Movimento Quatro de Maio

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História da China
ANTIGA
Dinastia Zhou 1122/1027 AEC–221 AEC
Dinastia Chin 221 AEC–206 AEC
Dinastia Han Ocidental 206 AEC–220 EC
Dinastia Xin
Dinastia Han Oriental
Três Reinos 220–280
  Wei, Shu & Wu
Dezesseis Reinos
304–439
Dinastia Sui 581–618
Dinastia Tang 618–907
5 Dinastias e
10 Reinos

907–960
Dinastia Liao
907–1125
Dinastia Song
960–1279
  Song do Norte Xia
  Song do Sul Jin
Dinastia Yuan 1271–1368
Dinastia Ming 1368–1644
Dinastia Qing 1644–1911
MODERNA
República da China 1912–1949
República Popular
da China

1949–presente
Republica
da China (Taiwan)

1945–presente

O Movimento de Quatro de Maio (chinês tradicional: 五四運動, chinês simplificado: 五四运动, pinyin: Wǔ Sì Yùndòng) foi um movimento anti-imperialista, cultural e político que cresceu de manifestações estudantis em Pequim, em 4 de maio de 1919, eles protestavam contra a fraca resposta do governo chinês em relação ao Tratado de Versalhes, especialmente a permissão dada ao Japão para manter territórios em Shandong que tinham sido devolvidos pela Alemanha após o cerco de Tsingtao.[1]

Contexto[editar | editar código-fonte]

"O clima e a atmosfera política que emergiu por volta de 1919", nas palavras de um estudioso recente, "estão no centro de um conjunto de idéias que moldou a China do século XX." Após a Revolução Xinhai em 1911, a dinastia Qing se desintegrou. Isto marcou o fim de milhares de anos de um poderoso domínio imperial, e, teoricamente, inaugurou uma nova era em que o poder político ficou nas mãos do povo. No entanto, a realidade é que a China era uma nação fragmentada dominada por senhores da guerra, que estavam mais preocupados com seus próprios poderes políticos e exércitos privados do que com os interesses nacionais. O governo chinês de Beiyang foi ocupado com supressão de assuntos internos, e pouco fez para contrariar a influência exercida por potências estrangeiras.[2]


Referências

  1. Hans J. Van de Ven. From Friend to Comrade: The Founding of the Chinese Communist Party, 1920-1927. University of California Press; 1991. ISBN 978-0-520-91087-4. p. 15.
  2. Rana Mitter. A Bitter Revolution: China's Struggle with the Modern World. (Oxford; New York: Oxford University Press, 2004), p. 12.

Ver também[editar | editar código-fonte]