Noite das Garrafadas

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Noite das garrafadas)
Ir para: navegação, pesquisa
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes confiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde setembro de 2012). Por favor, adicione mais referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

A Noite das Garrafadas foi como ficou conhecido um episódio da história do Brasil Império, que envolvia portugueses e que apoiavam D. Pedro I e brasileiros que faziam oposição ao imperador - foi um dos principais acontecimentos do período imediatamente anterior à abdicação do monarca, em abril de 1831.[1]

História

No dia 20 de novembro de 1830, o jornalista Líbero Badaró,[1] que denunciava o autoritarismo do imperador D. Pedro I, é assassinado - e supõe-se que foi a mando do próprio governante.

Em fevereiro de 1831, D. Pedro I viaja para Minas Gerais, sendo hostilizado pelo povo mineiro. No dia 11 de março ele retorna ao Rio de Janeiro, onde volta a encontrar oposição aberta nas ruas da cidade. O conflito culminou na noite do dia 13, quando os portugueses organizavam uma grande festa para recepcionar o governante, mas os brasileiros revoltosos atacaram com pedras e garrafas.[1] Foi, na verdade, uma disputa entre os aliados do partido português - favoráveis ao imperador - e os liberais do partido brasileiro - opositores ao mesmo. Esse episódio teve importância primordial na crise política que resultaria na abdicação de D. Pedro I em 7 de abril .

Referências

  1. a b c Vitor Amorim de Angelo. Noite das garrafadas (em português) UOL - Educação. Visitado em 19 de setembro de 2012.

. A "noite das garrafadas" é um dos exemplos de muitas revoltas que tivemos no primeiro reinado, por causa da instabilidade do governo de D. Pedro I

A insatisfação com Dom Pedro I chegou ao máximo em 1830, quando, em, São Paulo, foi assassinado o jornalista Liberal Líbero Badalo, um de seus principais críticos.Os assassinos eram aliados políticos do imperador e esse episódio desencadeou uma onda de manifestações contrárias ao seu governo. buscando o controle da situação, dom Pedro I visitou ouro preto, a então capital da província de Minas Gerais, uma das regiões que se manifestava de maneira mais exaltada contra o imperador. Foi duramente contestado pelos mineiros que o receberam com faixas negras de luto. Quando retornou ao Rio de Janeiro, seus partidários (Portugueses em sua grande maioria) haviam organizado uma recepção a título de desagravo pela hostilidade das manifestações mineiras.Tal atitude atraiu a Oposição e começaram os conflitos de rua entre brasileiros e portugueses - aramados de paus e garrafas - que na ocasião ficou conhecida como noite das garrafadas.