Grupo OAS
| Grupo OAS | |
|---|---|
| Tipo | Empresa privada |
| Fundação | 1976 |
| Sede | São Paulo (SP)1 |
| Pessoas-chave | Carlos Suarez César de Araújo Mata Pires Mata Pires Carlos Laranjeira Nicolau Martins |
| Empregados | 55 mil |
| Indústria | Conglomerado |
| Produtos | Construção civil, Investimento privado e Imóveis |
| Subsidiárias | Construtora OAS OAS Empreendimentos OAS Investimentos |
| Faturamento | |
| Página oficial | Página oficial |
O Grupo OAS é um conglomerado brasileiro fundado em Salvador, Bahia em dezembro de 19763 4 com sede em São Paulo que atua em diversos países do mundo no ramo da engenharia civil.
Ela é formada pela Construtora OAS, que opera na construção civil e pesada, OAS Empreedimentos, que opera no segmento do mercado imobiliário e OAS Investimentos que é responsável por investimentos privados em infraestrutura e concessões de serviços públicos e privados. O Grupo presta serviços de Engenharia e Construção em 22 países na América do Sul, América Central, Caribe e no continente Africano.
Índice |
História[editar]
1976/1985 - Crescimento Regional[editar]
Neste período, a OAS executou atividades de construção civil (clientes públicos e privados), na área imobiliária (residencial e comercial) e na agro-indústria, atuando no estado da Bahia, bem como outros estados da região Nordeste.
1986/1993 - Crescimento Nacional e Diversificação[editar]
Nesta fase, a OAS expandiu suas atividades para praticamente todas as regiões em todo o país. Esta fase foi marcada pela grande diversificação de atividades da OAS, tais como a agro-indústria (camarão, frutas); petroquímica; ambiental (coleta de lixo); montagem e energia (distribuição de gás industrial).
1994/1998 - Concentração de novos segmentos na OAS[editar]
O grupo decidiu concentrar-se na sede da OAS seu "Núcleo de Negócios" – construção pesada, montagem industrial e ambiental, devido às mudanças que ocorreu no cenário nacional. Portanto, trabalhou com a expertise de auto-suprimento de absorção destas áreas e agregou ao seu mercado de atuação.
1999/2002 - Consolidação[editar]
Nesta fase, o foco era a construção pesada e setores de concessão. As concessões a seguir foram agregados: Concessionária Litoral Norte (CLN), Rio Teresópolis (CRT) e Linha Amarela (LAMSA).
Desde 2003 - Crescimento qualificado[editar]
Nesta fase, uma maior participação nos investimentos do governo é procurado, especialmente nas áreas de Petróleo & Gás e Energia, em grandes empresas privadas e em trabalhos ligados a programas estruturais do Governo Federal. Inicia a exploração de oportunidades na área internacional.
Principais obras[editar]
O Grupo OAS tem em seu portifólio mais de duas mil obras realizadas, incluindo estradas, ferrovias, portos, dutos, barragens, aeroportos, pontes, estádios, indústrias, shoppings, loteamentos, hotéis, condomínios residenciais e empresariais. Dentre eles, tais como o Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro; a Linha 4 do Metrô de São Paulo; a fábrica da Ford, em Camaçari, na Bahia; o Aeroporto Zumbi dos Palmares, na cidade de Maceió; a obra Canal Centenário, em Salvador, realizada para eliminar os constantes alagamentos da Avenida Centenário e ruas próximas. A Avenida ainda ganhou dois parques, instalados no canteiro central sobre as placas de concreto que agora cobrem o canal que existe no local. A obra conta também com um conjunto de lazer com bancos, quiosques, ciclovia, pistas para caminhadas, gramado e equipamentos de ginástica. A reforma do Aeroporto de Congonhas e a Ponte Estaiada Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo, uma construção com 144 estaios (cabos), planejado individualmente, que ligam uma torre de 138 metros de altura a duas modernas pistas em curva, cada uma com 1.200 metros de comprimento. O projeto foi o primeiro do tipo no mundo e já se tornou um cartão postal do centro econômico do país. Há também, a construção de alguns estádios de futebol, como a Arena das Dunas e a Arena do Grêmio, localizados em Natal e Porto Alegre,respectivamente.
Na América Latina[editar]
A empresa possui participação acionária na Invepar, uma das maiores empresas de concessão do Brasil, associada aos três maiores fundos de pensão do país – Previ, Petros e Funcef. A Invepar opera a Concessionária Litoral Norte (CLN) na Bahia, primeira concessão rodoviária do norte e nordeste, a Concessionária Rio Teresópolis (CRT), a Concessionária Linha Amarela (LAMSA), ambas no Rio de Janeiro, a Concessionária Auto Raposo Tavares (CART) no interior do estado de São Paulo e o Metrô Rio, única concessão privada de metrô do país. O Grupo possui participações no Terminal Portuário do Guarujá (TPG), concebido como um terminal de contêineres moderno, construído e aparelhado com tecnologia de última geração para receber os navios mais eficientes da atualidade, do tipo post-panamax, e operar servindo todas as linhas de navegação. O Grupo conta, ainda, com participação no Estaleiro da Bahia S.A (EBASA), que terá como foco de atuação a construção de sondas de perfuração, plataformas de produção, navios de apoio às operações offshore e naval (PSV e AHTS) e petroleiros. A construção do estaleiro exigirá investimentos de cerca de US$ 400 milhões, tornando-se um dos maiores do país, com capacidade de produzir 110 mil toneladas de aço processado por ano e responsável pela criação de cerca de 5 mil empregos diretos. A construção de âncoras urbanas sempre foi uma característica e um objetivo da OAS. Dessa maneira, a empresa deu vida a lugares que se tornaram, posteriormente, verdadeiros centros econômicos e bairros residenciais conceituados. Foi assim em Salvador. O Cidade Jardim, a Avenida Paralela e a Avenida Tancredo Neves são exemplos de lugares que se desenvolveram a partir de empreendimentos da OAS.
Patrocínios[editar]
A OAS patrocina os dois principais clubes de futebol na cidade de Salvador, o Esporte Clube Bahia e Esporte Clube Vitória.5 6
Referências
- ↑ Endereços. OAS. Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ Ranking - 500 Construtoras do Brasil - 2010. Revista O Empreiteiro. Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ Por que o S vai sair da OAS. EXAME.com (10 de maio de 1995). Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ Um jeito malvadeza de ser. ISTOÉ (28 de junho de 1999). Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ Após intervenção, Bahia pode perder patrocínio da OAS. Futebol de Baiano (14 de março de 2012). Página visitada em 16 de julho de 2012.
- ↑ Vitória renova patrocínios de OAS e Habib's. Máquina do Esporte (30 de novembro de 2010). Página visitada em 16 de julho de 2012.