Morada Nova

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Município de Morada Nova
Bandeira desconhecida
Brasão desconhecido
Bandeira desconhecida Brasão desconhecido
Hino
Aniversário 2 de agosto
Fundação 1876
Gentílico moradanovense
Prefeito(a) Glauber Barbosa Castro (PMDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Morada Nova
Localização de Morada Nova no Ceará
Morada Nova está localizado em: Brasil
Morada Nova
Localização de Morada Nova no Brasil
05° 06' 25" S 38° 22' 22" O05° 06' 25" S 38° 22' 22" O
Unidade federativa  Ceará
Mesorregião Jaguaribe IBGE/2008[1]
Microrregião Baixo Jaguaribe IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Norte: Ocara e Beberibe, Leste: Russas, Limoeiro do Norte e São João do Jaguaribe, Sul: Alto Santo, Jaguaribara e Jaguaretama, Oeste: Banabuiú, Quixadá, Ibicuitinga e Ibaretama
Distância até a capital 168 km
Características geográficas
Área 2 779,229 km² [2]
População 62 086 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 22,34 hab./km²
Altitude 52 m
Clima Semiárido BSh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,610 médio PNUD/2010[4]
PIB R$ 383 023,000 mil IBGE/2010[5]
PIB per capita R$ 6 169,23 IBGE/2010[5]
Página oficial

Morada Nova é um município no interior do estado brasileiro do Ceará. Localizado na Mesorregião do Jaguaribe, na Microrregião do Baixo Jaguaribe, no Vale do Jaguaribe.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Sua denominação original era Aldeamento de Nossa Senhora das Montanhas, depois Vila do Espírito Santo de Morada Nova e desde 1925 Morada Nova[carece de fontes?].

História[editar | editar código-fonte]

Suas origens remontam ao século XVIII, quando nas proximidades do Rio Banabuiú estabeleceram-se os colonizadores Alferes José de Fontes Pereira de Almeida e seu irmão, o Capitão Dionísio de Matos Fontes. Em torno dessa fazenda, denominada por seus proprietários de Morada Nova, formar-se-ia a povoação da qual daria origem ao Município. Evolução Política: A elevação do povoado à categoria de distrito provém da Lei Provincial nº 1.719, de 2 de agosto de 1876, com a denominação de Espírito Santo, condicionando sua instalação à doação, pelos moradores, da casa na qual deveria funcionar a Câmara Municipal. Satisfeita essa exigência, instalou-se o Poder Municipal, tendo como data 17 de janeiro de 1877 e sendo eleitos os seguintes membros: 1) Presidente: Manuel Antônio Ferreira Nobre; 2) Vereador: Eduardo Henrique Girão; 3) Vereador: José Mateus Regino de Oliveira; 4) Vereador: José Carneiro de Sousa; 5) Vereador: José Crisóstomo de Sousa; 6) Vereador: José Raimundo Evangelista; 7) Vereador: Antônio Elias Saraiva de Brito; 8) Secretário: Antônio Jorge de Oliveira Façanha; 9) Procurador: Joaquim Victor Carneiro; 10) Fiscal: Raimundo José Cavalcante; 11) Suplente de Juiz: Manoel Antônio Ferreira Nobre; 12) Suplente de Juiz: Conrado Balbino da Silva Girão; 13) Suplente de Juiz: Plácido Francisco de Assis Andrade. Além do projeto do qual resultaria a elevação do povoado à categoria de vila, houvera tentativa similar, de autoria do Legislativo Provincial, mas propondo a denominação de São Crisólogo, o que não merecera aprovação graças aos protestos do Deputado Joaquim Pauleta Bastos de Oliveira, e inclusão, de sua autoria, do nome Espírito Santo (29/06/1876). A elevação do Distrito à categoria de Município, com a denominação de Morada Nova, provém da Lei Estadual nº 2.336, de 3 de novembro de 1925, tendo sido instalado a 6 de janeiro de 1926. Igreja: As primeiras manifestações de apoio eclesial têm como precedente requerimento formulado pelos fazendeiros Alferes José de Fontes Pereira de Almeida e seu irmão, o Capitão Dionísio de Matos Fontes, requerimento esse endereçado a D. João da Purificação Marques Perdigão, Bispo de Pernambuco, solicitando permissão para edificação de uma capela no reduto, e a ter como padroeiro o Divino Espírito Santo. Concedida a autorização, dever-se-iam iniciar os respectivos trabalhos, porém, à vista de desentendimento por parte dos requerentes irmãos, quanto à localização do templo, prolongaram-se as querelas. Convocados, então, os demais habitantes do reduto, no sentido de opinar a respeito, apresentou-se como vencedor o local preferido pelo Alferes José de Fontes e constante de 25 braças em quadro, conforme escritura datada de 1 de janeiro de 1834, além de segunda doação, constante de 300 braças, que seria feita pelo Capitão Dionísio de Fontes, cujo registro manteria a data de 29 de dezembro do mesmo ano[carece de fontes?].

Geografia Física[editar | editar código-fonte]

Clima[editar | editar código-fonte]

Tropical quente semiárido em todo o território[6] com pluviometria média de 713 mm[7] com chuvas concentradas de janeiro à abril.[8]

Hidrografia e recursos hídricos[editar | editar código-fonte]

As principais fontes de água são o Rio Banabuiú, os riachos seco, Santa Rosa, Córrego do Corcunda, Aroeiras, Curral Velho, Barbada, Palhano, Carnaúba, a lagoa da Felipa, os açudes das Flores, Curral Velho, Cipoada e ex-pirangi[carece de fontes?].

Relevo e solos[editar | editar código-fonte]

As principais elevações são o Serrote Pedra Branca, do Calado, do Cumbe, do Olho d'Água e das Três Irmãs[carece de fontes?].

Vegetação[editar | editar código-fonte]

Composta por caatinga arbustiva aberta e floresta caducifólia espinhosa[carece de fontes?].

Demografia[editar | editar código-fonte]

População[editar | editar código-fonte]

A baixo temos uma tabela com os dados do IBGE indicando um crescimento seguido por um decrescimento e novamente um crescimento na população do município de Morada Nova.

IBGE (2010)
Ano Habitantes
1991 58.912
1996 60.100
2000 64.400
2007 61.751
2010 62.065

[9]

Índice de Desenvolvimento Humano[editar | editar código-fonte]

A baixo temos a tabela com os últimos dados obtidos pelo IBGE para o IDH do município de Morada Nova.

PNUD (2000)
IDH 1991 2000
Renda 0.491 0.556
Longevidade 0.664 0.749
Educação 0.539 0.705
Total 0.565 0.67

[10]

Economia[editar | editar código-fonte]

Composição Econômica de Morada Nova[11]
Setor primário
12,59%
Setor secundário
28,92%
Setor terciário

58,49%

A economia do município de Morada Nova é baseada nos serviços (Setor terciário), seguida pela indústria (Setor secundário), que consequentemente é seguida pela agropecuária (Setor primário).

Na agricultura há o cultivo do milho, da banana, do caju, do algodão, da mandioca, do feijão, do abacaxi e de flores.

Na pecuária há a criação de bovinos, de suínos e de aves.

Há ainda o registro de cooperativas de apicultores na região, com alto índice de exportação do mel da abelha[carece de fontes?].

Também há registros da ocorrência da mica branca e da ametista em seu território[carece de fontes?].

No município estão localizadas mais de 45 indústrias[carece de fontes?].

Política[editar | editar código-fonte]

Administração Pública[editar | editar código-fonte]

A administração municipal localiza-se na sede Morada Nova.

Subdivisão[editar | editar código-fonte]

O município é composto por oito distritos, sendo eles Morada Nova (Sede), Boa Água, Juazeiro de Baixo, Lagoa Grande, Pedras, Roldão, São João do Aruaru e Uiraponga.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Eventos[editar | editar código-fonte]

  • Festa do padroeiro da cidade, Divino Espírito Santo, que é realizada no dia 21 de maio.
  • Festa do vaqueiro, que é realizada pela Associação dos Vaqueiros em seus mais de 65 anos de existência.

Esporte[editar | editar código-fonte]

A cidade possui um clube profissional chamado Centro Esportivo Morada Nova, que disputa a Terceira Divisão Cearense, e realizam seus jogos no Estádio Pedro Eymard, que é de propriedade da Prefeitura Municipal de Morada Nova.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 09 de setembro de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 09 set. 2013.
  6. Título não preenchido, favor adicionar.
  7. Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos - FUNCEME.
  8. Instituto nacional de Pesquisa espacial - INPE.
  9. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=230870#]
  10. [1]
  11. Título não preenchido, favor adicionar.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]