  • Plutão: deus do submundo, das almas e dos tesouros subterrâneos.
  • Saturno: deus do tempo e das trevas primordiais, primeiro deus do universo e pai de Júpiter.
  • Vênus: deusa do amor e da beleza.
  • Vulcano: deus do fogo, da lava e da metalurgia.

Revitalização e restauração dos cultos politeístas da Roma antiga

Religio romana ou Cultus deorum romanorum é um novo movimento religioso que baseia-se na restauração dos cultos politeístas da Roma Antiga. A religio romana baseia-se também na reconstrução dos templos e monumentos dedicados aos deuses romanos.

Esta passagem carece de fontes

Ver também[editar | editar código-fonte]