Nova Democracia (Portugal)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nova Democracia
Secretário Joel Viana
Fundação 18 de junho de 2003
Sede Funchal
Ideologia Conservadorismo liberal
Liberalismo económico
Populismo
Eurocepticismo
Espectro político Direita
Afiliação europeia EUDemocrats
Assembleia Legislativa da Madeira
1 / 47
Cores Azul
Site
www.pnd.pt/

A Nova Democracia (PND)[1] é um partido político português conservador-liberal, que nasceu duma dissidência do CDS-PP, e foi presidido por um seu antigo presidente, Manuel Monteiro. A sua inscrição foi aceite no Tribunal Constitucional a 18 de Junho de 2003 [2] . O seu primeiro congresso foi realizado a 3 de Novembro de 2003 em Vila Nova de Famalicão, onde foi publicado o manifesto do partido, Uma Ideia de Portugal[3] . Algumas das ideias base que defende:

Até à data, os resultados eleitorais que obteve permitiram à Nova Democracia eleger representantes a nível local apesar de não ter obtido nenhum mandato em eleições nacionais e europeias:

Nas Eleições Autárquicas de 2005 obteve 0.04% no total nacional (2045 votos) conseguindo um mandato numa Assembleia Municipal e 6 em Assembleias de Juntas de Freguesias.

Em 6 de Maio de 2007 conseguiu o seu melhor resultado com a colocação de um deputado na Assembleia Regional da Madeira. A 15 de Julho de 2007, nas Intercalares em Lisboa conseguiu 0.6% dos votos atrás do PNR e o PCTP/MRPP.

Desde 2007, o partido tem sofrido um declínio notório a nível eleitoral. A nível ideológico, as posições do partido também se têm radicalizado nos últimos tempos, assumindo posições bastante conservadoras nomeadamente em relação a questões de imigração e direitos dos estrangeiros.

No seu 5º Congresso da Nova Democracia, reunido em Lisboa em 10 de Abril de 2010, foi eleita uma nova Direcção e deixado de existir o cargo de Presidente, tendo a direcção um Secretário-geral e quatro Vogais. Tendo sido eleitos Joel Viana (Joel Filipe de Almeida França Viana), Baltazar Aguiar, Eduardo Welsh, João Carvalho Fernandes e José David Araújo, respectivamente.

Na Madeira, o PND adquiriu uma orientação política menos ideológica, recolhendo pessoas de origens políticas muito variadas, como o PP, o PSD e até o PCP.

Nas eleições presidenciais de 2011, o candidato independente José Manuel Coelho obteve um resultado de 38,82 % na Madeira e 4.1% no total dos votos em Portugal[2].

Nas eleições legislativas regionais de 2011, na Madeira, o PND elegeu um deputado, Hélder Spínola de Freitas, antigo membro da CDU.

Resultados Eleitorais[editar | editar código-fonte]

Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]

Data Votos % Deputados +/- Status
2005 40 358 0,7 (#7) 0 de 230 N/D
2009 21 876 0,4 (#8) 0 de 230 = N/D
2011 11 806 0,2 (#13) 0 de 230 = N/D

Eleições europeias[editar | editar código-fonte]

Data Votos % Deputados +/-
2004 33 833 1,0 (#6) 0 de 24
2009 N/D N/D N/D N/D
2014 23 082 0,7 (#9) 0 de 21


Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Nota: é comum designar o partido por "Partido Nova Democracia" ou "Partido da Nova Democracia", mas está registado oficialmente no Tribunal Constitucional como "Nova Democracia", assim como a sigla PND, devido à recusa do registo da sigla ND por ser semelhante à do partido MD.
  2. Tribunal Constitucional (18 de Junho de 2003). Acórdão nº. 298/03 - Inscrição em registo próprio do Tribunal Constitucional do partido Nova Democracia..
  3. [1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Ícone de esboço Este artigo sobre política, partidos políticos ou um político é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.