O Diário da Princesa (filme)

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O Diário da Princesa
The Princess Diaries
Pôster promocional
 Estados Unidos
2001 • cor • 115 min 
Direção Garry Marshall
Produção Whitney Houston
Debra Martin Chase
Mario Iscovich
Roteiro Gina Wendkos
Baseado em O Diário da Princesa de Meg Cabot
Elenco Julie Andrews
Anne Hathaway
Heather Matarazzo
Héctor Elizondo
Mandy Moore
Caroline Goodall
Robert Schwartzman
Gênero Comédia romântica
Comédia dramática
Idioma Inglês
Música John Debney
Cinematografia Karl Walter Lindenlaub
Edição Bruce Green
Estúdio Walt Disney Pictures
BrownHouse Productions
Distribuição Buena Vista Pictures
Lançamento Estados Unidos 3 de agosto de 2001
Brasil 18 de janeiro de 2002
Orçamento US$26 milhões
Receita US$165,335,153[1]
Cronologia
Último
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The Princess Diaries 2: Royal Engagement
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Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

O Diário da Princesa (The Princess Diaries no original) é um filme de comédia estadunidense de 2001 produzido pela cantora e atriz Whitney Houston e dirigido por Garry Marshall. Baseia-se no romance de mesmo nome lançado em 2000 de Meg Cabot. Estrelado pela novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi, como retratado pela atriz e cantora Julie Andrews. Ele também é estrelado por Heather Matarazzo como a melhor amiga de Mia, Lilly Moscovitz, Héctor Elizondo como Joseph, chefe da segurança da rainha, e Robert Schwartzman como irmão de Lilly, Michael, que tem uma queda por Mia.

Lançado nos cinemas norte-americanos em 3 de agosto de 2001, o filme alcançou a posição #3 na bilheteria. O Diário da Princesa foi um sucesso comercial, arrecadando $165,335,153 em todo o mundo.[1] A sequência, The Princess Diaries 2: Royal Engagement, foi lançado em agosto de 2004.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Mia é uma garota de 16 anos tímida e insegura que acredita que seu único objetivo na vida é ser invisível. Tímida e desajeitada, ela é apaixonada por Josh Bryant, um dos garotos mais bonitos e vaidosos do colégio, mas ele namora Lana Thomas, uma líder de torcida fútil e arrogante que tem como passatempo zombar de Mia, e ainda tem que lidar com a situação de sua mãe namorar um de seus professores. Esse pensamentos e situações mudam radicalmente quando ela conhece Clarisse Renaldi, sua avó e rainha de Genóvia, um pequeno país na Europa, e que quer a todo custo colocar Mia no trono do país, já que seu filho e pai de Mia, Phillipe, era o príncipe governador de Genóvia, antes de morrer. Assustada com a descoberta, Mia acaba revelendo seu segredo para a desajustada Lilly Moscovitz, sua melhor amiga, e Michael, irmão mais velho de Lilly e apaixonado por Mia em segredo. O segredo porém acaba sendo revelado por um dos funcionários de Clarisse, colocando então a pacata vida de Mia Thermopolis de cabeça para baixo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Produção[editar | editar código-fonte]

O filme foi produzido por Whitney Houston e Debra Martin Chase e dirigido por Garry Marshall. Anne Hathaway foi contratada para o papel de Mia, pois netas de Garry Marshall viram sua fita de audição e disseram que ela tinha o melhor "cabelo de princesa".[2] Segundo Hathaway, a primeira escolha para o papel de Mia Thermopolis era Liv Tyler, mas o estúdio preferiu lançar rostos desconhecidos.[carece de fontes?]Héctor Elizondo, que aparece em todos os filmes que Marshall dirige,[3] interpreta Joe, o chefe da segurança de Genovia. A filha de Garry Marshall, Kathleen, interpreta Clarisse, a secretária de Charlotte Kutaway. Apelido de Charlotte é mencionada apenas nos créditos, e Garry Marshall diz que é uma referência à forma como ela é muitas vezes usado em tomadas de fraque. Em uma cena, o grupo da vida real de Robert Schwartzman, Rooney, faz um cameo tocando uma banda de garagem chamada Flypaper, cujo vocalista é Michael, interpretado por Schwartzman. A turista do carro turístico foi retratado por Kathy Garver.

Héctor Elizondo treinou basquetebol durante horas e sozinho, na chuva, para os poucos segundos mostrados no filme.

O local nos Estúdios Disney, em Burbank, onde foram realizadas as filmagens de O Diário da Princesa, são os mesmos onde foram realizadas as filmagens de Mary Poppins, em 1964. As locações receberam o nome Julie Andrews em homenagem à atriz, que estrelou os dois filmes.

O livro foi ambientado em Nova York, mas a localização do filme foi mudado para São Francisco. Personalidades de rádio da costa oeste Mark & ​​Brian aparecem como eles mesmos.

Recepção[editar | editar código-fonte]

O filme estreou em 2,537 cinemas na América do Norte e arrecadou $22,862,269 em sua semana de estreia. O filme arrecadou $165,335,153 mundialmente—$108,248,956 na América do Norte e $57,086,197 em outros territórios.[1]

Resposta da crítica[editar | editar código-fonte]

O filme recebeu críticas mistas dos críticos. Rotten Tomatoes relata que 47% de 113 críticos de cinema deram ao filme uma revisão positiva, com uma avaliação média de 5,2 em 10.[4] Metacritic, que atribui uma pontuação média ponderada de 100 a opiniões de críticos convencionais, que dá ao filme uma pontuação de 52 com base em 27 avaliações.[5]

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Applications-multimedia.svg A Wikipédia possui o

Recebeu uma indicação no MTV Movie Awards, na categoria de Melhor Revelação Feminina, para Anne Hathaway.

Comparação com o livro[editar | editar código-fonte]

Essas são algumas diferenças entre o filme e o livro de Meg Cabot:

  • No livro, o pai de Mia, Phillipe Rinaldi, não está morto.
  • A idéia que temos no filme é que Clarisse Rinaldi é um avó bondosa, mas no livro, é uma megera que só anda de roxo e tatua as sobrancelhas.
  • O diário foi dado a Mia pela sua mãe, como uma forma de expressar seus sentimentos, e não como presente de aniversário do pai.
  • Michael não trabalha numa borracharia, e não estuda com Mia, pois é um veterano. Ele era muito mais próximo de Mia, pois conversavam bastante e ele a ajudava em álgebra.
  • O namorado de Lilly se chama Boris Pelkowski e é violinista, não um mágico chamado Jeremiah. E ele não tinha cabelos vermelhos, eles no livro eram loiros.
  • Os sobrenomes de Lana e Josh estão errados, é Weinberger e Richter, respectivamente, não Thomas e Bryant.
  • Helen namora o professor de álgebra de Mia, sr. Gianini.
  • Paolo faz uma mudança radical em Mia, e lhe deixa com cabelos curtos, repicados e louros.
  • Fat Louie é laranja e não preto e branco.
  • O guarda-costas de Mia se chama Lars não Joe.
  • No filme, a única amiga de Mia é Lilly, mas no livro ela tem Shameeka, Tina Hakim-Baba e Ling Su.
  • A festa em que Mia dá o primeiro beijo foi na escola com Josh e não na praia e nunca sonhou em levantar o pé durante o beijo.
  • Mia tinha 14 anos quando descobriu ser herdeira do trono de Genovia.
  • Como Mia só tinha 14 anos, e não podia dirigir, ela não tinha nenhum carro, então a cena em que bate num trem não poderia existir.
  • No livro, antes de Mia namorar Michael, ela namora com Kenny, sua dupla durante as aulas de Biologia.
  • No livro Mia mora em Manhattan não em São Francisco.
  • No livro, quando Mia briga com Lilly, ela passa um tempo com Tina, não com a Lana Weiberger.
  • No livro, Mia ia ao baile da diversidade cultural com o Josh Richter, mas no filme, a cena nunca existiu.
  • No livro, a Mia iria herdar um principado, mas no filme, ela era herdeira de um pequeno reino.

Referências

  1. a b c The Princess Diaries Box Office Mojo Internet Movie Database. Visitado em August 20, 2010.
  2. Comentário do DVD The Princess Diaries. Um olhar por trás das cenas para a produção do filme. Página visitada em 9 outubro de 2006.
  3. "Hector Elizondo: Humor, Eloquence & Bongos". Screen Actors Guild Foundation. 30 de julho de 2002. Página visitada em 9 de outubro de 2006.
  4. The Princess Diaries Rotten Tomatoes Flixster. Visitado em 14 de fevereiro de 2013.
  5. The Princess Diaries reviews at Metacritic.com Metacritic. Visitado em 14 de fevereiro de 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]