Mr. Catra

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Mr. Catra
Informação geral
Nome completo Wagner Domingues Costa
Nascimento 5 de Novembro de 1968 (45 anos)
Origem Rio de Janeiro, RJ
País  Brasil
Gênero(s) Funk carioca, Hip hop
Período em atividade 1995 - atualmente
Gravadora(s) Galerão Records
Afiliação(ões) Bonde da Stronda
Alexandre Pires
Exaltasamba
Lil Jon
Valesca Popozuda

Mr. Catra, nome artístico de Wagner Domingues da Costa (Rio de Janeiro, 5 de novembro de 1968), é um compositor e cantor brasileiro.

Biografia musical[editar | editar código-fonte]

Em meados da década de 1980, como guitarrista, montou uma banda de rock denominada O Beco, que chegou a fazer um relativo sucesso em festas particulares, escolas e faculdades.

Na década de 1990, em parceria com o ex-VJ da MTV, o paulista Primo Preto (que havia lhe conseguido um contrato com a Zâmbia Records, gravadora independente de São Paulo, responsável pelos primeiros discos dos Racionais MC's), criou a empresa Rapsoulfunk, como gravadora, grife de moda e organizadora de bailes funk e shows de hip hop no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Em 1994, lançou seu primeiro disco "O Bonde dos Justos", emplacando o hit "Vida na cadeia". As canções de temas fortes chamaram a atenção da Warner Music que lançou, em 1999, o CD "O fiel".

Em 2001, juntamente com MV Bill, lançou o Partido Popular Poder para a Maioria (PPPomar), o qual abandonou no ano de 2002 por divergências com Celso Athayde, proprietário da Produtora Hutus e empresário de MV Bill e dos Racionais MC's. Ainda em 2002 foi indiciado por apologia ao crime, devido às letras de suas músicas, principalmente a da composição "Cachorro", um de seus maiores sucessos, que versa sobre policiais corruptos. Sobre o assunto ele esclareceu posteriormente em entrevista: "Não sou cúmplice do crime, sou cúmplice da favela. Não estou fazendo apologia ao crime, estou é relatando uma realidade."[carece de fontes?]

Em 2004, a Rapsoulfunk foi responsável pela contratação de artistas do universo hip hop para o "Festival Hip Hop Manifesta", o principal da América do Sul. O evento aconteceu no Riocentro e entre os nomes internacionais contratados destacaram-se os rappers estadunidenses Snoop Dogg e Ja Rule.

Em 2012, gravou junto com Neymar e Alexandre Pires o clipe da música "Kong".

Suas composições estão incluídas na série de CDs piratas "Proibidão do rap", ao lado de músicas que enaltecem o Comando Vermelho, uma das facções criminosas do Rio de Janeiro. Sobre essas gravações, certa vez declarou em entrevista ao Jornal do Brasil: "Aquilo não era nem pra ser gravado e comercializado. Simplesmente vamos aos bailes, às rádios e cantamos com a rapaziada." [carece de fontes?]..

Em meados da década de 2000, começou a obter notoriedade nacional com seus funks paródicos. Como "Adultério", paródia do hit dos anos 80 "Tédio", da banda Biquini Cavadão. A música entrou em diversas coletâneas de funk e tocou em rádios do Rio de Janeiro. Catra então passou a adotar um discurso mais apelativo para o lado sexual em suas letras de forma humorosa e explícita.

Em, 2009 Catra fez uma participação na música "Mansão Thug Stronda" do Bonde da Stronda, em 2010 na música "A gente faz a festa", do grupo Exaltasamba e em 2012 na canção "Mama", de Valesca Popozuda.[1]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Filho de Manoel e Elza Costa, nasceu e foi criado no Morro do Borel, no bairro da Tijuca, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. É filho de criação de Edgar Marcos Molina, primo de João Luiz Duboc Pinaud, Secretário Estadual de Direitos Humanos do Rio de Janeiro. É pai do cantor Alandin MC.[2]

Na década de 1980 frequentou o Colégio Pedro II (Unidade Tijuca), onde, de acordo com ele, teria atuado como líder estudantil. Participou da reabertura do Grêmio Estudantil.[carece de fontes?]

Reside no bairro da Glória, no Centro da cidade, sendo pai de 25 filhos naturais e 3 adotivos, segundo própria declaração no Programa Altas Horas em Agosto de 2014. Atualmente possui 3 mulheres que dizem não sentir ciúmes entre elas, além de serem favoráveis às práticas do marido. Defende o que ele chama de "judaísmo salomônico", uma referência ao Rei Salomão, que possuía inúmeras mulheres e concubinas. Catra alega ter se convertido ao judaísmo após uma visita ao Muro das Lamentações.[3]

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns
  • 1994 - O Bonde dos Justos (Zâmbia Records)
  • 1996 - O Segredo do Altíssimo (Zâmbia Records)
  • 1999 - O Fiel (Warner Music)
  • 2001 - Bonde do Tesão (Pipos Records)
  • 2004 - Proibidão Liberado (Link Records)
  • 2007 - Humildade é Tudo (Universal records)
  • 2008 - Poder da Favela (Warner Music)
  • 2012 - Com Todo Respeito ao Samba (Independente)

Televisão[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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