Nação do Fogo

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Símbolo da Nação do Fogo, representa uma chama.

A Nação do Fogo é uma das quatro Nações fictícias do desenho animado Avatar: A Lenda de Aang. Foi a nação que inciou uma guerra imperalista contra as demais. Essa guerra só foi possível com o desaparecimento do Avatar durante o período de cem anos, pois a função deste era justamente manter a paz e o equilíbrio entre as nações.[1]

Informações gerais[editar | editar código-fonte]

A versão antiga do ideograma chinês fogo representa esta tribo na introdução do desenho animado. Junto ao ideograma fogo é apresentado o ideograma (Pinyin: liè), que significa ferocidade ou intensidade.
O Sol do Mundo avatar é a principal fonte do poder dos guerreiros da Nação do Fogo.

A Nação do Fogo é um pequeno conjunto de ilhas e um pequeno continente a oeste do Reino da Terra. Há muitos Vulcões em todo o território, assim como florestas tropicais que abrigavam animais fantásticos, como dragões. No início da série seu território se estende mais longe do que o continente e as pequenas ilhas. Todo o Reino da Terra está dominado, já que Ozai, o Senhor do Fogo, juntamente com a princesa Azula e com príncipe Zuko, conseguiram consquistar a capital, a cidade de Ba-Sing-Se, assim como a maior parte do Reino da Terra.

É governada pelo Senhor do Fogo, um monarca absoluto que controla o poder político, legislativo e militar. Há um grande culto à personalidade do Senhor do Fogo, como visto nas escolas da Nação, onde há quadros do líder e onde todo dia é cantado um hino em sua homenagem, ou com a construção de estátuas nas cidades do reino.

Desde o primeiro ataque às outras nações, se passaram 100 anos, e a Nação do Fogo está quase ganhando a guerra. Entretanto, a volta do Avatar pôs em cheque os planos do Senhor do Fogo atual, Ozai. A chegada do Cometa Sozin possibilitará que a Nação do Fogo ganhe a guerra definitivamente, mas o Avatar poderá impedir que o desejo do Senhor do Fogo se cumpra.

A cor vermelha domina a nação: roupas, casas, e todos os detalhes das ilhas e do pequeno continente são coloridos de tons rúbeos e escarlates. O símbolo da Nação do Fogo se assemelha muito ao Símbolo da Dobra de Fogo: é uma chama com três pontas, sendo que há um corte em formato de semi-cículo na do meio.

Apesar de ter grande influência asiática, os primórdios da Nação do Fogo se baseavam nas civilizações pré-colombianas.

História[editar | editar código-fonte]

Os Guerreiros do Sol[editar | editar código-fonte]

A Nação do Fogo teve como seu primeiro núcleo a Civilização do Guerreiros do Sol, os primeiros humanos a aprenderem a Dobra de Fogo dos Dragões. Os Guerreiros espalharam seus conhecimentos e a Nação do Fogo começou a se expandir até o tamanho e organização atual.

Os primeiros núcleo de civilização da Nação do Fogo aprenderam a técnica da Dobra de Fogo dos Dragões.

O início da Guerra[editar | editar código-fonte]

A Nação do Fogo estava em uma época de grande prosperidade antes da guerra. Com a passagem do cometa Sozin, uma força inigualável foi dada aos Dobradores de Fogo, o que os possibilitou a lançar seu primeiro grande ataque aos Nômades do Ar. Foi ideia do Senhor do Fogo Sozin, soberano da nação na época, de "expandir o império". Com o pretexto de "tornar as outras pessoas mais felizes" e de "dividir sua glória com o resto do mundo", a Nação do Fogo, sob o comando de Sozin iniciou uma guerra imperialista a fim de dominar as outras nações e controlar o mundo. Aproveitando-se da morte de seu amigo de infância, Avatar Roku, e da passagem do Grande Cometa Sozin, que daria grande poder aos Dobradores de Fogo, o Senhor do Fogo Sozin lançou seu primeiro ataque em escala global: atacou e destruiu todos os Nômades do ar, na esperança de matar o subsequente Avatar, que nasceria naquela nação. Entretanto, o Avatar, Aang, se encontrava congelado em um iceberg próximo da Tribo da Água do Sul, e saiu ileso dos ataques.

O Golpe[editar | editar código-fonte]

Passados muitos anos, durante mais uma das frustradas tentativas de conquistar a capital do Reino da Terra, o filho do herdeiro do trono, o então general Iroh, Lu Ten, morreu, fechando, assim, a linhagem de sangue de Senhores do Fogo, que passa de pai para filho. O então príncipe Ozai, irmão mais novo de Iroh, pediu a seu pai que ele revogasse os direitos de nascimento de seu irmão e lhe passasse a herança do trono, uma vez que seu filho, Zuko, estava vivo, e assim, a linhagem poderia continuar. Enfurecido, seu pai, o Senhor do Fogo Azulon, disse que era um ultraje que Ozai pedisse que ele traisse seu primogênito quando este havia acabado de perdeu seu próprio. Então, mandou que Ozai matasse seu primeiro filho, para ele poder saber o quanto Iroh sofria. O príncipe da Nação do Fogo ia o fazer, até que sua mulher, a então princesa Ursa, descobriu a vontade de Azulon, e bolou um plano para contornar a situação: um plano no qual Ozai teria seu trono e vida de seu filho seria poupada. No dia seguinte, Azulon estava morto e Ursa, desparecida. Após o funeral de Azulon, Ozai, pelo suposto último desejo de seu pai, foi coroado Senhor do Fogo.

O Governo de Ozai[editar | editar código-fonte]

Ozai passou a governar a Nação com toda sua crueldade. Após alguns anos de seu governo, ele baniu seu próprio filho, Zuko, por este falar fora de hora em um encontro para planejar a guerra e por se recusar a lutar contra o Senhor do Fogo para recuperar sua honra. Ozai então feriu o rosto de Zuko com sua Dobra de Fogo, deixando com o lado esquerdo do rosto de seu filho com uma enorme cicatriz e mandou que ele só voltasse para casa se tivesse em mãos o Avatar, a maior ameça da Nação do Fogo. Após esse episódio, Zuko passou a procuar incessantemente pelo Avatar, acompanhado de seu tio, Iroh. Numa tentativa de capturar o mestre dos quatro elementos e de destruir a Tribo da Água do Norte, a Nação do Fogo a atacou, mas perdeu graças ao Avatar. Ozai então culpou seu irmão Iroh e seu filho Zuko pela perda, e os fez inimigos da Nação do Fogo. O senhor do Fogo então mandou sua filha, a princesa Azula, para capturar os traidores. Zuko e Iroh conseguiram escapar das garras de Azula, e passaram a vagar pelo Reino da Terra como fugitivos. Os dois conseguiram entrar na capital do Reino, Ba Sing Se, para começar lá uma nova vida. Entretanto, Azula se infiltrou na cidade e encontrou lá seu irmão. Manipuladora, ela convenceu Zuko a trair seu tio e se unir a ela para derrotar o Avatar, que também se encontrava na cidade e finalmente conquistar o Reino da Terra. Os dois conseguiram, e então a Nação do Fogo se tornou vitoriosa na guerra aos olhares de todos, pois o mundo inteiro achava que o Avatar havia sido morto nas catacumbas da cidade impenetrável.

O Dia do Sol Negro e A Volta do Cometa[editar | editar código-fonte]

O eclipse solar total é conhecido como "Dia do Sol Negro", situação na qual os dobradores de fogo perdem momentaneamente suas habilidades

Ao regressar para casa, Zuko foi tratado como um herói e recuperou sua honra para com seu pai. Entretanto, apenas por Azula ter mentido para seu pai que havia sido Zuko quem matara o Avatar, e não ela. Zuko, confuso por ter traído seu tio, que agora se encontrava preso e não mais falava com ele, ficou mais confuso ainda quando seu tio revelou que ele era bisneto do Avatar Roku. Após esse episódio, ocorreu um eclipse solar, que deixou os Dobradores de Fogo sem poderes. Nesse dia, O Dia do Sol Negro, o Avatar e alguns membros da Tribo da Água e do Reino da Terra tentaram invadir a Nação do Fogo e derrubar o seu líder. Entretanto, Ozai e Azula sabiam da invasão e se protegeram, fazendo com que o plano fracassasse. Não obstante, Zuko traiu seu pai e se uniu ao Avatar para ajudá-lo a por um fim na guerra, enquanto Iroh fugiu da prisão. Zuko sabia dos planos de seu pai, pois antes de fugir de casa, ele foi a um encontro de guerra no qual seu pai revelou seus planos, criados com a ajuda de Azula: assim como seu avô Sozin havia usado o poder do cometa para destruir os Nômades do Ar, Ozai usaria tal poder para destruir de vez o Reino da Terra. Por isso, ele decidiu que iria ajudar o Avatar a derrubar seu pai. Mas isso não parou Ozai, o Senhor do Fogo foi adiante com seus planos: no dia da chegada do cometa, ele se auto-proclamou Rei Fênix, o líder do novo mundo, que ele mesmo criaria depois que queimar todo o Reino da Terra. Ozai planejava fazer isso sozinho: o ex-Senhor do Fogo deixou sua filha para trás, na Nação do Fogo, sob o posto de nova Senhora do Fogo. Ele, então, rumou com sua frota de dirigíveis para incendiar o Reino da Terra. Mas, ao iniciar seu plano, se deparou com Aang e os dois começaram a lutar. No início, Ozai levava a melhor, uma vez que Aang tentava evitar matá-lo ao máximo, até que o garoto, liberando sua última Chakra acidentalmente entrou no Estado Avatar. Assim, Aang chegou ao ponto de poder matá-lo se quisesse, mas não o fez. Ele escolheu tirar os poderes de Dobrador de Fogo de Ozai, para que ele não mais pudesse usá-lo para causar sofrimento e destruição. Enquanto sua frota de dirigíveis era destruída para impedir os dobradores de fogo de lançar o segundo grande ataque da Nação do Fogo, Zuko lutava com Azula pelo trono da Nação. Apesar de Azula sempre ter sido melhor que Zuko na Dobra de Fogo, ela estava delibilitada mentalmente pela recente traição de suas melhores amigas, Mai e Ty Lee e pelo abondono de seu pai. Assim, sua perícia e precisão estavam muito ruins, mas sua crueldade não. Ela tentou matar Katara, que estava ajudando Zuko, com um de seus Raios. Zuko, entretanto, deixou-se atingir para proteger a amiga. Katara então passou a lutar com Azula, e, congelando-a, conseguiu prendê-la. Katara então curou Zuko, e Azula ao contemplar sua derrota, finalmente enlouqueceu. Seguidamente, Iroh, após se reconciliar com seu sobrinho, liderando a Ordem do Lótus Branco, retomou Ba Sing Se em nome do Reino da Terra.[2]

O fim da Guerra[editar | editar código-fonte]

Com a derrota de Ozai, que foi preso, e Zuko foi coroado Senhor do Fogo e junto com Aang decidiu ajudar a reconstruir o mundo, numa cerimônia onde estavam membros de todas as nações e Aang. Seu primeiro ato como Senhor do Fogo foi declarar a guerra que já durava 100 anos finalmente finalizada, e dar início a uma era de paz e amor no mundo com todas as nações.

Cultura e Costumes[editar | editar código-fonte]

A nação do Fogo possui diversos vulcões
A capacidade de produzir chamas é a principal características dos guerreiros da Nação do Fogo
O uso de fogos de artifício durante celebrações é tradicional na Nação do Fogo

A Nação do Fogo teve seu orgulho e ego aumentado pela guerra, portanto, seus habitantes passaram a se considerar superiores às outras, assim como o fogo como elemento superior. A guerra também fez desaparecer várias danças e músicas, além de uma boa parte do legado cultural da Nação do Fogo: as crianças são educadas para ser disciplinadas e formais.

Um costume muito comum na época do Senhor do Fogo Sozin era o de caçar dragões. Um dobrador de fogo que capturasse tal animal teria seus poderes elevados a um nível muito superior e sua grandiosidade seria reconhecida pelo título que ganhava: Dragão. Por causa de tal costume, os dragões foram quase extintos. Os únicos dois restantes moram próximo à civilização perdida dos Guerreiros do Sol.

Símbolo nacional[editar | editar código-fonte]

O emblema nacional da Nação do Fogo, é uma gota de fogo estilizada, é um tridente em três vertentes que levam ao mesmo ponto. Está exposta em seu pavilhão nas bandeiras dos navios de guerra e os lados de vários dos seus veículos de guerra. A família real e os membros superiores usam o emblema em seus cabelos. Azula, o Senhor do Fogo Azulon, o Senhor do Fogo Ozai, Lu Ten e Ursa foram vistas usando-os.

Com base nos símbolos do Senhor do Fogo e em cartazes de busca, O nome da Nação do Fogo é Escrita como 烈火國 (liè huǒ guó), literalmente "Cólera da Nação do Fogo".

Agni Kai[editar | editar código-fonte]

Agni Kai é a junção de duas palavras já existentes: Agni, o deus hindu do fogo e Kai, a palavra japonesa para encontro ou reunião e designa o encontro entre dois seres dominadores de fogo. Mas, não é um duelo qualquer. Para uma luta entre dois dobradores ser um Agni Kai, alguma coisa tem que estar em jogo. Geralmente, essa coisa é a honra. Um Agni Kai precisa ter pessoas assistindo para servirem de testemunhas. Um Agni Kai só acaba quando um adversário queima o outro.[2]

Duelo[editar | editar código-fonte]

Este tipo de duelo é conduzido numa arena a céu aberto e pode ser testemunhado por espectadores. Os combatentes lutam de peito descoberto e descalço. O objectivo nestes duelos é desequilibrar o adversário e incapacitá-lo (podendo ser através da morte) com um golpe final. Geralmente, este golpe final é uma explosão de fogo direta na face.

Ocorrências na série[editar | editar código-fonte]

O primeiro vez que o Agni Kai foi citado na série foi determinado porque em determinado momento, Iroh permitiu que Zuko participasse de uma reunião do conselho de guerra presidido por Ozai. Ao ouvir o plano de um general que pretendia sacrificar em batalha uma tropa de soldados inexperientes, Zuko ergueu sua voz em protesto, o que seu pai recebeu como um insulto. Ozai ordenou que Zuko o enfrentasse em um Agni kai, um duelo de honra. Convencido de que iria enfrentar o general, Zuko caiu em desespero ao descobrir que seu adversário era o próprio Ozai, e desistiu da luta. Para puni-lo por sua fraqueza e desrespeito, Ozai queimou horrivelmente a face esquerda de Zuko, tirou-lhe o direito à sucessão do trono, e exilou-o sob ordem de jamais retornar a não ser que o Avatar fosse capturado. Já um costume atual é do Agni kai, ou seja, um duelo de fogo. Estes duelos geralmente são muio perigosos e podem até chegar a ser mortais. Eles geralmente são feitos para decidir uma discussão acirrada ou para uma luta por respeito.

Outro costume são os festivais feitos em homenagem ao fogo, os "Festivais do Fogo". Lá há muita comida picante e shows de exibições com fantoches e Dobra de Fogo. Também são usados fogos de artifício em tais festivais.

Poderes e caráter dos mestres do fogo[editar | editar código-fonte]

  • Usam o yang positivo;
  • São agressivos e diretos;
  • Obtém o poder do Sol;
  • Procuram sempre a derrota dos seus inimigos;
  • Podem causar incêndios, lançando bolas, chicotes e anéis de fogo;
  • Alguns mestres têm a capacidade de criar fogo azul (até a terceira temporada só Azula era capaz de gerá-lo);
  • Grandes mestres podem iniciar incêndios, raios, isso é feito dividindo-se a energia positiva da negativa (cargas elétricas). Apenas alguns mestres do fogo pode fazer (até a terceira temporada só tem sido visto Iroh, Azula e Ozai (líder supremo) como capaz de gerar raios);
  • Podem produzir chamas a partir de suas bocas;
  • Podem respirar vapor quente pelo nariz, como fez Iroh, para aquecer as correntes de metal;
  • Podem controlar os raios produzidos por outros mestres ou incêndio natural. Iroh mostrou Zuko como desviar o relâmpago, canalizando sua energia;
  • Podem usar o fogo como um impulsionador. Esta técnica é usada pela Princesa Azula, o Senhor do Fogo Ozai e mestre Jeong Jeong;
  • Podem controlar e redirecionar o calor, como ele olha para o Senhor do Fogo Sozin em O Avatar e o Firelord. Esta técnica é muito semelhante ao controle e à reorientação dos relâmpagos;
  • A técnica de Controle de Incêndios foi aprendida com o dragão como visto no capítulo professores fogo;
  • A estação da Nação do Fogo é o Verão: nesta estação, os Dobradores de Fogo são mais poderosos e nascem em maior número.

Forças militares[editar | editar código-fonte]

Exército[editar | editar código-fonte]

A Nação do Fogo dispõe de um vasto exército de Dobradores de Fogo, ou seja, soldados que atacam por terra. Os soldados da Nação do Fogo são inescrupulosos: destroem vilas, matas e as vidas das pessoas para conseguirem o que querem. Sua montaria são Rinocerontes Komodo, mas eles também atacam usando tanques hidráulicos que têm uma abertura para possibilitar disparos de Dobra de Fogo. Os militares mais altos do exército geralmente se encontram em fortes construídos pelo Reino da Terra ou no Palácio do Senhor do Fogo, realizando encontros de guerra. Entre os das outras Nações, o exército da Nação do Fogo é o mais forte e equipado de todos.

  • Arqueiros Yu Yan

Os arqueiros Yu Yan são arquiros lendários por sua extrema precisão. Eles antes usados apenas como meros soldados protetores de um forte no Reino da Terra, mas após Zhao se tornar Almirante, ele ordenou que os arqueiros servissem também fora do forte. Zhao, na verdade, queria usá-los para capturar o Avatar.

  • Rough Rhinos

Os Rough Rhinos são um grupo de cinco soldados de alto posto do exército da Nação do Fogo. Cada um deles tem uma habilidade única e matadora (e, segundo Iroh, eles também são um belo grupo musical). A especialidade dos Rough Rhinos é atacar cidades e destruí-las. Assim como atacaram a vila Chin, eles também atacaram a cidade onde moravam Jato e seus pais. O seu líder, o Coronel Mongke, foi o homem que matou os pais do garoto rebelde.

Marinha[editar | editar código-fonte]

A marinha da Nação do Fogo é a mais avançada de todas as nações. Seus navios são feitos de metal e funcionam com motores. Nos ditos cujos, há catapultas com um tipo de bola feita com material inflamável, para ataques a distância serem realizados. A marinha de Nação do Fogo controla os mares de sua Nação e também os de seus territórios conquistados, fazendo ataques ou realizando bloqueios, mas é especialmente temida nos Pólos Sul e Norte, onde o único acesso é por água. O navio do Almirante Zhao é maior e mais rápido do que os outros, e dispõe de Dobradores de Fogo altamente qualificados. Já o Navio de Zuko, usado até ter sido explodido antes do Cerco do Norte, era bem menor do que todos os outros.

Força Aérea[editar | editar código-fonte]

A Nação do Fogo estudava a possibilidade de ter uma força aérea há tempos: antes do Cerco do Norte se iniciar, ela já havia pedido ao Mecânico que construísse um balão de guerra. Mas a Nação só revelou sua verdadeira força aérea após o fracasso do cerco no Dia do Sol Negro. Além dos balões de guerra, agora também havia uma espécie de enorme aeronave de metal com formato de dirigível. Tais aeronaves, além de permitiram deslocamentos muito mais velozes das tropas de Dobradores de Fogo, também são equipadas com bombas. Elas foram usados pelo Rei Fênix Ozai para realizar seu ataque ao Reino da Terra durante a passagem do Cometa Sozin.

Lugares importantes[editar | editar código-fonte]

Templo do Avatar Roku[editar | editar código-fonte]

O Templo do Avatar Roku se encontra numa ilha em forma de lua crescente.Isolada no meio do oceano da Nação do Fogo, essa ilha era habitada apenas pelos Sábios do Fogo. Aang foi visitar o Templo para poder se comunicar, pelo primeira vez com Roku. Os Sábios no templo, entratanto, haviam se tornado leais a Ozai e atacaram Aang. Com a ajuda de um dos Sábios, que ainda cria que o dever dos Sábios do Fogo era sevir o Avatar, Aang conseguiu se comunicar com Roku, que destruiu o templo com a ajuda do vulcão ativo da ilha. Com os sábios do templo capturados por Zhao e levados para o continente, a ilha esta provavelmente deserta. Muito tempo depois, Aang acaba lá, depois de fugir do navio da Nação do Fogo em que acordou após o fracasso em Ba Sing se, e ser pego por uma tempestade.[3]

Ilha de Roku[editar | editar código-fonte]

Roku morava em uma Ilha muito próxima da Capital da Nação do Fogo, a Praça Real. Um dia, o vulcão da ilha entrou em erupção, e Roku tentou impedí-lo. O Avatar estava perdendo para as forças da natureza quando Sozin apareceu para ajudá-lo. Mas a ajuda do Senhor do Fogo não durou muito tempo: Quando Roku estava para morrer, Sozin o abandonou, e Roku morreu soterrado pela lava. Atualmente, a ilha esta desabitada.

Os Grandes Portões de Azulon[editar | editar código-fonte]

Os Grandes Portões de Azulon se localizam no oceano, na entrada da parte continental da Nação do Fogo. O propósito de sua existência é proteger a capital da Nação contra ataques marítmos: quando um navio suspeito é avistado, redes flamejantes sobem do mar, impedindo que o navio prossiga sem o alvará dos guardas do Portão.[4]

Praça Real[editar | editar código-fonte]

A Praça Real é a capital da Nação do Fogo, uma cidade dentro da cratera de um vulcão inativo. Lá está o palácio do Senhor do Fogo, bem como todos os edifícios importantes da Nação. O caminho para se chegar à Praça é tortuoso: deve-se passar pelas forças defensivas do lugar e subir o vulcão por uma trilha em zigue-zague. Não é necessário dizer que o local é progetidíssimo. A Praça Real foi vítima do cerco do Dia do Sol Negro, realizado pelo Avatar, pelo Reino da Terra e pela Tribo da Água.

Civilização dos Guerreiros do Sol[editar | editar código-fonte]

A Civilização perdida dos Guerreiros do Sol foi onde a Nação do Fogo começou. Lá os primeros Dobradores de Fogo viviam, juntos dos dragões, animais que veneravam. No entanto, acredita-se que eles haviam sumido a séculos, sobrando somente as ruínas de sua civilização. Aang e Zuko, entretanto, descobrem que ainda existem alguns Guerreiros do Sol vivendo nos dias atuais. A Nação do Fogo herdou não só a Dobra de Fogo dos Guerreiros do Sol, mas também sua arquitetura: os templos dos Sábios do Fogo têm uma grande semelhança com os dos Guerreiros.[5]

Rocha Fervente[editar | editar código-fonte]

A Rocha Fervente é a prisão de segurança máxima da Nação do Fogo. Ela se situa entre a Praça Real e o Templo do Ar do Oeste, num vulcão no meio do oceano. O calor proveniente do vulcão faz com que a água dentro de sua cratera esteja em fervura permanente, fazendo com que a escapatória da prisão seja praticamente impossível. Os prisioneiros, nos quais se incluem ladrões, inimigos do estado e prisioneiros de guerra, são levados de fora do vulcão até a rocha no meio de sua cratera, onde se encontra a prisão em si por meio de um teleférico.

Ilha Ember[editar | editar código-fonte]

A ilha Ember é um ilha frequentada por vários membros da Nação do Fogo, incluindo sua elite. Lá, o então Príncipe Ozai ia com a sua família todo o verão antes dele se tornar o Senhor do Fogo. A ilha, segundo Lo e Li, tem o poder de polir todas as suas saliências e revelar o seu verdadeiro eu. Também é conhecido o grupo de teatro "Os Atores da Ilha Ember", que já realizaram várias peças, incluindo uma que contava a história de Aang e seus amigos, mas não do jeito que eles a viveram. É lá também a última parada de Aang, Zuko, Katara, Sokka, Toph e Suki antes da chegada do Cometa Sozin.

Animais[editar | editar código-fonte]

Animal Aparição
Sapo texugo Foi visto no episódio o templo do ar do oeste.
Javali dos pinheiros Foi visto no episódio Noites e pesadelos.
Grilo das cavernas Foi visto no episódio Corpo de bandido.
Vaca hipopotamo Foi visto no episódio Corpo de bandido.
Dragão Foram vistos em vários episódios e o mais conhecido e o dragão de Roku.
Alce dragão Foi visto no episódio The runaway.
Ovelha coala Apareceu no episódio Noites e pesadelos.
Rinocerontes komodo Apareceram em vários episódios como As guerreiras Kyoshi.
Falcao mensageiro Hawlky.
Lagarto dragao Foi visto no episódio A caçada.
Leão do mar Foi visto no episódio A praia.
Lesma preguiça Foi mencionada no episódio O rei fênix por Zuko.
Tucanos marinho Foram vistos no episódio Corpo de bandido.
Patos tartaruga Foram vistos no episódio Zuko sozinho.
Leao urubu Foi visto no episódio Os dias perdidos do Appa.
Iguana marinha Foi vista na ilha Ember.
Gaivotas marinhas Foram vistas no episódio Noites e pesadelos..
Tartaruga leão Foi visto no episódio O rei fênix.
Esquilo Foi visto em cima da Tartaruga leão.

Referências

  1. [1] Estadoavatar.hbe.com.br.
  2. a b [2] Estadoavatar.hbe.com.br.
  3. [3] Estadoavatar.hbe.com.br.
  4. [4] Estadoavatar.hbe.com.br.
  5. [5] Estadoavatar.hbe.com.br.