Morto em combate

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Sepultura temporária de um militar morto em combate durante a Batalha da Normandia.
O Cemitério e Memorial Americano da Normandia, próximo a Colleville-sur-Mer, França.

A expressão morto em combate tem sua origem no inglês, killed in action (KIA ou ou K.I.A.), e indica uma classificação de baixa geralmente usada por militares para descrever as mortes de homens de suas forças por forças inimigas.[1]

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos diz que os KIAs geralmente acontecem em ataques hostis. Os KIAs não são acidentes ou falhas acidentais. KIAs acontecem em linhas de frente, combates navais, combates aéreos e em tropas de apoio.

Além disso, um KIA pode ter sido alguém que morreu no campo de batalha por causa de feridas (sigla DOW, Died of Wounds em inglês). A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) também utiliza DWRIA (Died of Wounds Received In Action em inglês, ao invés de DOW, para "morreu de feridas recebidas em ação". No entanto, historicamente, militares e historiadores têm utilizado a antiga sigla (KIA).

Sociedades que honram as KIAs[editar | editar código-fonte]

Muitas sociedades veneram mortos em ação. Há dias de lembrança para militares mortos em combate, e há monumentos em honra dos soldados. As famílias dos que morrem em combate, em especial os seus parentes mais próximos, por vezes recebem tratamento preferencial, tais como honras militares, isenção de impostos e prémios financeiros. Há cerimonias e prémios para soldados mortos em ação. Há também paredes e memoriais para homenagear aqueles que morreram. Muitos dos mortos são homenageados.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. U.S. Department of Defense Dictionary: killed in action. Visitado em 4 de fevereiro de 2007.
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