Moto-táxi
Uma moto-táxi é um tipo de transporte público individual na qual os passageiros têm ampla escolha de local de embarque ou desembarque, o que não acontece com as modalidades de transporte em massa. É semelhante ao táxi, porém utilizando uma motocicleta em vez de um carro.
A palavra mototáxi é um neologismo que foi cunhado no Brasil pela justaposição do sufixo moto (redução de "motocicleta") e da palavra táxi. Segundo alguns estudiosos, esse serviço já existia na Alemanha desde 1987 e na Bolívia desde 1992. Não se sabe ao certo a origem real dos moto-taxis no Brasil. Hoje, praticamente em todas as cidades brasileiras é verificado esse tipo de serviço.1
Normalmente, o valor a ser pago é unico independente da distância a ser percorrida. Entretanto, o valor pode variar a depender do dia da semana ou horário, ou mesmo incrementado caso a distância acordada seja maior do que a usual.
Dependendo do porte da cidade, a atividade de transporte por moto-táxis pode ser registrada ou não. Cidades pequenas tendem a ter este serviço sem padronização nem legalização municipal. Cidades de tamanho maior tratam as moto-taxis como um serviço semelhante ao de táxi.
Regulamentação[editar]
Este tipo de serviço tem sido incorporado muito ultimamente nos bairros ou regiões menos ricas, uma alternativa de subsistência aos jovens de classe baixa que, sem alternativa de emprego, procuram nesta atividade uma fonte de renda para sobreviver.
Em julho de 2009, o Senado Federal aprovou um projeto2 que regulamenta o trabalho dos mototaxistas profissionais: o motoboy, o mototaxista e o motovigia:3 terão que ter idade mínima de 21 anos, o mínimo de dois anos de habilitação na categoria "A" e habilitação em curso especializado.
Notas e referências
- ↑ Mototáxi ETUFOR, 27/04/2010, acesso em 19 de julho de 2011.
- ↑ Profissões de mototaxista e motoboy são regulamentadas pelo Congresso O Globo, 10/07/2009, acesso em 12 de julho de 2009.
- ↑ Motociclista que faz rondas diurnas ou noturnas em condomínios fechados, bairros residenciais abertos ou regiões comerciais