O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

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O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá é um livro infanto-juvenil de 1948 do escritor brasileiro Jorge Amado, com ilustrações de Carybé e publicado em 1976.

Onde, como e porquê[editar | editar código-fonte]

Jorge Amado escreveu esse livro em 25 de novembro de 1948, em Paris, onde residia com a esposa e o filho. Quando o escreveu, não tinha intenção de publicá-lo; era para dar de aniversário a seu filho João Jorge, no seu primeiro aniversario.

Moral[editar | editar código-fonte]

A moral deste livro é que o mundo só vai avançar e ser melhor quando as pessoas aceitarem as suas diferenças, sejam elas raciais, sociais, educativas…

Esta afirmação é feita baseada num excerto do texto: “O mundo só vai prestar Para nele se viver No dia em que a gente vir Um gato maltês casar Com uma alegre andorinha Saindo os dois a voar O noivo e sua noivinha Dom Gato e Dona Andorinha”

Não me recordo a página na qual o autor decreta o fato.

Resumo[editar | editar código-fonte]

Esta é uma peça teatral da qual um gato que se apaixona por uma andorinha causando estranheza em todos os outros animais que habitavam um parque. A Andorinha está prometida ao Rouxinol mas, ao mesmo tempo, incentiva o amor do Gato. Acontecem juras de amor, o Gato escreve poemas, eles passeiam juntos enquanto as outras personagens condenam o amor impossível. Então é preciso ver o mundo de outra forma e deixar a vida fluir.

História−[editar | editar código-fonte]

Gato Malhado e Andorinha Sinhá é uma história de amor.

Uma fábula na verdade, sobre o amor impossível de um gato solitário, bravo e mal-humorado por uma jovem, gentil e bela andorinha.

A fábula desenrola-se num parque, ao longo das quatro estações e tem como testemunha um variado grupo de animais com suas características "tão humanas".

Forma do livro[editar | editar código-fonte]

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O livro encontra-se dividido em 15 capítulos: Madrugada; Parêntesis; A estação da Primavera; Novo parêntesis, para apresentar a Andorinha Sinhá; Continuação da estação da Primavera; Capítulo inicial, atrasado e fora do lugar; Fim da estação da Primavera; A estação do Verão; Parêntesis das murmurações; A estação do Outono; Parêntesis poético; Parêntesis crítico; Continuação da estação do Outono; A estação do Inverno e A noite sem estrelas. Inclui também no início uma nota do autor que explica como nasceu esta história e uma pequena introdução.

Posfácio de Tatiana Belinky e João Jorge Amado que o enriqueceu com histórias como: a autêntica e poética escolha de seu nome pela mãe - Zélia Gattai, além de seu batizado, cujo padrinho "foi o grande poeta cubano Nicolas Guillén e a madrinha, o poeta chileno Pablo Neruda"...

A simbologia das estações[editar | editar código-fonte]

O conto está divido em 16 capítulos permitindo verificar que o espaço de tempo cronológico em que se desenrola a história é de 1 ano. Iremos assistir ao despoletar do amor entre o gato e a andorinha, e à evolução que este sentimento vai sofrendo, bem como as alterações comportamentais que vai provocando nos seus protagonistas ao longo das quatro estações do ano.

A Primavera é o inicio da história de amor entre o gato e a andorinha; é o tempo de felicidade para as personagens e o crescendo da intimidade no seu relacionamento; há alteração na Natureza e nas personagens; é a estação do amor e do sonho de um poeta.

O Verão: o tempo foi curto, passou a correr, muito depressa porque foi um tempo de felicidade. A percepção que as personagens tiveram no tempo foi de que este passou a correr.

O Outono: simboliza o tempo da partida e da separação. Para os protagonistas da história é um tempo triste e cheio de sofrimento. A alegria deu lugar à tristeza. Há modificação da paisagem e os habitantes do parque para com o gato. O gato dotem a confirmação de que o amor deles é impossível. É um capítulo triste decorrido num tempo triste – o Inverno.