Nosferatu: Phantom der Nacht

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Nosferatu: Phantom der Nacht
Nosferatu - O vampiro da noite (BR)
1979 • cor • 107 min 
Direção Werner Herzog
Roteiro Werner Herzog, Bram Stoker
Elenco Klaus Kinski
Isabelle Adjani
Bruno Ganz
Roland Topor
Género terror, drama
País  Alemanha Ocidental,  França
Idioma alemão
Página no IMDb (em inglês)

Nosferatu: Phantom der Nacht (no Brasil, Nosferatu - O Vampiro da Noite) é um filme teuto-francês de 1979 dirigido por Werner Herzog, que fez o roteiro baseado na obra de Bram Stoker.

Embora a história seja baseado no romance de Stoker, o filme é uma homenagem ao clássico Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens de F. W. Murnau (1922), no qual foi criada a personagem Nosferatu pois os produtores não conseguiram os direitos da história original e nem tampouco o nome Drácula. Entretanto, na versão de Herzog - realizado quando o romance já estava em domínio público - o personagem volta a se chamar Conde Drácula, embora o nome Nosferatu apareça num livro que a personagem Jonathan Harker (Bruno Ganz) carrega consigo, além de ser o título do próprio filme. Curiosamente, foi trocado o nome de Mina para Lucy, que no romance é apenas sua amiga. O filme apresenta modificações tanto em relação à obra de Murnau quanto ao romance de Stoker. O vampirismo, nesta versão, aparece fortemente vinculada à Peste Negra.

O filme foi a segunda colaboração do diretor com Klaus Kinski, com quem realizaria um total de cinco filmes e sobre quem ainda dirigiria o documentário Meu Melhor Inimigo (1999), um retrato da tumultuosa amizade entre os dois.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

No século XIX, em Wismar, na Alemanha, Jonathan Harker é um agente imobiliário que recebe a tarefa de ir até a Transilvânia a mando de seu excêntrico chefe, Renfield (Roland Topor). Jonathan ignora o mal presságio de sua esposa Lucy (Isabelle Adjani) e as advertências do povo que encontra no caminho para não se aproximar do castelo. Uma senhora lhe entrega um livro que o adverte contra a estranha criatura da noite que ronda pela região. Chegando ao castelo do Conde Drácula (Klaus Kinski), descobre que este é um sujeito estranho, pálido e de aparência grotesca. Após firmar o contrato, recebe dele uma visita durante a noite. Nesta mesma hora, um morcego entra pela janela no quarto de Lucy e esta novamente sente que há algo errado.

Drácula mantém Jonathan prisioneiro enquanto toma providências para seu transporte até Wismar. Com ajuda de ciganos, coloca a bordo de um navio alguns caixões, nos quais esconde a si próprio e ratos que carregam a peste negra. O navio chega à cidade sem nenhum sobrevivente para o espanto dos habitantes, que logo providenciam o funeral do comandante sem dar atenção à proliferação de ratos que acontece durante o desembarque.

Jonathan, um tanto debilitado, consegue escapar do castelo na tentativa de alertar os habitantes da cidade e salvar sua esposa. Entretanto, quando finalmente chega a Wismar está tão alterado que sequer reconhece a mulher. Tendo encontrado o livro que Jonathan carregava consigo, ela fica a par do que está realmente acontecendo. Em pouco tempo, a cidade é assolada pela epidemia, o que leva muitos habitantes a simplesmente festejar seus últimos dias. Lucy não consegue dialogar com o povo nestas condições e nem mesmo consegue apoio de Dr. Van Helsing, que responde a suas histórias com ceticismo. A única forma que encontra de deter Drácula é seguindo o livro a risca.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Estados Unidos National Board of Review

  • Melhor filme estrangeiro: 1979

Alemanha Deutscher Filmpreis

Alemanha Festival de Berlim

  • Melhor design de produção: 1979

Colômbia Festival Internacional de Cinema de Cartagena

Espanha Premios Sant Jordi de Cine

Indicações[editar | editar código-fonte]

Alemanha Festival de Berlim

Estados Unidos Saturn Awards

  • Melhor filme estrangeiro: 1980
  • Melhor figurino: 1980

Ligações externas[editar | editar código-fonte]