Monarquia absoluta na Suécia
Sem herdeiros, a Suécia negociou com a Rússia a troca da Finlândia pela escolha do favorito da Rússia, Adolfo Frederico para o trono. Este, contudo, não deteve o poder durante muito tempo; após meio século de regime parlamentar, um golpe de estado, perpetrado pelo rei Gustavo III, trouxe de volta a monarquia absoluta, um regime que permaneceu até ao envolvimento do país nas guerras napoleónicas, quando a Suécia foi forçada a ceder a Finlândia à Rússia, em 1809. Gustavo III desejava ser visto como déspota esclarecido e por isso procurou atrair cientistas e literatos para Estocolmo e para a corte como Carolus Linnaeus, Anders Celsius, Carl Michael Bellman e Johan Henric Kellgren, entre outros. Contudo, as sucessivas guerras desestabilizaram o país internamente e levaram ao assassinato do rei em 1792.