Mr. Skeffington

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Mr. Skeffington
Vaidosa (BR)
 Estados Unidos
1944 • pb • 145 min 
Direção Vincent Sherman
Roteiro Julius J. Epstein (roteiro)
Philip G. Epstein (roteiro)
Elizabeth von Arnim (novela)
Elenco Bette Davis
Claude Rains
Walter Abel
Género Drama
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

Mr. Skeffington (br.:Vaidosa) é um filme estadunidense de 1944 do gênero drama, dirigido por Vincent Sherman. Roteiro de Julius J. Epstein e Philip G. Epstein, que adaptaram a novela de Elizabeth von Arnim.

Elenco[editar | editar código-fonte]

  • Bette Davis...Frances Beatrice 'Fanny' Trellis Skeffington
  • Claude Rains...Job Skeffington
  • Walter Abel...George Trellis, primo de Fanny
  • Richard Waring...Trippy Trellis, irmão de Fanny
  • Marjorie Riordan...Fanny Rachel Trellis, a filha de Fanny e Job
  • Robert Shayne...MacMahon, o gângster local
  • John Alexander...Jim Conderley, um dos quatro pretendentes persistentes de Fanny
  • Jerome Cowan...Edward Morrison, outro dos quatro pretendentes
  • Peter Whitney...Chester Forbish, outro dos quatro pretendentes
  • Bill Kennedy...Bill Thatcher, outro dos quatro pretendentes
  • Johnny Mitchell...Johnny Mitchell, o pretendente jovem de Fanny que se casou com sua filha. Nascido Douglas N. Lamy, o ator mudou de nome e adotou o de seu personagem.
  • George Coulouris...Doutor Byles
  • Dorothy Peterson...Manby, criada de Fanny

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O filme começa em 1914, quando a bonita, jovem e solteira dama da sociedade novaiorquina Fanny Trellis vive constantemente cercada de pretendentes. Ela mora numa bela casa com seu amado irmão Trippy e apesar de manterem as aparências, eles estão sem dinheiro. Quando Fanny descobre que seu irmão poderá ser denunciado por fraude, ela resolve se casar com o patrão e credor dele, o rico judeu Job Skeffington. Trippy não aceita o casamento e quando a I Guerra Mundial eclode, ele se alista num esquadrão de aviação dos aliados. Pouco tempo antes do término do conflito, quando o marido de Fanny também já se alistara, eles recebem a notícia da morte de Trippy. Fanny culpa o marido e o trai com seus pretendentes e por fim, quando descobre que também é traida por ele, termina com o casamento. Sua filha fica com o pai e vão para a Europa, deixando Fanny cada vez mais solitária.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

De acordo com o livro de 1989 Bette & Joan: The Divine Feud de Shaun Considine, na época do filme Davis passava por um período pessoal difícil, que se refletia no tratamento que dava aos seus colegas de elenco e à equipe técnica. Isso levou a um fato inusitado: o colírio que Bette usava no fim do dia foi adulterado e isso lhe causou gritos de dor. O diretor Vincent Sherman, com que Bette teve um relacionamento amoroso, disse que "If you asked everyone on the set who would have committed such a thing, everyone would raise their hand!" (Tradução: Se perguntassem a qualquer um no set quem poderia ter cometido tal coisa, todos levantariam a mão!). A própria Bette reconheceria o seu mau gênio ao dizer "Only a mother could have loved me at this point in my life." (Tradução: Apenas uma mãe poderia ter me amado naquele momento da minha vida).

Nominações[editar | editar código-fonte]

Bette Davis foi indicada ao Oscar de melhor atriz. Claude Rains foi indicado ao Oscar como melhor ator coadjuvante.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]