Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa
O Museu Regional de Arqueologia D. Diogo de Sousa fica em Braga, Portugal.
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História [editar]
O museu foi criado em 1918, então a cargo da Câmara Municipal e instalado no Paço Episcopal Bracarense.
Até aos anos 80 do século XX nunca conseguiu assegurar um funcionamento regular.
Em 1980 foi finalmente decidido revitalizar o Museu tendo sido nomeada uma Comissão Instaladora do projecto (Decreto-Lei nº 409/80, de 27 de Dezembro).
Mais tarde, Teresa Patrício Gouveia, secretária de Estado da Cultura do XI Governo lançou a obra de construção do museu, tendo sido erguida a estrutura de betão.
Em 1989 a Secretária de Estado, seria substituída por Pedro Santana Lopes, que procede a uma profunda reorganização dos serviços sob a sua dependência. Extingue o IPPC e cria em 1992 o IPPAR e o IPM (Instituto Português de Museus). Os então presidentes do IPM, Simonetta Luz Afonso, e do IPPAR, Nuno dos Santos Pinheiro, consideram o projecto do museu "O elefante branco da museologia", tendo congelado as obras.
A construção seria apenas retomada em 2001, tendo o museu aberto ao público em 29 de Junho de 2007.
Acervo [editar]
O seu acervo compreende colecções de arqueologia, da região Norte de Portugal, com particular incidência em torno de Braga, cuja cronologia se estende do Paleolítico à época Medieval.
O museu possui a que é considerada a “melhor colecção de miliários de toda a Europa”.
Possui ainda milhares de moedas do Alto Império e dezenas de milhar de numismas do Baixo Império, grande parte delas por catalogar.
Um outro espólio diz respeito ao arquivo fotográfico, imagens relativas a monumentos arquitectónicos e arqueológicos desaparecidos.
Muitas peças foram doadas, por instituições da Igreja (Tesouro Museu da Sé Catedral), pela Sociedade Martins Sarmento e por particulares.
Também se pode visitar um mosaico romano, no preciso local onde foi encontrado.