Nilo de Oliveira Pereira

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Nilo Pereira
Nome completo Nilo de Oliveira Pereira
Nascimento 11 de dezembro de 1909
 Brasil, Ceará-Mirim
Morte 23 de janeiro de 1992 (82 anos)
Recife
Nacionalidade Brasileiro
Ocupação escritor, Jornalista

Nilo de Oliveira Pereira (Ceará-Mirim, 11 de dezembro de 1909 - Recife, 23 de janeiro de 1992) foi um jornalista e professor brasileiro. Atuou também na política pernambucana.

Nilo Pereira nasceu na Fazenda Verde-Nasce, em Ceará-Mirim. Começou a escrever artigos para os jornais aos 15 anos de idade, em Natal.

Iniciou o curso de Direito no Rio de Janeiro, transferindo-se durante o curso para o Recife, onde formou-se na Faculdade de Direito do Recife em 1932[1] , mas exerceu a advocacia por pouco tempo.

Atuação profissional[editar | editar código-fonte]

Exerceu o jornalismo nos seguntes periódicos [2]

Foi professor[2] nos colégios pernambucanos: Ginásio Pernambucano, Colégio Nóbrega, Colégio Salesiano e Colégio Padre Félix.

Foi fundador e professor catedrático da Universidade Católica de Pernambuco e diretor da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Pernambuco.

Cargos públicos[editar | editar código-fonte]

  • Secretário de Governo do Estado de Pernambuco
  • Deputado estadual de Pernambuco [2]
  • Diretor do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda.

Atuação literária[editar | editar código-fonte]

Foi membro das seguintes instituições literárias e culturais:

Livros publicadas[editar | editar código-fonte]

  • Camões e Nabuco(1949);
  • Revisionismo e tradição (1950);
  • Dom Vital e a questão religiosa no Brasil (1966);
  • Conflitos entre a Igreja e o Estado no Brasil (1970);
  • Espírito de província (1970);
  • Ensaios de história regional (1972);
  • Agamenon Magalhães: uma evocação pessoal (1973);
  • O tempo mágico (1975);
  • A Faculdade de Direito do Recife, 1927-1977 (1977);
  • Um tempo do Recife (1978);
  • Reflexões de um fim de século (1979);
  • Igreja e Estado: relações difíceis (1982);
  • Iniciação ao jornalismo: pesquisa histórica (1982);
  • A rosa verde: crônica quase romance (1982);
  • Pernambucanidade: alguns aspectos históricos (1983);
  • Gilberto Freyre visto de perto (1986);
  • Mauro Mota e o seu tempo (1987);
  • Profissionais de Pernambuco (1989);
  • O Estado Novo em Pernambuco (1989);
  • Conferência sobre a vida e a obra do abolicionista José Mariano (1990);
Publicação póstuma
  • Os outros (1996).

Prêmios e comendas[editar | editar código-fonte]

Homenagens póstumas[editar | editar código-fonte]

O município de Ceará-Mirim deu o nome de Museu Nilo Pereira ao museu criado na casa grande do Engenho Guaporé.

A Prefeitura do Recife criou a Escola Municipal Professor Nilo Pereira.[5]

Referências

  1. a b c d * Fundação Joaquim Nabuco
  2. a b c d * GASPAR, LÚCIA. Nilo Pereira. Pesquisa Escolar On-LineRecife: Fundação Joaquim Nabuco. Disponível em: [1]- página visitada em 05/03/2011
  3. * PARAÍSO, ROSTAND. Academia Pernambucana de Letras - Sua história. Vol. 1. Recife: APL, 2006.
  4. [2]
  5. * Escola Municipal Professor Nilo Pereira Página visitada em 06/03/2011

Ligações externas[editar | editar código-fonte]