NAMBLA

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NAMBLA - North American Man/Boy Love Association (Associação Americana pelo Amor entre Homens e Meninos) é uma organização pouco conhecida [1] nos EUA de ativismo pedófilo homossexual, com base em Nova Iorque e São Francisco, que se opõe a idéia de idade mínima para uma pessoa ter relações sexuais. A associação se considera ligada aos movimentos pela defesa dos direitos dos homossexuais, mas as principais organizações desses movimentos nos Estados Unidos negam tal ligação [1]. As teses defendidas pela NAMBLA, e sua simples apologia, são ilegais em inúmeros países, mas sua advocacia sexual é garantida nos Estados Unidos pelo First Amendment [1] . Para seus críticos a NAMBLA não passa da fachada legal de uma rede de molestadores de crianças que traficam técnicas de sedução e pornografia infantil, e organizam viagens para promover o sexo ílícito. O FBI monitora suas ações há anos.[1]. Outros a consideram simplesmente uma "rede de abusadores de crianças" [1].

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[editar] Teses defendidas e críticas

O membros da NAMBLA defendem o que qualificam como "direito" de menores terem relações sexuais livremente com adultos, prática que é ilegal no ordenamento jurídico de inúmeros países e considerada imoral e aberrante pelos defensores dos direitos das crianças e adolescentes.

Os representantes da Nambla defendem o "fim na opressão de homens e adolescentes que escolheram livremente ter relacionamentos sexuais"[carece de fontes?] e reivindicam "a adoção de leis que protegem crianças do contato sexual não desejado ao mesmo tempo que os deixa livre para determinar o conteúdo de suas próprias experiências sexuais"[carece de fontes?]. A homepage do NAMBLA afirma que: "NAMBLA não promove encorajamento, indicações ou ajuda para pessoas que buscam contatos sexuais"[carece de fontes?] e que "não é engajada em nenhuma atividade que viola a lei [ou] defende ninguém que tenha violado a lei"[carece de fontes?].

No entanto, pelo fato de membros da NAMBLA estarem freqüentemente envolvidos em ações ilegais relacionadas à pedofilia (e suas prisões serem habitualmente noticiadas) [1], muitos analistas entendem que o propósito da entidade é meramente acobertar toda sorte de atos ilícitos envolvendo menores e tentar dar sustentação discursiva a práticas imorais e ilegais. Segundo este ponto-de-vista, o suposto "direito" de menores terem relações sexuais com adultos (conforme propugna a entidade) seria uma falácia e um sofisma, tendo em vista a condição de incapacidade civil (innocentia consilii, ou seja, a sua completa 'insciência' em relação aos fatos sexuais, de modo que não se pode dar valor algum ao seu consentimento) de tais menores [2]. Assim, o dito "direito" nada mais seria que uma forma maliciosa de fazer valer os interesses ilegais da entidade e seus membros.

Cquote1.svg Com efeito, e são justamente aquelas meninas, e que são meninas ainda, sem qualquer dúvida, que por fisicamente desenvolverem-se precocemente atraem a cupidez do homem adulto. Todavia, emocional e psiquicamente ainda são por demais infantis, mesmo que sofram o bombardeio hedonista das redes de televisão. Mas permanecem indefesas. Ainda brincam com bonecas [2]. Cquote2.svg
Ministro Ilmar Galvão, STF.

No começo da década de 1980, a entidade reportava ter mais de 300 membros, e contava com o apoio de certas personalidades, como o escritor Allen Ginsberg[3].

Agentes da lei e profissionais ligados às áreas de saúde mental dizem que, muito embora o número de membros da NAMBLA atualmente seja pequeno, esse pequeno grupo provoca um perigoso efeito de reverberação pela internet, ao sancionar "moralmente" o comportamento daqueles que são capazes de abusar de crianças [1].

Muitas pessoas que cometem crimes contra crianças não querem acreditar que isso é errado [1].
Gregg Michel, psicólogo, San Diego

[editar] NAMBLA e ILGA

A NAMBLA foi, durante dez anos, associada à ILGA - International Lesbian and Gay Association (Associação Internacional de Gays e Lésbicas).

Em 1993, a ILGA alcançava o status de membro consultivo na ONU, e aumentaram na sociedade norte-americana as críticas à ligação entre a ILGA e a NAMBLA. O senador Jesse Helms propôs uma moção que suspenderia o repasse governamental de 119 milhões de dólares para a ONU, até que o presidente Bill Clinton pudesse certificar que nenhuma agência da ONU concedia status ou reconhecimento oficial a qualquer organização empenhada em promover a legalização do abuso sexual de menores e outros crimes relacionados à pedofilia.

A ILGA, apesar de seu anterior apoio à NAMBLA contra as restrições de idade para crianças e adolescentes poderem se engajar em atos sexuais com adultos, se desvinculou da NAMBLA e, em 1994, expulsou a organização de seus quadros, por 214 votos a favor e 30 contra [carece de fontes?]. O mesmo aconteceu com outras organizações com princípios e objetivos similares.

Ainda assim, a ILGA perdeu o seu carácter consultivo na ONU e só o recuperou em Dezembro de 2006, mais de dez anos depois dos acontecimentos. Até dezembro de 2006 apenas duas organizações lésbicas representavam os LGBT na ECOSOC.

[editar] NAMBLA e a rede internacional de pedofilia

A NAMBLA e seus membros freqüentemente se envolvem em ações ilegais relacionadas à pedofilia. Em 2005, uma operação policial do FBI prendeu vários integrantes da NAMBLA que negociavam viagens para o México, a fim de terem relacionamentos sexuais com meninos.[4][5]. Os sete membros da NAMBLA acusados de atos criminosos constituem uma fatia representativa da sociedade estadunidense atual: um dentista de Dallas, um professor especializado de Pittsburgh, um professor substituto da Carolina do Sul, um faz-tudo do Novo México, um comissário de bordo de Chicago, que também era psicólogo, um operário de fábrica de papel e um treinador particular, ambos da Flórida. Foi preso também um quiropŕatico de Fullerton, que era pastor assistente em sua igreja protestante[1].

Em 2005 também foram encontradas pistas que ligavam um padre católico envolvido em abusos sexuais de menores com a NAMBLA.[6].

[editar] Ver também

[editar] Referências

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