Nova Democracia (Portugal)
| Nova Democracia | |
|---|---|
| Secretário | Joel Viana |
| Fundação | 18 de junho de 2003 |
| Sede | Funchal |
| Ideologia | Liberal conservadorismo, liberalismo económico, eurocepticismo, populismo |
| Afiliação europeia | EUDemocrats |
| Cores | Azul ("navy") |
| Site | www.pnd.pt/ |
A Nova Democracia (PND)1 é um partido político português conservador-liberal, que nasceu duma dissidência do CDS-PP, e foi presidido por um seu antigo presidente, Manuel Monteiro. A sua inscrição foi aceite no Tribunal Constitucional a 18 de Junho de 2003 2 . O seu primeiro congresso foi realizado a 3 de Novembro de 2003 em Vila Nova de Famalicão, onde foi publicado o manifesto do partido, Uma Ideia de Portugal3 . Algumas das ideias base que defende:
- eurocepticismo, mas defendendo a presença de Portugal na União Europeia
- liberalismo económico
- reforço do sistema judicial
- sistema presidencialista
- Nova constituição portuguesa, mais simples e que traduza a vontade dos portugueses
Até à data, os resultados eleitorais que obteve permitiram à Nova Democracia eleger representantes a nível local apesar de não ter obtido nenhum mandato em eleições nacionais e europeias:
Nas Eleições Autárquicas de 2005 obteve 0.04% no total nacional (2045 votos) conseguindo um mandato numa Assembleia Municipal e 6 em Assembleias de Juntas de Freguesias.
Em 6 de Maio de 2007 conseguiu o seu melhor resultado com a colocação de um deputado na Assembleia Regional da Madeira. A 15 de Julho de 2007, nas Intercalares em Lisboa conseguiu 0.6% dos votos atrás do PNR e o PCTP/MRPP.
Desde 2007, o partido tem sofrido um declínio notório a nível eleitoral. A nível ideológico, as posições do partido também se têm radicalizado nos últimos tempos, assumindo posições bastante conservadoras nomeadamente em relação a questões de imigração e direitos dos estrangeiros.
Na Madeira, o PND adquiriu uma orientação política menos ideológica, recolhendo pessoas de origens políticas muito variadas, como o PP, o PSD e até o PCP.
Nas eleições presidenciais de 2011, o candidato independente José Manuel Coelho obteve um resultado de 38,82 % na Madeira e 4.1% no total dos votos em Portugal[2].
Nas eleições legislativas regionais de 2011, na Madeira, o PND elegeu um deputado, Hélder Spínola de Freitas, antigo membro da CDU.
Resultados eleitorais [editar]
| Eleição | Posição | Votos | % | Mandatos |
|---|---|---|---|---|
| Europeias 2004 | 6.º | 33 968 | 1,00% | - |
| Legislativas 2005 | 7.º | 40 008 | 0,72% | - |
| Autárquicas 2005 a) | 12.º | 2 048 | 0,04% | - |
| Intercalar 2007 (Lisboa) a) | 10.º | 1 168 | 0,61% | - |
| Regionais 2007 (Madeira) | 7.º | 2 928 | 2,08% | 1 |
| Legislativas 2009 | 8.º | 21 476 | 0,38% | - |
| Autárquicas 2009 a) | 13.º | 6 946 | 0,13% | - |
| Regionais 2011 (Madeira) | 6.º | 4 825 | 3,27% | 1 |
Notas: a) Câmara Municipal.
(fonte: Direcção Geral de Administração Interna)
Referências [editar]
- ↑ Nota: é comum designar o partido por "Partido Nova Democracia" ou "Partido da Nova Democracia", mas está registado oficialmente no Tribunal Constitucional como "Nova Democracia", assim como a sigla PND, devido à recusa do registo da sigla ND por ser semelhante à do partido MD.
- ↑ Tribunal Constitucional (18 de Junho de 2003). Acórdão nº. 298/03 - Inscrição em registo próprio do Tribunal Constitucional do partido Nova Democracia..
- ↑ [1]
