Mobilidade sustentável

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A bicicleta citadina, um dos veículos mais comuns na mobilidade sustentável

A mobilidade sustentável é uma política e uma forma de mobilidade, predominantemente em meios urbanos e para transporte de indivíduos como o transporte público, onde se dá uma ênfase à ocupação do espaço público pelo meio de transporte, à emissão de gases poluentes e com efeito de estufa, assim como ruído emitidos na locomoção do veículo; bem como à eficiência energética na área dos transportes.[1] Dentro da mobilidade sustentável enquadra-se a mobilidade suave, mobilidade ativa ou mobilidade não-motorizada que descreve a deslocação de pessoas e bens em bicicleta ou a pé; assim como em outros modos menos frequentes movimentados a propulsão humana como por exemplo patins, skate ou trotinetas.

Vantagens[editar | editar código-fonte]

Poderão ser enumeradas diversas vantagens pela adoção de medidas de forma a encorajar a mobilidade sustentável:

  • Redução significativa dos gases poluentes em meio urbano - Um dos grandes problemas que diversas grandes urbes enfrentam prende-se com a elevada taxa de gases poluentes na atmosfera, pois existe normalmente nas grandes cidades elevadas concentrações de veículos com motor de combustão interna. A adoção de medidas que desincentivem o uso do automóvel favorece uma melhoria significativa da qualidade do ar nas cidades.[2]
  • Redução do ruído nas cidades - Encorajar a mobilidade suave favorece a diminuição da poluição sonora, pois quer as bicicletas quer o andar a pé, não emitem o ruído produzido pelos veículos com motor de combustão convencionais.[3]
  • Desocupação do espaço público - A mobilidade sustentável, ao substituir viagens em automóvel, liberta o espaço público, que pode ser ocupado por jardins, escolas, ou mesmo espaços comerciais como esplanadas.
  • Saúde pública - A mobilidade sustentável, ao substituir viagens em automóvel, por modos ativos em que é exigido algum esforço físico ao utilizador, melhora substancialmente o bem-estar físico e a saúde das pessoas que a adotam. De referir que a título de exemplo, a maior causa de morte em Portugal são as doenças cardiovasculares, em que o exercício físico é um fator crucial na prevenção das mesmas.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Deputados do parlamento português (20 de janeiro de 2012). Resolução da Assembleia da República n.º 14/2012. Página visitada em Março de 2012.
  2. Filipe André Roque Viegas (Novembro de 2008). [https://dspace.ist.utl.pt/bitstream/2295/243901/1/Dissertacao.pdf Critérios para a Implementação de Redes de Mobilidade Suave em Portugal]. Página visitada em Março de 2012.
  3. DN (04 Julho 2009). As seis questões estratégicas. Página visitada em Março de 2012.