Mogi Guaçu

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Município de Mogi Guaçu
"Guaçu"
"Antiga capital da Cerâmica"
"Cidade dos Tomates e Cítricos"
"Berço dos Italianos"
Bandeira de Mogi Guaçu
Brasão de Mogi Guaçu
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 9 de Abril
Fundação 9 de abril de 1877
Gentílico guaçuano
Lema honor et gloria
"Honra e glória"
CEP 13840-000 até 13856-999
Prefeito(a) Walter Caveanha (PTB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Mogi Guaçu
Localização de Mogi Guaçu em São Paulo
Mogi Guaçu está localizado em: Brasil
Mogi Guaçu
Localização de Mogi Guaçu no Brasil
22° 22' 19" S 46° 56' 31" O22° 22' 19" S 46° 56' 31" O
Unidade federativa  São Paulo
Mesorregião Campinas IBGE/2008[1]
Microrregião Mogi Mirim IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Aguaí, Mogi Mirim, Itapira, Conchal, Estiva Gerbi,Espírito Santo do Pinhal, Araras, Pirassununga, Leme.
Distância até a capital 166 km
Características geográficas
Área 885 km² [2]
População 144 963 hab. Censo IBGE/2013[3]
Densidade 163,8 hab./km²
Altitude 591 m
Clima Tropical de Altitude Cwa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,774 alto PNUD/2010[4]
PIB R$ 3 107 953 445 mil IBGE/2011[5]
PIB per capita R$ 21 439,62 IBGE/2011[5]
Página oficial

Mogi Guaçu é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 22º22'15" sul e a uma longitude 46º56'38" oeste, estando a uma altitude de 591 metros. Sua população é de 144.963 habitantes segundo IBGE 2013 e possui uma área de 885,00 km².

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Nos termos da nova Reforma Ortográfica, a grafia correta é Mojiguaçu pois prescreve-se o uso da letra J para palavras de origem tupi-guarani. O nome vem do tupi M'Boiji-Guaçu (ou M'Boîj), grande rio que serpenteia (referindo-se ao Rio Mojiguaçu). Ao longo dos anos, a grafia M'Boijy foi alterada para Boigy, depois para Mogy, Mogi e finalmente para Moji. [carece de fontes?] Ademais, deve-se escrever junto porque, embora a sílaba "ji" seja tônica, não é acentuada graficamente. E somente quando acentuadas graficamente é que devem receber a hifenização. Ex: Ceará-mirim. Caso não seja acentuada graficamente (ainda que a sílaba seja tônica), não se deve colocar o hífen. Ex. Mojimirim, Mojiguaçu.[6] Nas formações por sufixação apenas se emprega o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, como açu, guaçu e mirim, quando o primeiro elemento acaba em vogal acentuada graficamente ou quando a pronúncia exige a distinção gráfica dos dois elementos: amoré-guaçu, anajá-mirim, andá-açu, etc.

Contudo, mesmo que em desacordo com as normas ortográficas vigentes no pais desde 1943 e do Acordo Ortográfico de 1990, foi criada uma lei municipal que oficializa a grafia do município com a letra G.

História[editar | editar código-fonte]

Cortada pelo rio que originou seu nome, cujo significado na língua dos primeiros habitantes é "Grande Rio Que Serpenteia" (cuja polêmica abre possibilidade de serem da tribo tupi-guarani ou caiapós). Traduz-se equivocadamente há vários anos como "Rio Grande Das Cobras", mas essa é a tradução ao 'pé-da-letra'. Com a chegada dos bandeirantes, que viajavam rumo ao oeste mineiro e a Goiás, em busca do ouro, a população indígena foi diminuindo e, às margens do rio Mojiguaçu, foi formado um vilarejo para dar pouso aos desbravadores.

O desenvolvimento econômico começou com a produção de café e a instalação do ramal ferroviário da Companhia Mogiana de Estradas de Ferro (1875). Em 9 de abril de 1877 a Freguesia de Conceição do Campo tornou-se Mogi Guaçu. Passou a ser comarca somente em 30 de dezembro de 1966.

Com a abolição da escravatura, deu-se início à fase industrial através de imigrantes italianos que instalaram as primeiras cerâmicas - o pioneiro foi o Padre José Armani com sua fábrica de telhas. Isso se deve à grande quantidade de um tipo de argila encontrado no município, chamado taguá.

Centro de Mogi Guaçu em 1925

Hoje, Mogi Guaçu tem um perfil diversificado, abrigando empresas do ramo de papel e celulose, de alimentação, de metalurgia e de cosméticos, entre outras espalhadas nos cinco distritos industriais. Além da diversificação industrial, uma características de poucos municípios, Mogi Guaçu também se destaca pela sua produção agrícola da laranja (que ocupa o terceiro lugar na produção estadual) e do tomate (terceiro lugar na produção do estado). O comércio também alcançou uma independência, atraindo consumidores de cidades vizinhas. O comércio cresceu em torno da igreja matriz Nossa Senhora da Imaculada Conceição, que se tornou a padroeira do município, localizada na praça Rui Barbosa, conhecida como Recanto.

Os movimentos culturais também formam a história do município. Há 29 anos é realizado o Feteg (Festival de Teatro do Estudante Guaçuano), há 28 o Encontro de Coros. O Centro Cultural abriga a Escola Municipal de Iniciação Artística (Emia) e o Teatro Municipal Tupec com capacidade para 450 lugares. No esporte, um dos eventos mais tradicionais é a Maratona Esportiva Guaçuana, que é realizada há 40 anos.

Geografia[editar | editar código-fonte]

  • Área total: 885 Km²
  • Área Urbana: 47,63Km²
  • Bairros: 225
  • Marco zero - Na Praça dos Expedicionários, Centro.
  • Textura superficial: Predomínio da Terra roxa e argila, principal matéria-prima das Cerâmicas da cidade.

Relevo[editar | editar código-fonte]

  • Topografia: suavemente ondulado, porém plano em alguns bairros da zona Norte, exemplo Parque Cidade Nova e Ypes.
  • Altitude média: 640 metros
  • Altitude da sede Paço Municipal da Prefeitura: 591 Metros
  • Altitude de maior elevação: 838 metros (Fazenda Bela Vista)
  • Altitude de menor: 540(Bairro Sete Lagoas)

Terremoto de 1922[editar | editar código-fonte]

Mogi Guaçu teve o segundo maior terremoto registrado no estado de São Paulo (5,1 Richter). Os dados sobre o terremoto de Mogi Guaçu do dia 27/01/1922 foram registrados pela estação sismográfica do Observatório Nacional do Rio de Janeiro. Naquela época, a cidade tinha poucos habitantes (cerca de 11 mil), porém o terremoto provocou rachaduras em diversos imóveis e quedas de objetos dentro das casas.Abalos também foram sentidos em outras cidades da região.

Terremoto em Mogi Guaçu em 1922.

[7]

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é Tropical de Altitude ou subtropical com inverno seco (Köppen: Cwa), com temperatura média mínima de 15,05°C e máxima de 27,87°C. O Verão é quente e úmido, com temperaturas entre 18 e 28°C, com picos de máxima de 35°C e mínimas podendo chegar a 14°C. A Primavera começa seca e termina úmida, sendo essa a estação mais oscilatória em questões de temperatura, sendo que podemos registrar mínimas em torno de 5°C e máximas que podem chegar em raros casos a 36°C. No Outono começa ligeiramente úmido e fica seco com o passar das semanas. Março e Abril podem registrar ainda picos de 30°C e mínimas superiores a 15°C, algo que fica mais raro com a proximidade de Maio, onde as máximas raramente superam os 26°C e as mínimas poucas vezes atingem os 13°C. No Outono podemos ter mínimas que chegam a 5°C em Maio e 2°C em Junho e máximas baixas, que às vezes são menores que 12°C, ou altas, principalmente no início da estação. O Inverno é seco, mas a entrada de frentes frias não são raras. As temperaturas máximas ficam em torno de 20-25°C em junho e julho, e as tardes acontecem raros casos não passam de 10ºC como nos anos de 2000 9,6ºC, 1996 7,0ºC e 1994 7,5ºC e chegam ao patamar de 25-28°C em Agosto e no início de Setembro, onde são comuns dias muito secos com grandes oscilações térmicas maiores até de 22ºC, onde a temperatura é de 7°C ao amanhecer e chega a 29°C durante a tarde. Mínimas chegam raramente a 1°C, mas acontecem e máximas podem chegar a mais de 30°C, principalmente no mês de Setembro. A menor temperatura já registrada em Mogi Guaçu foi de -4°C, em junho de 1918 e a maior foi de 38,9°C, em novembro de 1985.

  • Clima: Tropical de Altitude ou subtropical com inverno seco
  • Temperatura Média anual: 21,44°C
  • Temperatura Média Mínima anual: 15,05°C
  • Temperatura Média Máxima anual: 27,87°C
  • Temperatura mais baixa: -4°C em 1918
  • Temperatura mais alta: 38,9°C em 1985
  • Chuvas anuais: de 1.100mm á 1.700mm
  • Dias de geada média anual: 2



Dados climatológicos para Mogi Guaçu
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 36,7 37,2 35,2 34,6 32,1 30,6 31,4 34,4 35,9 37,6 38,9 36,1 38,9
Temperatura máxima média (°C) 29,6 29,7 29,4 27,8 25,9 24,8 25,0 27,2 28,3 28,7 29,1 29,0 27,87
Temperatura mínima média (°C) 18,4 18,6 17,9 15,3 12,6 11,1 10,6 12,0 14,0 15,7 16,6 17,8 15,05
Temperatura mínima registrada (°C) 10,2 10,8 5,8 0,3 -1,2 -4,0 -2,7 -1,8 -0,4 2,8 6,6 9,2 -4,0
Precipitação (mm) 227,1 176,1 129,6 48,5 42,3 38,8 26,7 29,4 41,6 98,7 125,1 183,9 1,167,8
Fonte: n/a

Economia[editar | editar código-fonte]

  • IDH-M Renda: 0,764 (2010)

O município de Mogi Guaçu foi considerado em 2007, por mais um ano, um dos "300 Municípios mais Dinâmicos do Brasil" segundo a revista Atlas do Mercado Brasileiro, da Gazeta Mercantil (edição de maio de 2007). Mogi Guaçu ocupa o 65º lugar entre os municípios que obtiveram resultado acima da média nacional (120% em relação a média). Na classificação pela Divisão dos Mercados de Consumo, o município tem um Índice de Potencial de Consumo de 0,109%, comparando com a população de 141.559.

Comércio[editar | editar código-fonte]

O comércio de Mogi Guaçu é independente e um polo comercial e fluente da região da Baixada Mogiana são mais de 7 mil lojas de comércio e serviços, contando com diversas redes de franquias nacionais e internacionais e várias redes de varejistas concentrada na região central da cidade. Na cidade há um shopping center na região central, o Buriti Shopping (Mogi Guaçu)[8] , que foi inaugurado dia 22 de Novembro de 2012. Na década de 70 o comercio de Mogi Guaçu foi se desenvolvendo com o crescimento populacional, por conta das novas indústrias e investimentos, que fez da cidade ser independente até hoje. Outro crescimento foi no segmento noturno que se desenvolve na cidade os barzinhos, lanchonetes, choperias e outros, trazendo mais lazer e Happy hour local. Mogi Guaçu contém diversas lojas e franquias.

Indústrias[editar | editar código-fonte]

Por volta do ano 1908 ínicia a produção de cerâmicas e telhas na olaria em Mogi Guaçu, apioneira foi a Cerâmica Martini, com o passar da primeira metade do século 20 surgiram empresas ceramistas como; Cerâmica São José, Cerâmica Mogi Guaçu, Cerâmica Gerbi e Indústria chiarelli. No ano de 1957 Mogi Guaçu ganhou título de capital da Cerâmica. Em todo o Brasil, o nome da cidade lembrava tijolos de qualidade, telhas tubos, manilhas e pisos. Era o auge da atividade ceramista na região, no momento em que as velhas olarias adiantavam-se na mecanização e assumirem perfil industrial. Nos anos 60 surgiu a Indústria de Papel Celulose Champion a atual International Paper que fez com que a cidade teve um aumento populacional bem significativo ultrapassando a cidade de Mogi mirim tanto populacional, como também no fator econômico. Nos ano 80 teve recessão na construção civil no Brasil, que causou dificuldades para o segmento ceramista guaçuano, que hoje sobraram a Lanzi e Eliane no segmento cerâmico. Mogi Guaçu hoje tem indústrias de diversas modalidades contando com 5 parques industrias, próximos a Rodovia SP-340 e a SP-342 há diversas pequenas e médias empresas que empregam milhares de pessoas da região. No ano 2000 o Pib das indústrias de Mogi Guaçu eram de 370 milhões de reais, e em 2010 são 802 milhões de reais um crescimento de 207% em 10 anos segundo IBGE. As maiores empresas instaladas na cidade são; Mahle, International Paper [9] , Ingredion- Unilever,Sandvik e diversas outras.

Agricultura[editar | editar código-fonte]

Com a ocupação, a vegetação original composta quase que na totalidade por mata atlântica e com algumas manchas de cerrado ao norte e nordeste do município, foi sendo derrubada para a instalação de engenhos e a plantação de cana-de-açúcar, uma vez que a então Província de São Paulo passava por um novo ciclo da cana. No ano de 1830 a cultura canavieira tomou vulto nos arredores de Mogi Guaçu tinham 20 engenhos, e também as primeiras plantações de cafezais na região foi nessa época, que em 1854 teve grande expansão que devastaram florestas e pastos de gados e plantaram cafezais. O ciclo do café trouxe muita riqueza para Mogi Guaçu como foi ao estado de São Paulo, teve suas diversidades climáticas quase sua total destruição em 1918 quando os cafezais ficaram totalmente brancos por causa da forte geada que as temperaturas chegaram á -4ºC em junho daquele ano recuperou-se até a crise de 1929. N década de 30 quase acabou as plantações de café por conta de muita geadas e frio, e baixo valor do saco de café decorrente da crise de 1929, só algumas permaneceram até hoje na região de Nova Louzã. O tomate veio na década de 70 escolhido o local por causa proximidade dos grandes centros urbanos e o clima ideal para o tomate, teve seu auge nos anos 80 e 90, Mogi Guaçu se tornou varias vezes líder na produção de tomate no Brasil para exportações e para as industriais. Com aumento da população mudando para centro urbano de Mogi Guaçu trouxeram muitas pessoas de fora principalmente de norte de Minas Gerais e do nordeste brasileiro para trabalhar no cultivo de tomate, mas com passar dos anos a produção no município foi diminuindo, uns dos fatores foi as terras sobrecarregadas, pragas e doenças e aumento de outras culturas mais rentáveis e mais lucrativas.[10] Hoje a Agricultura e pecuária de Mogi Guaçu e muito bem moderna e diversificada com plantações de Cana-de-açúcar, laranja, tomate, limão, milho, tangerina e diversas outras. Segundo IBGE em 2000 o PIB agrícola era de 35 Milhões, em 2010 passou para 210 Milhões de Reais um crescimento de 602%, o município se torna a 4ª mais rica em agrícola do estado de São Paulo.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Censo Populacional
Ano Quantidade

1769 2.000
1829 1.190
1886 6.002
1890 8.650
1900 10.129
1910 11.720
1920 11.172
1940 14.110
1960 24.637
1970 45.070
1980 65.465
1991 107.454
2000 124.228
2010 137.286
2013 144.963
Fonte: IBGE
Dados do Censo de 2010
  • População
    • Urbana: 130.366
    • Rural: 6.950
    • Homens: 68.115
    • Mulheres: 69.171
    • Total: 137.286
  • Densidade demográfica Urbana: 2.737 hab/km²
  • Densidade demográfica Rural: 8 hab/ hab/Km²
  • Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 1,99;
Classe Social
  • Classe Média, A,B e C:84,7%
  • Classe Pobre, D e E:15,3%
Etnias
Cor/Raça Porcentagem
Branca 84,6%
Negra 2,8%
Parda 12,0%
Amarela 0,2%
Indigena 0,1%

Fonte: Censo 2000

Bairros[editar | editar código-fonte]

Distrito de Martinho Prado Júnior


Infraestrutura[editar | editar código-fonte]


Educação[editar | editar código-fonte]

Faculdades
  • Faculdade Municipal Professor Franco Montoro.[11]
  • Faculdade Maria Imaculada
  • Faculdade Mogiana do Estado de São Paulo .[12]
Escolas Particulares
  • Colégio Seletivo
  • Colégio César Lattes - COC
  • Colégio Monteiro Lobato
  • Fundação Educacional Guaçuana
  • Anglo Mogi Guaçu
  • Educar
  • Colégio Objetivo
  • Colégio Integrado São Francisco
Escolas Tecnicas
  • Senai de Mogi Guaçu
  • ETEC Mogi Guaçu “Euro Albino de Souza”
  • CEGEP - Centro de Educação Profissional “Governador Mário Covas”
Índices

Saúde[editar | editar código-fonte]

Índices

Logradouros[editar | editar código-fonte]

Frota de Veículos
Ano Quantidade

2001 38.977
2005 48.801
2010 70.949
2014 94.530
Rodovias

A SP-340 é a rodovia de maior importância para a cidade. A cidade também têm varias estradas internas e vicinais devido ao grande tamanho da zona rural, entre elas estão as ligações: Mogi Guaçu - Conchal, Mogi Guaçu - Leme, Mogi Guaçu - Itapira, Mogi Guaçu - Estiva Gerbi, Mogi Guaçu - Espírito Santo do Pinhal.

Principais vias
  • Em Mogi Guaçu há muitas avenidas que facilitam o transito, em destaque a Avenida Nove de Abril que faz a importante ligação do centro à zona norte da cidade. Do centro a zona sul destaque para a Avenida Mogi Mirim, principal via de ligação entre as duas cidades. A via mais extensa e com maior tráfego da cidade é a Avenida dos Trabalhadores.
  • A frota municipal em Dezembro de 2013 era de 94.530 veículos, sendo 51.163 somente de automóveis e 22.580 de motocicletas e 2.469 de caminhões, 489 de ônibus e 439 de micro-ônibus.

Conforme dados do Detran – Departamento Nacional de Trânsito em Dezembro de 2013, Mogi Guaçu possuía a 132º maior frota de veículos do Brasil e a 47º maior frota de veículos do estado.[13]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Administração pública[editar | editar código-fonte]

Poder Executivo

O atual prefeito de Mogi Guaçu é Walter Caveanha (PTB), guaçuano, engenheiro civil, eleito em 2012 pela quarta vez prefeito do município. O atual vice-prefeito é Marçal Georges Damião, natural de Mogi Guaçu, líder do Sindicato dos Metalúrgicos.

Poder Legislativo

Cultura, lazer e turismo[editar | editar código-fonte]

Artes[editar | editar código-fonte]

A cidade também conta com a Corporação Musical "Marcos Vedovello", fundada em 25 de maio de 1920. É uma entidade cultural sem fins lucrativos e declarada de utilidade pública municipal. Atualmente é tida como referência musical na cidade de Mogi Guaçu e tem como principais finalidades o ensino, a divulgação e a popularização da música instrumental. É composta pela Escola de Música "Geraldo Vedovello", que atende crianças e jovens gratuitamente, e por outros grupos musicais, tais como a Orquestra de Sopros, a Banda Geraldo Vedovello e a banda Marcial dos Ipês. Estes grupos desenvolvem, entre outros trabalhos, os seguintes projetos: Concertos Populares, Música na Escola, Concerto pela Paz e Concerto pela Solidariedade.

Bibliotecas[editar | editar código-fonte]

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clubes recreativos
  • Ilha Clube
  • Cerâmica Clube [14]
Casa Notunas
  • Clube 7 de setembro
  • Sun charm's clube [15]
  • Tianena Music Bar [16]
  • Copas music & Bar

ExpoGuaçu[editar | editar código-fonte]

  • Expoguaçu - realizada no mês abril com rodeio, espetáculos, praça de alimentação, parque diversões e pavilhão de exposições. [17]

Fazendas e Sítio históricos[editar | editar código-fonte]

  • Fazenda Campininha[18]
  • Fazenda Cataguá


Museus[editar | editar código-fonte]

  • Museu Histórico Hermínio Bueno
  • Museu-Navio Franco Godoy

O visitante surpreende-se logo a princípio, com a visão de restos mortuários de indígenas de uma tribo caiapó, que habitava as margens do rio Mogi Guaçu, nas proximidades da hoje denominada Cachoeira de Cima, há cerca de 1.500 anos. Ou seja, mil anos antes do descobrimento do Brasil pelos portugueses. Esses restos mortais foram encontrados em urnas funerárias, na verdade grandes potes de barro, denominados igaçabas, durante a escavação de valas para a construção dos fundamentos da casa de seu descobridor, José Edson Franco de Godoy, na década de 1970.

Esta descoberta arqueológica, catalogada pelo MAE - Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo - USP, é que deu origem a ideia da construção de um prédio que, ao mesmo tempo atraísse a atenção das pessoas e abrigasse o acervo que se foi constituindo, a partir dos anos oitenta, pelo seu fundador. Daí o formato de navio do edifício que abriga o museu.

O acervo é constituído por centenas de peças de manufatura indígena e fotografias, sobretudo do povo Xavante. O museu-navio expõe também animais empalhados e um ofidiário na sala de Zoologia além das réplicas de duas múmias egípcias, doadas pela USP.

O próprio empreendedor desse museu-navio monitora as visitas e realiza mini-palestras para grupos interessados, estudantes ou não. O museu é aberto a visitação pública, sob agendamento.

Situa-se há cerca de oito quilômetros da cidade, no bairro rural de Santo Antonio do Fundão, na estrada que dá acesso ao bairro da Roseira.

Reconhecido pelo IPHAN - IBRAM e SUSEM.

Acesse o blog: [1]

Religião[editar | editar código-fonte]

Religião em Mogi Guaçu
Denominação Porcentagem
Igreja Católica Apostólica Romana 64,11%
Protestantismo 25,04%
Testemunhas de Jeová 2,35%
Espiritismo 1,68%
Outras 1,18%
Ateus / sem religião 0,21% / 5,43%

Fonte: Censo 2010 [19]

Igreja Católica Apostólica Romana[editar | editar código-fonte]

O município pertence à Diocese de São João da Boa Vista. A padroeira do município é Nossa Senhora da Conceição, (Imaculada Conceição), sua festa de comemoração é no dia 8 de dezembro. A Matriz da Imaculada Conceição é a mais antiga da diocese. A Igreja está organizada no município em 17 paróquias:

A Paróquia Santuário Nossa Senhora do Rosário, que tem sua Igreja Matriz conhecida na cidade por igreja da Capela (por conta de sua localização, o bairro chamado Capela, que remonta à época em que só havia a Matriz - da Imaculada Conceição - e a Capela de Nossa Senhora do Rosário), foi criada e instalada como paróquia em 1977. Sua Matriz é uma das maiores igrejas da cidade.

A Paróquia de Santo Antônio foi criada e instalada em 1987, pelo Bispo Diocesano de São João da Boa Vista, Dom Tomás Vaquero, devido ao rápido crescimento dos bairros à volta do rio Mojiguaçu. Atualmente, a comunidade paroquial possui duas igrejas: a Matriz de Santo Antônio e a igreja de São Sebastião. Em 11 de junho de 1987, durante a celebração de uma missa na então Capela de Santo Antônio, do Bairro Vila Paraíso, em Mogi Guaçu, concelebrada pelo então bispo diocesano, Dom Tomás Vaquero e outros sacerdotes que assinaram a ata, foi instalada a nova Paróquia de Santo Antônio de Pádua, totalmente desmembrada da Paróquia da Imaculada Conceição e dada posse oficial ao seu 1º pároco, na pessoa do Revmo. Sr. Pe. Paulo de Tarso Noronha Cominato, do Clero Diocesano. Deve-se creditar ao padre holandês Longino Vastbinder a idealização e execução das igrejas Santuário de Nossa Senhora do Rosário, no bairro da Capela e da de Santo Antonio de Pádua, no bairro Vila Paraíso.


  • Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida (1987)
  • Paróquia Santo André - Distrito de Martinho Prado Júnior(1994)
  • Paróquia São Judas Tadeu (1994)
  • Paróquia Nossa Senhora da Luz (1995)
  • Paróquia São Pedro Pescador (1996)
  • Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus (1998)

A Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus foi fundada no dia 20 de junho de 1976, quando Pe. Lauro Vollering, AA, vigário paroquial da Paróquia Imaculada Conceição, colocou a primeira cruz no terreno da Igreja Matriz, o primeiro coordenador foi Sebastião de Carvalho e o vice-coordenador era Benedito Bráz Teixeira (hoje, Diác. Benedito, da Paróquia São Judas Tadeu), nessa época a comunidade pertencia à Paróquia Imaculada Conceição. Em 1977, passou a pertencer à Paróquia Nossa Senhora do Rosário, de onde fez parte até o ano de 1987. Neste período iniciou-se a Comunidade São Camilo. Em dezembro de 1987, passaram a ser comunidades da Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Nessa época, iniciou-se a Comunidade Sagrado Coração de Jesus. Em 30 de Janeiro de 1998, o 3° bispo de São João da Boa Vista, Dom Dadeus Grings, criou a Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, desmembrando da Paróquia Nossa Senhora Aparecida todo o território do município de Mogi Guaçu localizado ao norte do Córrego do Ipê e a leste da linha férrea que liga Mogi Guaçu a Estiva Gerbi, indo até os limites com os municípios de Espírito Santo do Pinhal, Itapira e Estiva Gerbi. Com a criação e instalação da nova Paróquia, foi empossado seu 1º pároco, o Pe. Paulo Henrique dos Santos. Pe. Paulo Henrique iniciou a organização de tudo, construindo a 1ª casa paroquial na Rua Jácomo Gonçalves, 67, comprando os terrenos para as comunidades, organizando as pastorais e a estrutura das comunidades urbanas e rurais. Foi durante seu pastoreio também que foi colocada na antiga Igreja Matriz a imagem de Nossa Senhora de Fátima e criada a Comunidade Santa Cecília. Em 31 de Março de 2000, foi consagrada a Leiga Maria das Graças Francisco. O Pe. José Eduardo de Palma Marques (ano de 1999) e o Pe. Claudemir Canela (ano de 2001) o ajudaram como seminaristas. A despedida do pároco foi em 1° de janeiro de 2002, sendo transferido para ser o Chanceler da Cúria em São João da Boa Vista. Em 26 de novembro de 2000, Dom Dadeus deixou a Diocese e em 7 de fevereiro de 2001, foi eleito, pelo Papa João Paulo II, o 4° bispo de São João da Boa Vista, Dom David Dias Pimentel, que tomou posse no dia 25 de março de 2001. No dia 14 de janeiro de 2002, foi empossado o 2° pároco, o Pe. José Eduardo de Palma Marques, que já havia sido seminarista na Paróquia. Pe. Eduardo continuou a organização da estrutura paroquial, ampliando a Casa Paroquial e iniciando a preparação para a construção da nova Igreja Matriz. Ajudaram-no: como Vigários Paroquiais, o Pe. Mário Donizete Adorno (24/05/2002 – 08/03/2003) e o Pe. Marcelo de Lima Cavalcante (16/06/2003 – 21/12/2003), e como seminaristas, o Pe. Claudemir Canela (2002) e o Pe. Hélio Marcos Riciate (2002-2003). No dia 7 de setembro de 2004, deixou a Paróquia, sendo transferido para a Paróquia Sagrado Coração de Jesus de São João da Boa Vista. No dia 11 de setembro de 2004, foi empossado o 3° pároco, Pe. José Ricardo Douglas Sandoval. Pe. José Ricardo construiu a nova Matriz, colocou nela: os vitrais; as imagens da Padroeira (de 1,40m) e do Sagrado Coração de Jesus (de 1,10m); o altar, o ambão e a pia batismal de madeira talhada; providenciou a bela pintura do Calvário no presbitério; recebeu a Relíquia dos fios de cabelo de Santa Teresinha, vinda de Lisieux, na França; e criou as comunidades São Pedro e Mãe Rainha. Durante seu pastoreio, no dia 16 de abril de 2010, foi desmembrada a Paróquia São Benedito, deixando de pertencer à nossa Paróquia todas as comunidades rurais e as urbanas de São Benedito e Nossa Senhora de Guadalupe. A partir daí, o território paroquial passou a ser o norte do Córrego do Ipê até a Rodovia SP-342 e o leste da linha férrea até o limite do Jardim Vitória (com os bairros Pansani e Chaparral) e do Bairro Santa Cecília (com o bairro Canaã). Ajudaram-no como Diácono (29/07/2005 – 29/12/2005) e Vigário Paroquial (30/12/2005 – 24/05/2009), o Pe. Luiz Carlos de Araújo; como Diácono, o Pe. Carlos Roberto Canato (07/01 a 17/07 de 2007); e como seminaristas o Pe. André Luiz Bordignon Meira (2004-2005), os seminaristas Ricardo Alexandre (2009-2010) e Renato Amorim (fev/2006 a abr/2007). Sendo transferido para a Paróquia São José de Estiva Gerbi, deixou a Paróquia no dia 13 de dezembro de 2009. O Pe. Anderson Daniel Lopes ficou hospedado na casa paroquial de 01/06 a 30/07 de 2008, mas não exerceu nenhum cargo na Paróquia. Também o Pe. José Donizeti de Carvalho ficou alguns meses na casa paroquial, quando foi (em 02/01/2009) para iniciar a preparação da Paróquia São Benedito. O 4° pároco, tomou posse em 23 de dezembro de 2009, vindo da Paróquia Senhor Bom Jesus da Cana Verde de Corumbaíba-GO, foi o Pe. Luciano Muterle Guidi. Pe. Luciano deu continuidade na construção da Igreja Matriz, realizando boa parte dos serviços de acabamento. Também foi em seu pastoreio que foi derrubada a antiga Igreja Matriz (que ficava ao lado da atual); feita a capela de Nossa Senhora Aparecida, à direita do presbitério; colocado o quadro da Sagrada Face na Capela do Santíssimo; e feito o altar de granito no Salão da Comunidade Sagrado Coração de Jesus. Ajudaram-no, como Vigário Paroquial, o Pe. Hélio Marcos Riciate (12/10/2010 – 04/12/2011) e como seminaristas os seminaristas Ricardo Alexandre (2010), Henrique (2010-2011), Fernando Bernardes (2010-2011) e Renato Amorim (2011). Ao ser transferido para a Reitoria do Seminário Diocesano São João Maria Vianney, em Mogi Guaçu, despediu-se da Paróquia, no dia 4 de dezembro de 2011. Em 6 de dezembro de 2011, foi empossado o atual pároco, Pe. Carlos Eduardo Alves, vindo da Paróquia São Sebastião da Colina de Aguaí. Pe. Carlos vem dando continuidade aos trabalhos pastorais realizados pelos padres anteriores e vem completando as obras de acabamento da Igreja Matriz: colocando a imagem de mármore da padroeira na fachada frontal; devolvendo a imagem de Nossa Senhora de Fátima (que ficava no presbitério da igreja antiga) ao interior da nova Igreja; descendo a imagem da Padroeira para o canto direito da nave da Igreja, colocando junto dela a Relíquia; colocando a imagem de Nossa Senhora do Carmo (de 1,53m) no lugar onde ficava a da padroeira; e a imagem do Menino Jesus em pé, feito em madeira policromada com olho de vidro, na Capela do Santíssimo; colocando os novos 75 bancos de madeira, os ventiladores, os quadros da Via Sacra – em tecido estampado - e a Cadeira Presidencial em madeira com o brasão-logotipo da Paróquia talhado - seguindo o mesmo estilo das outras peças do presbitério. Atualmente estão projetados o acabamento do Salão da Comunidade São Camilo e a construção do Salão Paroquial ao lado da Matriz. Ajudaram-no, como Vigário Paroquial o Pe. Hélio Marcos Riciate (05/12/2011 – 20/01/2013) e como seminarista o Sem. Renato Amorim (2012). Durante seu pastoreio, aconteceu a Consagração da 2ª Leiga, Geny Rodrigues Roson, em 8 de setembro de 2012. No dia 27 de Janeiro de 2013 foi celebrada a Missa Solene e Festiva do Jubileu de Cristal, presidida pelo pároco, tendo como tema “Aos 15 anos, Santa Teresinha entrou no Carmelo. Aos 15 anos, nossa Paróquia também quer aprender a fazer tudo o que o Bom Deus quiser.” Atualmente, a Comunidade Paroquial conta com as Comunidades: Santa Teresinha do Menino Jesus, Sagrado Coração de Jesus, São Camilo, São Pedro, Santa Cecília e Mãe Rainha. Possui cerca de 10.000 habitantes e está organizada em Pastorais; Grupos de Jovens, Adolescentes e de Círculos Bíblicos; e Movimentos.

Párocos e padres:

1- Pe. Paulo Henrique dos Santos (30/01/1998-01/01/2002) - pároco

2- Pe. José Eduardo Palma Marques (14/01/2002-07/09/2004) - pároco

Pe. Mário Donizete Adorno (24/05/2002-08/03/2003) – Vigário Paroquial

Pe. Marcelo de Lima Cavalcante (16/06/2003-21/12/2003) – Vigário Paroquial

3- Pe. José Ricardo Douglas Sandoval (11/09/2004-13/12/2009) - pároco

Pe. Luiz Carlos de Araújo (29/07/2005-24/05/2009) – Vigário Paroquial

4- Pe. Luciano Muterle Guidi (23/12/2009-04/12/2011) - pároco

Pe. Hélio Marcos Riciate (12/10/2010-05/12/2011) – Vigário Paroquial

5- Pe. Carlos Eduardo Alves (06/12/2011 - atualidade) - pároco

Pe. Hélio Marcos Riciate (06/12/2011-20/01/2013) – Vigário Paroquial

Pe. Romualdo Nunes (23/02/2013 – 03/08/2013) – Vigário Paroquial

Pe. William Aparecido Leal (03/07/2013 – atualidade) - Vigário Paroquial


  • Paróquia São José Operário (2002)
  • Paróquia Nossa Senhora de Fátima (2003)
  • Paróquia Santo Expedito (2003)
  • Paróquia Santa Teresa d'Ávila (2004)
  • Paróquia Nossa Senhora das Graças (2004)
  • Paróquia São João Batista - Bairro do Itaqui (2005)
  • Paróquia Santa Edwiges (2009)
  • Paróquia São Benedito (2010)

Igrejas Protestantes[editar | editar código-fonte]

O município possui os mais diversos credos protestantes, pentecostais e neopentecostais como a Igreja do Nazareno, a Igreja do Evangelho Quadrangular, a Igreja Apostólica Renascer em Cristo , a Igreja Presbiteriana, a Igreja Metodista, a Igreja Batista, a Igreja Assembleia de Deus, a Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Igreja Adventista da Promessa, a Igreja Universal do Reino de Deus,Igreja de Cristo Pentecostal no Brasil, Igreja O Brasil para Cristo, Igreja Paz e Vida, Igreja Internacional da Graça de Deus, Igreja Mundial do Poder de Deus, Igreja Missionária de Jesus para as Nações e diversas outras denominações com grande crescimento nas últimas décadas.

Atrativos naturais[editar | editar código-fonte]

  • Parque Chico Mendes

Esportes[editar | editar código-fonte]

Feriados municipais[editar | editar código-fonte]

Naturais de Mogi Guaçu[editar | editar código-fonte]

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Galeria de Fotos[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Mogi Guaçu

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. http://www.pnud.org.br/arquivos/ranking-idhm-2011.pdf
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. Texto oficial da Nova Reforma Ortográfica - Base XVI, parágrafo 3º)
  7. Terremoto em Mogi Guaçu
  8. shopping de Mogi Guaçu
  9. International paper
  10. [http:ftp://ftp.sp.gov.br/ftpiea/asp4-0194.pdf Título não preenchido, favor adicionar].
  11. A Faculdade Municipal “Prof. Franco Montoro” (FMPFM), mantida pela Fundação Educacional Guaçuana, criada pela Lei n° 503, de 30 de Janeiro de 1967, é uma Instituição de Ensino Superior (IES), com personalidade jurídica de direito público, com sede e foro na cidade de Mogi Guaçu, Estado de São Paulo Título não preenchido, favor adicionar.
  12. Famoesp Título não preenchido, favor adicionar.
  13. Departamento Nacional de Trânsito. Denatran Frota 2010. Página visitada em 27 de Novembro de 2012.
  14. Site do Cerâmica Clube
  15. Web site do Sun charm's
  16. Tia Nena Music Bar casa noturna mais badalada da Região da Baixada Mogiana
  17. ExpoGuaçu
  18. Fazenda campininha
  19. Censo IBGE 2010

Ligações externas[editar | editar código-fonte]