Nidação

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Nidação é o momento em que, na fase de blástula, o embrião fixa-se no endométrio.

Da trompa ao útero[editar | editar código-fonte]

Para o embrião e posteriormente o feto sobreviverem, eles têm que estar "ligados" à mãe durante todo o período em que vai decorrer a gestação. Por esta razão, o embrião, ao mesmo tempo que se dirige da tuba uterina para o útero com a função de manter o endométrio em estado de desenvolvimento conveniente para o embrião, tem que continuar a receber hormônios ovarianos, mas como o LH vai deixar de ser produzido, o próprio embrião produz a gonadotrofina coriônica humana (hCG) que vai impedir a regressão do corpo e manter a produção de progesterona e estrógenos. A manutenção da produção destes hormônios continua a inibir o hipotálamo de produzir GnRH e, por consequência, manter interrompido a menstruação.

Ciclo Ovárico e Ciclo Uterino[editar | editar código-fonte]

Chegando ao útero, a zona pelúcida que envolve o embrião é destruída e este começa a crescer em virtude do fornecimento de nutrientes pelas glândulas do endométrio. O embrião então vai começar a penetrar no endométrio por ação de enzimas que liberta, digerindo literalmente as células do endométrio atingidas pelas referidas enzimas e nutrindo-se com os nutrientes resultantes dessa "digestão", sendo ao mesmo tempo envolvido por outras células em proliferação do endométrio.

Após este fenômeno, começam a formar-se as estruturas embrionárias (Placenta, Cordão Umbilical e Saco Amniótico). Por volta da 20ª semana, a placenta passa a produzir ela própria, os Estrógenos e a Progesterona para manter o endométrio, deixando de ser produzida a HCG, o que leva à regressão do corpo amarelo para que o septo pelúcido se forme, já que é necessário.

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