Neorromantismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Neo-Romantismo)
Ir para: navegação, pesquisa
Translation Latin Alphabet.svg
Este artigo ou secção está a ser traduzido. Ajude e colabore com a tradução.
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa (desde janeiro de 2010). Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto e colocar uma explicação mais detalhada na discussão.
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde Fevereiro de 2008).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Palácio da Pena em Sintra, Portugal um dos pontos de referência para a arquitetura Neo-romântica

O termo neo-romantismo é utilizado para definir uma variedade de movimentos na filosofia, literatura, música, pintura e arquitetura, assim como movimentos sociais que existem depois e imcorporam elementos da era do Romantismo. Tem sido usado como referência a compositores do final do século XIX e começo do século XX, tal como Richard Wagner particularmente por Carl Dahlhaus que descreve como "um florescimento tardio do romantismo numa época positivista". Ele considera como um sinônimo de "a era de Wagner, em cerca de 1850 até 1890—o começo da era do modernismo, cujos primeiros representantes eram Richrd Strauss e Gustav Mahler, sendo aplicado também a compositores contemporâneos que rejeitaram ou abandonaram o uso de técnicas do modernismo avant-garde.


Reino Unido[editar | editar código-fonte]

1880 - 1910[editar | editar código-fonte]

Europa[editar | editar código-fonte]

Polónia[editar | editar código-fonte]

Rússia[editar | editar código-fonte]

Estados Unidos da América[editar | editar código-fonte]

Neorromantismo como movimento musical[editar | editar código-fonte]

Referências

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • David Mellor. Paradise Lost: the neo-Romantic imagination in Britain, 1935 - 1955. (1987).
  • Peter Woodcock. This Enchanted Isle - The Neo-Romantic Vision from William Blake to the New Visionaries (2000).
  • Malcolm Yorke. The Spirit of Place - Nine Neo-Romantic Artists and Their Times (1989).
  • Michael Bracewell. England Is Mine (1997).
  • Peter Ackroyd. The Origins of the English Imagination (2002).
  • P. Cannon-Brookes. The British Neo-Romantics (1983).
  • Corbett, Holt and Russell (Ed's.) The Geographies of Englishness: Landscape and the National Past, 1880-1940 (2002).
  • Graham Arnold. The Ruralists - A Celebration (2003).
  • Christopher Martin. The Ruralists (An Art & Design Profile, No. 23) (1992).
  • S. Sillars. British Romantic Art and The Second World War (1991).
  • Trentmann F. Civilisation and its Discontents: English Neo-Romanticism and the Transformation of Anti-Modernism in Twentieth-Century Western Culture (1994, Birkbeck College).
  • Edward Picot. Outcasts from Eden - ideas of landscape in British poetry since 1945 (1997).
  • Hoover, Kathleen and Cage, John. Virgil Thompson: His Life and Music (1959).
  • Albright, Daniel. Modernism and Music: An Anthology of Sources (2004).